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quinta-feira, janeiro 03, 2008

GATOS DO BOSQUE


Basta tirar uma dias de férias e Goiânia se transformou em selva africana? Foi invadida por pigmeus armados com zarabatanas?

RamBo de saias?

Virgem santa, nos acuda!!!!!!!




"No primeiro dia útil do ano, a AMMA – Agencia Municipal de Meio Ambiente e o Zoológico de Goiânia organizaram uma operação de guerra na selva para capturar os gatos do Bosque dos Buritis.Desde o dia 28 de dezembro, fantasiada de Rambo, a bióloga da AMMA tenta com ajuda da PM, Batalhão Florestal e o Zoológico capturar cerca de 50 gatos. Por sua vez, indiferentes, os felinos passeiam pelo bosque, sem se importarem muito com as guloseimas que colocam nas gaiolas. Bem alimentados, e em bom estado de saúde, pouco se interessam pelo que lhes oferecido."

domingo, dezembro 02, 2007

SURURU NO CHORINHO

Sexta- feira, 30/11, rolou o maior sururu na porta do Grande Hotel. A chefona, assessora de imprensa da SECULT, organizou ali um lucrativo negócio de família, em cada edição do chorinho.

Primeiro garantiu semanalmente para si , para o amante e para o filhote, o ganho de R$1.500,00, na organização de cada apresentação do chorinho.
Segundo ocupou o 3º andar do prédio para instalar ali uma escola particular de chorinho, detalhe, o prédio é público.

Terceiro o sururu de sexta-feira tem haver com o olho grande da chefona e dizem que apoiada integralmente pelo novo chefe de gabinete da SECULT na venda de chopp na porta do Grande Hotel.

Sabe-se que o Helinho, cara do bem, vende chopp em vários lugares, coisa artezanal e foi ameaçado pela chefona, que chamou policia, fiscalização e o cassete para retirar o cara de lá. Falou-se a boca pequena que o olho gordo tem haver com as relações existentes entre o novo chefe de gabinete da SECULT e a Imperial(a fabrica de cerveja, não a coroa do imperador).

Mas deixa estar que a chefona resolveu tirar o Helinho da parada na marra e colocou o próprio filho na venda de chopp. E o interessante é que nem a polícia e nem a fiscalização puderam fazer nada. A calçada é pública e licença de funcionamento, o chorinho como point mais recente da putaria goianiense, não tem e menos ainda, licença para comercializar bebidas alcoolicas em prédio público.

O bacana, e isso eu vi, é que filmaram o sururu e vão entregar o material ao MP. Se de tudo Helinho não recuperar o direito de vender seu chopp honesto, vai pelo menos conseguir fazer um limpa geral na SECULT.

A respeito do novo chefe de gabinete, o pai dele não deve saber que certos valores morais não são genéticos, a decepção é geral com o caráter do moço. Uma pena.

sexta-feira, outubro 19, 2007

Essa saiu no site do MP. Uma pena que só pegaram os 18, a prefeitura está lotada de parentes de uns e outros. Um vexame e nós que pagamos a conta.

17/10/2007
MP recomenda exoneração de servidores-parentes da Prefeitura de Goiânia

O promotor de justiça Glauber Rocha Soares expediu recomendação à Prefeitura de Goiânia para que exonere, até 1° de novembro de 2007, 18 servidores municipais que são parentes de autoridades municipais. A medida foi tomada depois que o MP recebeu da Prefeitura, em resposta à requisição do promotor de justiça, informações que confirmaram a existência de servidores-parentes na administração municipal.
A relação dos servidores a serem demitidos inclui parentes de secretários municipais, auditores, presidentes de institutos e companhias, superintendentes, coordenadores de órgãos e assessores.
http://e-commerce.cultura.com.br/shopping/mostra_noticia.asp?txtEntidade=121170

CENTENÁRIO III

O caso anapolino de perseguição a servidor público já virou piada.

Primeiro a servidora que acusa, não poderia ter negócios com a prefeitura e menos ainda participar de um concurso cultural promovido pela secretaria onde trabalha.

Dizer que a secretária fez ou deixou de fazer é uma coisa, achar quem testemunhe confirmando, só pagando.

A escola da administração pública de Goiânia está fazendo seguidores, também no seu lado ruim, aquele onde cargos comissionados usam e abusam da máquina pública para encher os bolsos. Mas deixa, se já pegaram o David Coutinho, se investigam o sistema S, vão chegar em Goiânia e também em Anápolis.

Todo o barulho promovido pelo jornal ao que tudo indica é meramente um apelo aos cofres públicos, estranho hábito dos jornais goianos, trocam sua independência por notas verdinhas fornecidas pelo poder público.

Esse blog vai festejar muito quando o povo abrir o olho!


Marisa Espíndola na berlinda

A professora revela que desde que Marisa Espíndola se filiou ao PR, o PSB passou a ser assunto "proibido" dentro da Cultura
por Marcos Vieira para o Jornal do Estado de Goiás.

A impossibilidade da prefeitura em honrar o compromisso de pagar o prêmio de R$ 1 mil à vencedora do concurso do hino do centenário (ver Caderno B, Capa), acabou expondo a suspeita de uso da máquina pública para se obter vantagens eleitorais, o que é proibido por lei. A professora Myriam Marques, servidora municipal há 24 anos, acusa a secretária de Educação, Marisa Espíndola, de forçar funcionários da Diretoria de Cultura a se filiarem no PR, sob pena deles perderem o cargo.
Myriam Marques reconhece que passou a ser perseguida quando cobrou publicamente o prêmio de R$ 1 mil por ter sido a vencedora do concurso do hino do centenário. Ela escreveu a letra, que foi musicada por Roberto Brenner, que também tem direito a um prêmio no mesmo valor. Depois de entrevista à Rádio São Francisco, a professora diz que passou a sofrer perseguição na Diretoria de Cultura, onde ela trabalha no departamento de elaboração de projetos.
Essa "perseguição" relatada por Myriam Marques culminou em uma cobrança no cumprimento de horários. A professora explica que se enquadraria perfeitamente nas normas da diretoria onde trabalha desde que elas valessem para todos. Um erro em seu livro de ponto representou em uma advertência por escrito. O documento, que é o primeiro passo para a abertura de um processo administrativo, foi o estopim para Myriam.
A professora revela que desde que Marisa Espíndola se filiou ao PR, o PSB passou a ser assunto "proibido" dentro da Cultura. "Desde que ela saiu do PSB foi criado um clima negativo para o partido nas dependências da prefeitura. As assessoras da Marisa, que eu chamo de ‘marisetes’, fazem questão de tratar o Sírio Miguel como um monstro", ressalta Myriam.
O vereador Sírio Miguel foi de fato o principal adversário de Marisa Espíndola dentro do PSB. Ao saber das denúncias de uso da máquina pública, o edil aprovou requerimento determinando que a Câmara Municipal solicite cópias das entrevistas de Myriam Marques. O objetivo é que as declarações da professora sejam examinadas pelo Ministério Público Eleitoral.
Almoços
Em conversa com o Jornal do Estado, na manhã de quinta-feira, dia 11, Myriam Marques disse que a secretária Marisa Espíndola promoveu dois almoços na Diretoria de Cultura com o claro propósito de solicitar que os servidores se filiassem ao PR. Segundo a denúncia da professora, o objetivo de Espíndola seria angariar simpatizantes a sua candidatura, para lhe garantir o maior número de votos nas convenções do ano que vem.
De acordo com Myriam, dois encontros foram promovidos, um no dia 27 de setembro e o outro no dia 4 de outubro. Um desses almoços teria sido feito com o pretexto de inaugurar um fogão novo adquirido para a Diretoria de Cultura. A professora diz que não ficou para o evento depois de ouvir de uma das assessoras de Marisa, em tom de brincadeira, que "havia uma pessoa da oposição no local".
Myriam relata ainda que em um dos encontros uma colega de prefeitura foi "obrigada" a se filiar no partido da secretária de Educação. "Eu vi minha colega assinando a ficha. Não vou dizer o nome dela porque é uma coitada, está grávida e não pode perder o emprego. Mas sei que ela não queria se filiar", relata.
A professora informa ainda que quando a secretária Marisa Espíndola entrou no PR e as suas assessoras mais próximas começaram a fazer pressão para que os servidores se filiassem ao partido, algumas pessoas ligadas ao PSB se desesperaram. "Uma colega disse que não podia sair do PSB, já que o cargo dela era garantido pelo Falacci [vereador Gerson Santana]".
A denúncia de Myriam Marques não passa apenas pela pressão e pelo uso da máquina pública. A professora diz que algumas assessoras da secretária já apresentam vantagens de uma possível vitória de Espíndola nas urnas. Segundo Myriam, a presidente da União Literária Anapolina (ULA), Laurentina Murici de Medeiros, a dona Loló, teria sido informada de que o PR garantiria a construção de uma sede para a entidade. "Ela disse para a dona Loló que com a Marisa no PR a ULA vai ganhar uma sede. E olha que a dona Loló tem um calhamaço de ofícios pedindo essa sede. Já viajou para Goiânia e Brasília várias vezes e ninguém nunca ajudou ela".
Proposta
Ainda em busca de filiações, as assessoras de Marisa teriam dito as seguintes frases, de acordo com relato de Myriam Marques: "Agora que a professora vai para o PR vai dar tudo certo. Agora vamos conseguir tudo que a gente quer na Cultura, porque a professora Marisa vai ganhar. Na convenção vamos todos votar nela".
Myriam nega que esteja interessada em denegrir a imagem em nome do seu partido, o PDT. Segundo ela, o objetivo apenas é evitar que seja "estabelecida uma ordem vigente totalitarista". A professora chama a secretária de Educação de "Hitler" e diz que ela é responsável por uma "ditadura branca". "Ela te adora na sua frente e por baixo do pano ela vai te minar", concluí.
A professora conta ainda que sabe que Marisa Espíndola conseguirá pelo menos umas 15 pessoas para ir aos veículos de comunicação dizer que ela está mentindo. "Ela é muito persuasiva e usa a fé e a força da Unievangélica para intimidar as pessoas".
Em nota, Marisa nega
Em nota encaminhada ao Jornal do Estado, a assessoria de Comunicação da Secretaria de Educação, Ciência e Tecnologia informou que "as palavras proferidas pela professora Myriam Marques não correspondem com a verdade". Disse ainda que não houve, em nenhum momento, reunião política dirigida pela secretária Marisa Espíndola, "no âmbito de qualquer órgão público, e nem a obrigatoriedade de filiação partidária".
Em entrevista à Rádio São Francisco, Marisa Espíndola disse que a professora terá que provar na Justiça as acusações. A secretária relatou ainda que cuida de uma pasta grande, onde acontecem vários eventos, mas não autorizou almoço nenhum. "Meu coração fica entristecido", disse Marisa, garantindo que não interfere nas preferências pessoais de cada pessoa. "Religião, time de futebol e partido político é uma decisão de cada um", comentou.
"Essa denúncia é tão sem procedência. Quero os nomes dos funcionários perseguidos e que eu pressionei a se filiar no PR. Eu fiquei estarrecida e vou procurar a professora Myriam", ressaltou a secretária de Educação.
Segunda acusação de uso da máquina
Essa não é a primeira acusação de que assessores de Pedro Sahium (sem partido) estariam usando a máquina pública em busca de benefício eleitoral. No início de agosto, o vereador Amilton Batista (PTB) acusou o diretor Nassin Farah de aproveitar o trabalho de revitalização das praças da cidade para pedir votos, prática que configura crime eleitoral.
"Ele [Nassin Farah] só revitaliza as praças onde tem possibilidades de conseguir votos. Tenho provas concretas sobre essa questão eleitoral", disse o vereador durante audiência pública de prestação de contas da prefeitura. Diante dessa acusação, o procurador-geral do município, Luiz Carlos Duarte Mendes, presente na Câmara Municipal, afirmou que Nassin Farah teria dito em uma rádio da cidade que não é candidato a vereador em 2008.
As críticas de Amilton Batista contra o diretor de Indústria e Comércio ganharam força na época com a notícia de que a Praça Cônego Trindade, na Vila Góis, seria transformada em um estacionamento. Durante a sessão, o edil do PTB classificou a idéia de construção do estacionamento como "um erro do prefeito Pedro Sahium". "O prefeito vai terminar o mandato e não aprende a administrar", completou. Para evitar polêmicas, Nassin Farah acabou se desfiliando do PMDB.
O que diz a Lei
Art. 73. São proibidas aos agentes públicos, servidores ou não, as seguintes condutas tendentes a afetar a igualdade de oportunidades entre candidatos nos pleitos eleitorais:
I - ceder ou usar, em benefício de candidato, partido político ou coligação, bens móveis ou imóveis pertencentes à administração direta ou indireta da União, dos Estados, do Distrito Federal, dos Territórios e dos Municípios, ressalvada a realização de convenção partidária;
II - usar materiais ou serviços, custeados pelos Governos ou Casas Legislativas, que excedam as prerrogativas consignadas nos regimentos e normas dos órgãos que integram;
III - ceder servidor público ou empregado da administração direta ou indireta federal, estadual ou municipal do Poder Executivo, ou usar de seus serviços, para comitês de campanha eleitoral de candidato, partido político ou coligação, durante o horário de expediente normal, salvo se o servidor ou empregado estiver licenciado;
IV - fazer ou permitir uso promocional em favor de candidato, partido político ou coligação, de distribuição gratuita de bens e serviços de caráter social custeados ou subvencionados pelo Poder Público.
Insatisfação e crise
Não é a primeira vez que uma insatisfação isolada acaba por detonar uma crise na administração municipal. Recentemente o vice-presidente do PDT, Emivaldo Miranda, denunciou superfaturamento de quatro escolas municipais construídas em 2004 (Parque Brasília, Setor Sul, Industrial Munir Calixto e Pirineus). Miranda foi contratado pela New Básica para executar a mão-de-obra. Segundo o empreiteiro, o material fornecido pela empresa era de péssima qualidade e o valor pago pela prefeitura, R$ 1 milhão e 497 mil, estava "acima do normal".
O indício de superfaturamento também foi ventilado pelo TCM em resolução datada de 17 de maio de 2006. A Corte considerou ilegal o contrato celebrado em 18 de novembro de 2004 entre a prefeitura de Anápolis e a empresa New Básica, pois o contrato apresentou "preços superiores aos praticados no mercado".
Técnicos do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) estiveram em Anápolis para realizar vistoria nas quatro escolas municipais construídas no primeiro mandato do prefeito Pedro Sahium (sem partido). O trabalho do engenheiro civil Lucas Antônio Borges foi acompanhado por vereadores e pelo assessor técnico da Secretaria Municipal de Educação Cristiano Alves Squeff, engenheiro civil que assinou os laudos que autorizaram os pagamentos à New Básica – responsável pela construção das quatro unidades – à medida que o serviço era feito.
http://www.jornalestadodegoias.com.br/noticias_detalhe.php?id_noticia=830&&id_editoria=2

segunda-feira, junho 04, 2007

Dr. Alcides, por favor , contrata esse moço! É tudo que deseja na vida! Ele daria uma ótimo secretário de planejamento no Estado. O prefeito Iris também podia ajudar, colocando ele na SECULT, que há muito sofre de uma crise de gestão e de vergonha na cara. Vai doutor ajuda o rapaz!

Parceria e modelo de gestão para o Estado
Thiago Peixoto
Os 70 anos da Associação Comercial e Industrial do Estado de Goiás serão comemorados hoje, em sessão especial, na Assembléia Legislativa. Sete décadas que podem ser sintetizadas na defesa dos empresários e no fortalecimento desta classe, na busca incessante pela gestão eficiente, que serve de exemplo aos Poderes, em especial ao governo do Estado, que vive uma séria crise de gestão.
Diminuir a carga tributária é um alvo que a Acieg não se cansa de mirar. Mas em se tratando de questões tributárias, a associação também tem, a cada dia, renovado o fôlego para lutar contra o fim dos incentivos fiscais, tema freqüente em discussões protagonizadas por empresários, economistas, tributaristas e políticos goianos.
Em âmbito estadual, a preocupação está nas possíveis alterações que deverão ser feitas na concessão destes benefícios daqui pra frente. Como o objetivo desta prática é fomentar a instalação de novas indústrias e empresas em Goiás, conclui-se que será mantida pela equipe econômica do governo do Estado.
A geração de empregos, o desenvolvimento social da região onde a nova indústria for construída e o aumento da receita com o recolhimento de impostos – a médio e/ou longo prazo – nos dá esta certeza. Mas em âmbito nacional o cenário tem outros contornos. O projeto da Reforma Tributária elaborado pelo governo federal, que tramita no Congresso Nacional, prevê o fim destes incentivos fiscais – o que satisfaz regiões como Sul e Sudeste, que detêm outras vantagens, como proximidade com grandes mercados consumidores e infra-estrutura consolidada, para convencer empresários a ficarem em seus Estados.
Há um mês, partimos para a mobilização dos parlamentares de Goiás para impedir que o projeto seja aprovado como foi concebido. Percorreremos ainda os Estados das Regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste para que os parlamentares locais articulem ação idêntica com suas bancadas federais. Ao nosso lado podemos sempre contar com a Acieg.
Se desde sua fundação, em 1937, a associação atua na defesa dos interesses dos empresários e dispõe de produtos e serviços que facilitam o trabalho dos seus associados, natural que dispendesse todos os esforços para defender uma Reforma Tributária justa e para forçar o governo federal a repensar o projeto, reformulando-o para que Goiás possa ser reconduzido ao caminho do desenvolvimento, ao invés de ser punido com uma carga tributária injusta.
Faço votos de que esta luta que a Acieg empreende sirva de exemplo para o governo do Estado. É inadmissível que o Executivo continue apático, sem demonstrar o mínimo interesse em uma discussão que quer, acima de tudo, evitar que Goiás perca arrecadação com o fim dos incentivos fiscais e que seja punido com a centralização de recursos por parte da União. Nestas questões, já somos experimentados para saber que a divisão do bolo não será igualitária, tampouco justa.
Ao discutir a concessão dos incentivos às novas empresas e indústrias interessadas em vir para Goiás passamos ao largo de diferenças político-partidárias. O fato de se pertencer ao partido A ou B é irrelevante e apequena o debate. Suprapartidarismo é o termo que melhor classifica as nossas ações, quando tentam enveredar por assuntos menores como divergências políticas.
Postura semelhante à adotada pela Acieg, cuja atuação independe do ocupante do Palácio das Esmeraldas ou do Paço Municipal. Se o foco é o fortalecimento do empresariado goiano, vislumbrando sempre os reflexos positivos para a população do nosso Estado, a associação deve – e assim tem feito – pautar suas decisões pela imparcialidade.
É impossível não fazermos referência à Acieg, como representante do setor produtivo e como canal de diálogo com a sociedade. A Acieg, pelas suas ações eficientes e pela qualidade de seus associados, tem competência de sobra para colaborar com um governo estadual que necessita de socorro administrativo.
Quando falamos em choque de gestão e na necessidade de intervenções drásticas na administração estadual, a Acieg tem muito a oferecer. Nestas sete décadas de existência, a Acieg tem o que comemorar. Choque de gestão é o que o governo do Estado precisa para, num futuro próximo, promover festa semelhante.
Thiago Peixoto é economista e deputado estadual (PMDB)

Essa manifestação de intelectualidade PURAMENTE GOIANA saiu no jornal O POPULAR.

sábado, maio 19, 2007

LER BULA PODE DAR AZAR

Tem coisas que acontecem em Goiânia que é só aqui mesmo e o resto do mundo civilizado cai de joelhos de tanto espanto. Imaginem que um jornal diário local bastante conhecido pelo formato jorrando sangue e almas de outro mundo, demitiu 28 jornalistas, alguns com diplomas e outros nem tanto. E sabem por quê? Os bobinhos decidiram vestir preto nesse calor de rachar do cerrado goiano. Se fu!

Recebi a pouco um email muito engraçado da Júlia, que aliás tem uma boa veia de humor, por que se fosse eu mandava esse cambada de jornalistas tomar naquele lugar, o diabo é que a maioria ama evão é ficar felizes.

Voltando a missiva da Júlia, menina lampeira e formosa, lá do norte goiano, acadêmica sei lá do quê, num há de ver que ela, bobinha, comentou uma artigo que saiu na REVISTA BULA no qual um dos doutores da intelectualidade goiana mete o sarrafo na Linda Monteiro. Para quem não sabe, Linda Monteiro é fã ardorosa do Goiás e tem grana para dar de pau na orelha desses intelectualóides, vilanovenses e atleticanos, que ficam se mordendo por perderem as mordomias que usufruem dentro da AGEPEL. E na ausência dessas benesses do governo estadual, se conformam com as migalhas da SECULT mesmo.

Só para entender leiam o artigo do intelectualóide – Debi Lóide -
“Não CW. A única coisa a fazer é tocar um tango argentino...
Em 1994 até os picolezeiros da Praça Cívica sabiam que o Maguito Vilela não era chegado em cultura e Linda Monteiro, menos ainda. De cara, na gestão de Linda foram instituídas apresentações de catira nos museus de Goiânia, apesar de ter dito recentemente em entrevista ao jornal O Popular que gosta mesmo é de música clássica e erudita. Seria então razoável perguntar por que, durante sua gestão, não se tem idéia de uma única apresentação desse tipo – a não ser que Linda Monteiro pressuponha que a Orquestra de Violeiros do Estado seja música clássica e o Grupo de Catireiros de Jataí seja erudição. Como quase sempre fingimos que somos educados, é claro que vou dizer que Linda Monteiro tem o direito de gostar do que quiser. No entanto, transformar um órgão público numa sucursal de rádio brega, como fez, já é um negócio meio exagerado, para não dizer absolutamente tosco. A Fundação Cultural Pedro Ludovico lembrava uma festa de peão em dia de show de Amado Batista. Um conhecido promoter me disse que foi convidado, em 1995, por um assessor de Linda Monteiro, para elaborar um projeto para FUNPEL, nos moldes do prefeito Darci Accorsi – o homem que teve a brilhante idéia de transformar Goiânia em A Capital Country do Brasil – A empreitada consistia em investimentos maciços, públicos e privados, em apresentações de cantores sertanejos e grupos de catira. Nossas duplas caipiras finalmente seriam elevadas ao píncaro da glória. Uma época de grande fartura cultural. Catireiros ao vivo no Faustão, Leandro e Leonardo, substituindo o tradicional Roberto Carlos na Rede Globo, que já duravam 30 anos. Uma facada no coração do rei, e um tiro na B... dos artistas goianos. Graças a Deus, Darci Accorsi foi defenestrado e junto com ele suas idéias ridículas. Resta saber, se Linda Monteiro, vai utilizar a idéia na totalidade o ou se vai acrescentar alguns excertos nos padrões do genial Oscar Dias!
Quanto tempo Linda Monteiro irá agüentar?
Repito e assumo que vivo me repetindo. Durante sua gestão, Linda Monteiro, gastou 3 anos para trocar as luminárias da Praça Cívica.
Imagine essa cena. Dizem que aconteceu de verdade, numa dessas confraternizações de fim de ano, que funcionários públicos adoram. Linda Monteiro passava em revista sua gestão. Explicando como foi difícil e ousado reformar uma praça inteira. Até os pombos passaram por um banho. Isso sem falar nos mendigos e lavadores de carro. Claro que Linda. Não era boba, nem nada. Lógico que ela tinha o suporte logístico, de gente de peso, tarimbada. Tipo: Adovaldo Fernandes e Oscar Dias. A dupla é quase um tributo à genialidade goiana. Mas, voltando a confraternização, diz a lenda: enquanto Linda discursava calorosamente, recebendo aplausos até das paredes, eis que numa aparição quase mágica surge o lendário Erivaldo Nery, o Piolho, e numa eloqüência única lança Monteiro à prefeitura de Goiânia.Toda essa lenga lenga, envolvendo o Piolho e Linda Monteiro, que até parece um lance do I CHING foi só para tentar ilustrar o que está por vir moçada. Um sinal claro para botarmos nossa barba de molho. E termos a certeza, que assim como a gestão de Linda Monteiro, a nossa batata já está assando. ...Então, doutor, diante de tudo isso, ainda é possível tentar o pneumotórax? Não CW. A única coisa a fazer é tocar um tango argentino...
http://www.revistabula.com/coluna1-2007-05-13.php

Leiam o comentário quase inocente da Júlia:
Tadim! Pobrezinho!Me engana que eu gosto, tadim de você, que cara de pau. Tasca ai um óleo de peroba para ver se melhora, coitadinho. Está tão preocupado com Linda Monteiro que só tem esse assunto. E cá entre nós, antes presidente do Goiás, que ser apontada a dedo por fraudar uma tese de doutorado e esse ai, você bajula, hem?Vendidinho!Júlia Francisca Silva 05.13.07 - 12:20 pm #

E a resposta de Debi Loide :
Engraçado, eu descobri que a Júlia é na verdade um amigo sacana, desses que vai se revelando aos poucos. Mas eu o perdôo. Ele não está acostumado com amizade sincera. Além do que, eu não agüento mais, homem que não desce do muro. Em todos os textos assinados publicados por mim, eu nunca disse que alguém era desonesto.Acho que Linda Monteiro foi o pior nome possível para a cultura goiana. No entanto, isso não me da direito, de tentar imputar-lhe o rótulo de desonesta.Da mesma forma, gostaria que você meu caro, que não fizesse insinuações sobre a honestidade das pessoas. Cabe ao acusador o ônus da prova..Se tiver provas. Faço questão de publicar na capa da Bula.CWL 05.14.07 - 8:30 pm #

E a Júlia mandou as provas, que alias primeiramente foram postadas aqui no ACORDA GOIÂNIA e claro, tudo foi deletado da tão democrática revista BULA. E Debi Loide já tinha certeza que Júlia é o altar ego que outro personagem que elegeu como inimigo.

Julia, o ódio que você sente pelo secretário Kleber Adorno te deixou cega. Mude a retórica...já faz alguns anos que você parece uma vitrola quebrada...Denuncias não viram verdades apenas porque saíram nos jornais e por que você quer. Leia mais, vá ao teatro, visite o Cine Ouro. Não importa de quem foi a idéia. O fato é que o lugar pegou. Ficou divertido. Bonito. Esse tipo de reconhecimento é necessário. O dia que Linda Monteiro tiver uma grande idéia, eu serei o primeiro a cumprimentá-la. Um amigo sempre me diz que em Goiás, os bons brigam e os medíocres se unem . Eu sempre tive você, minha cara Dio......., na conta dos Bons, mas tome cuidado. O comentário por aí...é que você é a forma feminina do piolho.Edited By SiteownerCWL Homepage 05.16.07 - 10:15 pm #

É claro que todas as respostas enviadas foram moderadas pelo Debi Loide CWL. E vejam a onde vai a liberdade de imprensa.

CW: não se deve amplificar a voz dos idiotas. Deixe o piolho falando sozinho. Andei pensando sobre isso, e até fisicamente a Júlia se parece com o piolho. Provavelmente, deve agir como ele. Outro detalhe: as pessoas que o nosso piolho aqui da Bula defendem, o comentário que se escuta, é que algumas delas correm o risco de ir para cadeia.Ulisses Aesse 05.19.07 - 10:14 am #

Petista é assim mesmo. Se você deixa ele solto, fatalmente, ele vai voltar a delinqüir.Ulisses Aesse 05.19.07 - 10:25 am #

olhem o que eu achei no Opção Nessa epoca o piolho, que aqui assina como Júlia, não trabalhava com o Sandro di Lima...CARLOS WILLIAN Na Secretaria Municipal de Cultura, o secretário Sandro di Lima até desenvolveu alguns projetos interessantes, como o teatro nos bairros, mas, no geral, sua gestão deixa muito a desejar. Mesmo quando a idéia é boa, falta estrutura e conseqüência na execução. As rodas de hip-hop, por exemplo, são mais organizadas que os eventos da própria secretaria. Por falar em hip-hop, outro problema grave da Secretaria Municipal de Cultura é o cheiro crônico de maconha nos banheiros, associado ao cheiro de alguns cabeludos que parecem morar por ali. Estive lá por duas vezes em anos diferentes e, nas duas, o cheiro da erva infestava o ambiente.Ulisses Aesse 05.19.07 - 10:35 am #

Será que há alguma coisa que possa ser dita diante de tanta inteligência? Tem razão Júlia, uns causam espanto por fazerem coro as meretrizes da cultura, outros nem tanto, já que não se espera nada mesmo.

E leiam enquanto podem a resposta da Júlia aos intelectualóides goianos:

Esses são os representantes do jornalismo goiano? Vocês sim, clones perfeitos do Piolho, e clones piorados. Ulisses nada me causa mais espanto que você se aliar e respaldar as idiotices desse jornalista de feira hippe que é C.W.L. Que tipos que nem Batista Custódio e Tadim respaldem um coitado desses, e até coloquem verdinhas nas suas letras não causa admiração. Mas você? Caramba! É um espanto! Que mundo pequeno esse, e tão repleto de coronéis.Antes de sugerir a prisão do piolho, investiga quem de fato está sendo processado por improbidade administrativa e poderá se deparar com outras possibilidades. E possibilidades essas que poderão definitivamente deixar na berlinda, uma pena que não seja o xilindró, determinados coronéis da cultura.Que dó dos órfãos que ficarão.Júlia Francisca Silva 05.19.07 - 12:25 pm #

Antes que perca a veia e a piada, Júlia, a idéia de propor uma condecoração ao Piolho como intelectual do ano é muito boa, afinal ao lado de Debi Loide, não vai fazer feio mesmo! Vai ser o show! Tem todo meu apoio!
Acorda Goiânia! Sai dessa merda antes que termine deixando de lado a modernidade para torna-se terra de crentes e intelectualóides!