Mostrando postagens com marcador secult. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador secult. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, julho 14, 2008

Goiânia sem lei

Recebi e publico na íntegra por que merece. Afinal alguém está falando abertamente do que acontece em Goiânia. Acrescentaria que PX foi durante anos o mentor intelectual de Kleber Adorno. A criatura enganou seu criador.
Visgo


Pessoas,
A coisa que mais impressiona é que mesmo sistematicamente denunciada as fraudes contra a Lei de Incentivo á Cultura Municipal, os atuais gestores continuam em frente como se nada estivesse acontecendo. A “esperteza” come solto e pior, pelo visto agora já não nem mesmo conseguem oferecer as migalhas típicas do compadrios no balcão, pois, evidentemente, não está sobrando nem as migalhas na hora de dividir o botim entre eles mesmos.
O MP continua omisso sobre o assunto, embora as denuncias sejam públicas e diárias nos jornais da Capital.
Dá o que pensar. O grande prefeito da Cultura sabe mesmo o que é cultura? É a hora do voto, a hora de escolher NÃO no plebiscito de outubro!
Abaixo segue mais um artigo publicado por PX Silveira, para que não sabe, tio do atual Secretário de Governo Municipal e que denuncia publicamente, mais uma vez, as ações de improbidade administrativa cometidas na SECULT pelo antigo secretário e o atual, a frente da pasta.
Beijos
Deolinda


A genealogia do atraso

Quanto mais rezamos, mais a assombração aparece. Os ditos populares são mais verdadeiros que muitas verdades juntas. Até no poder público, não tem sido o contrário. Outro dito verdadeiro, é que cada um reza à sua maneira. Assim, não tem sido outro o motivo que me leva a, de tempos em tempos, ocupar este importante espaço de opinião para relatar a indignação que espanta o mundo político-cultural, vítima dos fantasmas que assolam as atuais gestões nas esferas municipal, e principalmente, e estadual. Mais que apontar erros e desvios, é preciso denunciar o complô de mediocridade que paira sobre a cultura em Goiás. Se este é abstrato e por vezes de difícil percepção, aqueles são tremendamente evidentes. Mas muitos fingem não vê-los e se escondem debaixo da brasa, enquanto se assam as batatas de seus favorecimentos. Até mesmo gente de certa expressão, se cala para que se atendam seus pedidos e seus pequenos interesses. Outros se comportam dentro das expectativas mais medíocres, mirando nos votos que podem valer sua indicação para a academia ou em uma assinatura endossando seu nome para a próxima – e vexatória – gestão pública. E todos se calam, como legítimos protagonistas da cena pobre em que expiramos os melhores dias de nossas vidas. De tapinha em tapinha nas costas, cerram-se as bocas. E quem haverá de nos alertar, senão os loucos? Enquanto isso, a mediocridade vai medrando no esterco do favorecimento. A mediocridade, escondida sob a capa do silêncio, se fortalece no medo que as pessoas têm de ser felizes. E eis que, ao invés de se intimidarem, as assombrações vão se esgueirando pelas sombras da nossa passividade e vão se encorpando cada vez mais, a ponto de chegar o momento em que passamos a nos assustar com tudo que não seja assombração.Houve um tempo que o slogan da cultura goiana era “cultura em movimento”. Com o tempo, viu-se que o slogan tinha lá sua verdade. Apenas que o movimento na cultura, corrija-se, era de bacilos. Hoje, nem slogan temos mais, por mais equivocados que estejam. Mas as pessoas ainda são as mesmas. Estão aí, sonâmbulas, sem saber disfarçar suas posturas antiquadas e suas maneiras tortas de administrar as coisas públicas na cultura. Infelizmente, são pessoas do tempo do balconismo que ainda dão as cartas na gestão cultural, tempos idos em que se escolhia a quem apoiar não pela importância dos seus projetos, mas pelas conveniências políticas, eleitoreiras, afetivas e comensalistas. Não que estas pessoas estejam puramente mal-intencionadas, é que elas têm dificuldades de se atualizar e trabalhar de outra maneira. Bem que gostariam de fazer – que isso até poderia lhes render a perpetuidade, mas lhes falta visão e eficiência – e lhes falta coragem cívica para abandonar o posto ao qual se agarram avaros.Se no Estado temos uma gestora que sonha dirigir time de futebol, no município tivemos há pouco um secretário que deixou o cargo como quem deixa uma batata quente, certamente para ter tempo de tentar refazer sua tese sobre a importância do papel carbono. Já o atual secretário municipal, que quando diretor demonstrara seu pendor ao se auto-favorecer direta e indiretamente em cerca de 6 projetos beneficiados por edital de R$ 1,5 milhão, agora é ele mesmo que ocupa o posto e detém a chave. Este mesmo que, talvez sem querer ou por ignorância das regras públicas, coloca alguns aliados numa fria.Sou admirador de Bariani Ortêncio, sua pessoa, sua história, sua obra e, principalmente, admirador do carisma que lhe cresceu como resultado de tudo isso. Sou, também, forte admirador do poder de percepção e justiça histórica do Bariani Ortêncio, mesmo quando ele se manifesta de maneira inconsciente. Como quando tece elogios em suas crônicas declarando aos quatro ventos, literalmente, que determinado gestor é “o adorno da cultura goiana”. Com toda razão. Só que a cultura não vive de adorno, que lhe é pernicioso. Vive de raiz. Não vive de imagem, que lhe é traiçoeira, mas vive de densidade. No que diz respeito à gestão cultural, o adorno é extremamente pernicioso, algo que todo administrador que se preze deve evitar. Pois o adornismo leva unicamente à centralização, ao esnobismo e, conseqüentemente, à esterilização das idéias. Feitas as ressalvas, posso, portanto, garantir que não foi o Bariani Ortêncio quem errou ao ter um projeto de sua autoria indevidamente aprovado na última lavra da Lei Municipal de Cultura, criada pela gestão de Pedro Wilson. Erraram, sim, quero crer, os burocratas que conduzem aquela pasta, sob a égide da mimese cultural. A lei, feita para todos, é clara. Não se pode aprovar dois projetos de um mesmo proponente. E não se pode aprovar novos projetos do proponente que ainda não concluiu ou ainda não prestou conta do projeto anterior. É o caso do Bariani Ortêncio, que se vê, agora, envolvido como exceção de lei, exclusivamente pela falta de informação ou excesso de deformação dos gestores atuais da cultura municipal. Pois ele, Bariani Ortêncio, estava no seu papel, no seu direito e na sua capacidade ao apresentar um ou dois ou mais projetos, que seu poder de criação é transbordante, mas cabe ao poder público, como dever de judicioso, saber enquadrar todas as situações na lei que ele mesmo criou. Ou será que o Bariani Ortêncio é exceção?Aliás, essa lei, que tem sido a salvação do Iris na gestão cultural, é uma importante válvula de escape do compradismo que reina na sua secretaria, mas mesmo assim ela tem sido alvo de constantes reclamações.E não adianta tentar me impingir as cores do revoltado com os resultados de mais um edital municipal. Simplesmente porque sou um dos beneficiados, com o projeto Poteiro na Primeira Pessoa. Tal fato, muito pelo contrário, não me impede de fazer minhas críticas e constatações.Na verdade, “o toma lá da cá” sempre pautou a maioria das ações na incipiente área cultural goiana, onde medram os bacilos. A falta de uma política é o que fomenta essa prática vergonhosa e lhe dá húmus. E daí nasce sua filha bastarda, a mediocridade. Essa terrível filha que já nasce velha e matreira, que nos imobiliza e nos puxa para o atraso.
PX Silveira é coordenador do Porto das Artes e executivo do Instituto Arte Cidadania
Opinião (09/07/2008) DM
http://www2.dm.com.br/digital/index2.php?edicao=7551&contpag=2&posjornal=1362

sexta-feira, maio 09, 2008

MAU CHEIRO NA CULTURA

Essa saiu também no HOJE, coluna ARMAZEM GERAL:

Ador(no)acinoDoracino Naves na Secretaria de Cultura de Goiânia significa que Iris continua crendo na política de Kleber Adorno. Que, demos braço a torcer, foi melhor que o esperado e merece qualificar a Câmara sendo vereador.
http://www.hojenoticia.com.br/editoria_materia.php?id=16612

E essa saiu no DIÁRIO DA MANHÃ famoso DM em 2007.
Mau cheiro da cultura
Criada e instituída na administração do prefeito Pedro Wilson, a Lei Municipal de Cultura tem sido uma das alavancas da produção cultural goianiense. Perspicaz, a atual administração não só a manteve em pleno funcionamento, percebendo de imediato a sua importância, como também tratou de lhe dar maior divulgação.Mas a perspicácia não parou por aí. Tão logo assumiu, o novo secretário de Cultura tratou de podar as asas do conselho de análise dos projetos, retirando-lhe, de uma só vez, o caráter autônomo que o distinguia e a representatividade que o caracterizava. É mais um caso patente em que a perspicácia passa de mocinha à vilã, se manifestando em excesso a ponto de exceder-se e virar esperteza. E se é correto o dito que onde há fumaça sempre encontramos fogo, onde ele teria se camuflado, então?Eis que da fumaça alardeada pelas entidades representativas dos diversos segmentos da cultura goianiense, opondo-se ao novo dirigismo municipal, saltam agora as labaredas que nos atingem a olhos nus, sem quaisquer pudores. Para constatar seu furor, basta examinar o resultado e o processo em que se deu o último edital de seleção da lei, divulgado nesta semana.Muitos me perguntariam porque escrevo este artigo, já que um dos projetos aprovados trata exatamente da reedição do livro Conhecer Confaloni, prêmio de monografia de minha autoria, editado originalmente pela UCG. Pois eu respondo desde já.Definitivamente, não podemos compactuar quando a esperteza insiste em fugir do controle do bom senso para ameaçar não somente o bom funcionamento da referida lei como também sua própria existência.Mais que falar, os fatos gritam por eles mesmos. Haja ouvidos, por exemplo, para o segmento das artes plásticas, que expressa seu descontentamento pelo fato de não ter um único representante na comissão.Haja ouvidos, também, para o setor das artes cênicas, que, ainda travando um desigual embate judicial com essa secretaria – em que espera resguardar seus direitos –, se vê agora obrigado a engolir um “legítimo representante” que fora deslocado às pressas da área de música, sem mencionar sua condição de dublê de agente civil ao mesmo tempo que funcionário da mesma secretaria.Ouvidos doendo? Pois há mais coisas que crescem orquestradas do adubo que medra na Secretaria Municipal de Cultura de Goiânia. E quem haverá de velar por nós se não o Ministério Público?
Consta que, da lista dos projetos recém contemplados pela seleção do edital municipal, nada menos que seis deles têm ligação direta ou menos direta, mas todas evidentes, com um diretor da mesma secretaria, ao que parece, co-responsável por conduzir e formular na surdina pública cada edição do edital.Sob a rubrica de “outras manifestações culturais”, foram estranhamente contempladas algumas entidades de caráter estritamente religioso, sejam editoras, produtoras e mesmo igrejas. E como se não bastasse esse desvio de natureza e funções, uma igreja (aprovada!) é a mesma que, em sua TV, apresenta um programa por ninguém menos que o próprio presidente da comissão de análise e citado diretor da mesma secretaria de Cultura.E não é só. Dois outros projetos (aprovado! aprovado!) contemplam a estagiária do referido programa (R$ 21 mil) e a empresa onde o mesmo programa é editado (R$ 20 mil).

Convenhamos, é mesmo muito ibope!Vale lembrar que, ao contrário do que acontece em outras leis de incentivo, ter um projeto aprovado por este edital representa dinheiro vivo para sua realização, pois o financiamento vem de forma direta do ISS e do IPTU do contribuinte municipal. O agravante, todos podem perceber, é que o mau uso dessa lei tão bem-vinda para o setor cultural poderá abrir caminho para que a Câmara dos Vereadores crie obstáculos para seu funcionamento, que, ano a ano, tem sido mantido graças a muito esforço e mobilização do setor nas horas certas e incertas.Por isso, queremos crer que, muito embora enfraquecido no aspecto moral por fatos ainda recentes que o levaram a ser citado à guisa de desvio de autoria no seu pretenso trabalho de tese apresentado a uma universidade, entre outros, esperamos que, mesmo assim, o secretário atual de Cultura municipal não decline de vez da sensatez e da conduta transparente que deve ter todo administrador público.Não são somente os tão falados recursos públicos que estão em questão, mas também a gestão do nosso capital social, de onde brota a esperança coletiva, que é a primeira a ser atingida quando fatos assim vêm à tona. Ao lesar o erário, o administrador público está também lesando a moral e a auto-estima do cidadão, seja ele produtor ou consumidor de cultura.O País está emporcalhado demais para que mais esse sacrifício da transparência e isenção públicas seja-nos imposto, dessa vez, sangrando no meio dos produtores culturais, mas atingindo toda a sociedade. Em última estância e se necessário for, sabemos que o insigne prefeito dessa cidade, sr. Iris Rezende, não permitirá que este ato seja sacramentado. De nossa parte, não podemos aturar que o mau cheiro que até agora recendia da praça nacional passe a recender também do nosso quintal.
PX Silveira documentarista

E abaixo a lista dos projetos aprovados:
SECRETARIA DE CULTURA DIVULGA RESULTADO DA LEI DE INCENTIVO À CULTURA 18/09/2007 - 14:38h

A Secrearia Municipal de Cultura divulgou ontem o resultado da segunda etapa da Lei Municipal de Incentivo à Cultura. A lei contempla 63 projetos das áreas de música, artes plásticas, artes cênicas e outras manifestações culturais. Confira abaixo a lista dos projetos:

Música:

Nº PROPONENTE SEGMENTO VALOR PROCESSO

1 Antonio Roldão de Telles Neto Música R$ 16.000,00 31832110
2 Bruno Rejan Silva Música R$ 14.000,00 31826161
3 Claudete Kochen Paiva Música R$ 16.000,00 31825865
4 Estela Mares Estival Música R$ 7.000,00 31818338
5 Eurico B. dos Santos Moreira Música R$ 13.000,00 31796431
6 Fabrício de Almeida Nobre Música R$ 30.000,00 31828368
7 Instituto Goiano do Terceiro Setor- IGTS Música R$ 20.000,00 31737052
8 Joana D’arc. Correa S. Oliveira Música R$ 18.000,00 31831903
9 Joaquim Thomaz Jayme Música R$ 20.000,00 31820294
10 José Carlos Santos Filho Música R$ 19.000,00 31832004
11 José Marques Gonçalves Música R$ 16.000,00 31832047
12 Maria Thereza de Oliveira Costa Paula Música R$ 19.000,00 31831491
13 Monstro Discos e Fitas Magnéticas do Brasil Ltda. Música R$ 10.380,00 31831679
14 Pablo Rogério Aires Lacerda Silva Música R$ 25.000,00 31825407
15 Renato Meireles Tavares Música R$ 6.740,00 31828881
16 Saulo Mendes Borges Música R$ 9.972,00 31814324
17 Willian Borges Sales Música R$ 20.000,00 31823838
Total R$ 280.092,00

Artes Cênicas:

1 Arilton Lopes Rocha Artes Cênicas R$ 12.000,00 31830532
2 Liomar Pereira de Jesus Artes Cênicas R$ 22.000,00 31817838
3 Luiz Carlos Ataide de Faria Artes Cênicas R$ 7.000,00 31825172
4 Murilo Garcez Henrique Artes Cênicas R$ 20.000,00 31817072
5 Quasar Cia de Dança Artes Cênicas R$ 25.000,00 31827426
6 Sandro Freitas de Araújo Artes Cênicas R$ 16.000,00 31818346
7 Teatro Exercício Artes Cênicas R$ 16.000,00 31830630
8 Tiago Moura Carneiro Artes Cênicas R$ 17.000,00 31825792
Total R$ 135.000,00

Literatura:

1 Ana Maria Cordeiro da Silva Literatura R$ 6.881,36 31804540
2 Associação Comercial e Industrial de Goiás-ACIEG Literatura R$ 25.000,00 31822718
3 Bruna Rafaela G. de Oliveira Reis Literatura R$ 14.000,00 31819083
4 Cânone Editoração Ltda. Literatura R$ 7.300,00 31812488
5 Cleusa Pereira de Miranda Literatura R$ 10.500,00 31807328
6 Diane Valdez Literatura R$ 6.750,00 31819326
7 Elias Bernardes Milagre Literatura R$ 6.626,66 31809631
8 Eurípedes da Silva Literatura R$ 9.000,00 31820693
9 Juliana de Paula Silva Literatura R$ 15.000,00 31822904
10 Osmar Pires Martins Júnior Literatura R$ 23.000,00 31828392
11 Sonja Maria Freitas Literatura R$ 10.000,00 31831806
12 UBE-União Brasileira de Escritores - Goiás Literatura R$ 28.000,00 31831784
Total R$ 162.058,02


Cinema e vídeo:

1 Andréia Gomes Monteiro Cinema e Vídeo R$ 21.000,00 31826748
2 Alyne Fratari Veloso Cinema e Vídeo R$ 20.230,00 31805139
3 Cara Vídeo Cinema e Vídeo R$ 20.000,00 31828325
4 Carlos César P. Souza Cinema e Vídeo R$ 25.000,00 31831687
5 Claudomilson Fernandes Braga Cinema e Vídeo R$ 7.000,00 31827680
6 Douglas A. Rocha Pinheiro Cinema e Vídeo R$ 12.000,00 31811653
7 Fábio Teófilo do Nascimento Cinema e Vídeo R$ 12.000,00 31825326
8 Hélio Henrique Neiva Quinan Cinema R$ 18.000,00 31831202
9 Maria Aparecida Abdala Cinema e Vídeo R$ 20.000,00 31817692
10 Miguel Jorge Cinema e Vídeo R$ 18.000,00 31736439
11 Rodolfo J. Ferreira do Prado Cinema e Vídeo R$ 16.000,00 31829623
Total R$ 189.230,00

Artes Plásticas:

1 Luiz Eduardo S. Carneiro Artes Plásticas R$ 10.000,00 31826799
2 José Omar Pereira Souto Artes Plásticas R$ 15.000,00 31829909
3 Ludmila de Abreu Potrich Artes Plásticas R$ 19.000,00 31816211
4 Sandro Torres Batista Artes Plásticas R$ 10.000,00 31794013
Total R$ 54.000,00

Cultura popular artesanato e folclore:


1 Célia Maria Freitas Antunes Artesanato/cultura popular R$ 5.000,00 31831814
2 Divina Maria Carlos Artesanato/cultura popular R$ 5.000,00 31824079
3 Hilton Peixoto Teixeira Filho Cultura popular R$ 5.000,00 31827639
4 Noletho Design Ltda. Cultura popular R$ 15.000,00 31831644
5 Vinícius Clementino Cirqueira Cultura popular R$ 5.129,51 31828465
Total R$ 35.129,51
Demais projetos:

1 RC Produções Demais projetos R$ 17.000,00 31832233
2
Editora e Produtora Fonte da Vida Demais projetos R$ 18.000,00 31832209
3 Ministério Comunidade Cristã Demais projetos R$ 15.000,00 31832195
4 Arte Brasil Produção Cultural Demais projetos R$ 28.143,54 31820243
5 Déborah Fernandes de Souza Demais projetos R$ 15.000,00 31832217
Total R$ 93.143,54

Enquanto em Niquelândia o MP trabalhou e mostrou que estava correto, denunciou, a polícia agiu, em Goiânia vai só comendo poeira.
Êh, Goiânia!Terra da pamonha e da galinhada!

sexta-feira, abril 04, 2008

Quem diria, hem? O prefeito resolveu mudar o jogo na cultura em Goiânia, descartou as palhaçadas e os desvios de condutas ... infelizmente, mudar o nome do secretário sem mudar os paus mandados que ficaram de herança é o mesmo que nada.
Pontos a serem resolvidos:
  1. Gastos do FAC, quem gasta e com o quê? Continuam pagando as drupinhas sertanejas empresariadas pelo diretor financeiro da SECULT com recursos do FAC?
  2. Lei de incentivo. Irá o presidente da CPC devolver os recursos que pegou irregularmente da Lei, usando laranja para aprovar projeto próprios?
  3. Chorinho . Até quando continuaram a ratear a grana e a colocar "ambulantes", para trabalhar para a assessora de imprensa da SECULT? Cadê os editais para contração de prestadores de serviços?
  4. MAG . Com ou sem falso diretor?
  5. Perseguição à servidores. Irá continuar?
  6. Cine Ouro. Quem pagou a reforma?
  7. Ausência de dialogo com a categoria. Diálogo só com aqueles que decidiram frenquentar o balcão da SECULT.
  8. Esqueci de alguma coisa? No tempo que estava em Goiânia essa a lista básica de denuncias públicas.
Mas como diz o Will a questão agora é esperar para ver e tomara que a cultura goianiense não tenha que ficar esperando muito.

Dá até vontade de voltar!
04/04/2008 12:43
k17) Secult muda
Sai Kleber Adorno e assume Leopoldo Veiga Jardim. A Secult de Goiânia de tantas palhaçadas e tantos desvios de conduta parece que agora pode ter uma chance de produzir, de início, honestidade e depois bons programas culturais. Vamos esperar...
will comentários(0 )
http://www.faxinageral.blog-se.com.br/blog/conteudo/home.asp?pg=2&idBlog=14232&arquivo=&inicio=&fim=&mes=&ano=2006

quinta-feira, fevereiro 14, 2008

AVISEI QUE IA DAR MERDA DE NOVO

Esse blog recebe diariamente umas 30 visitas, e só uma manda comentários. Uma tipa com problemas morais e emocionais.

Oh, coitada!!!!

quarta-feira, janeiro 23, 2008

Avisei que ia dar merda

Até Maquiavel entrou na dança para servir de bibliografia de um certo secretário da Prefeitura de Goiânia.
http://amigosdemuseu.blogspot.com/2008/01/um-terico-do-cinismo.html
E a tonta sentada a do blog ainda se sai com essa:

"O artigo acima foi publicado hoje no jornal Diário da Manhã e reflete bem o cinismo de determinados gestores públicos. Não costumo ler esse tipo de lixo, mas, esse vale a leitura, pois explica bem como é a unidade pensante de um grande intelectual goiano."

Só ela mesmo para se referir ao dito cujo como grande intelectual goiano, no máximo, e assim mesmo, forçando a barra, um discipulo que não deu certo de Maquiavel!

Enquanto isso, lá no fim do mundo, um político retoma seu cargo. Inocentado. Imagina se isso existe?
"Em mais uma decisão inédita, o Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia (TRE-RO), reconheceu, ontem, que errou ao cassar o mandato do vereador Lourival Pereira de Oliveira (PV), de Buritis, por infidelidade partidária. O julgamento foi anulado, determinando a recondução do político ao cargo. "
http://noticias.terra.com.br/brasil/interna/0,,OI2264962-EI7896,00.html

sexta-feira, dezembro 21, 2007

CHORINHO NO GRANDE HOTEL

Perguntar não ofende, mas por que será que a cervejaria SCHINCARIOL recolheu mesas, cadeiras, barris de chopp, que segundo, noticiou a assessora de imprensa da SECULT significavam patrocinio para pagamentos dos músicos? Para pagar músicos é preciso patrocinador? Para pagar a assessora de imprensa da SECULT, a prefeitura pode?

Vai que o Prefeito acordou para o que acontece na SECULT? Avisei que ia dar merda!

domingo, dezembro 02, 2007

SURURU NO CHORINHO

Sexta- feira, 30/11, rolou o maior sururu na porta do Grande Hotel. A chefona, assessora de imprensa da SECULT, organizou ali um lucrativo negócio de família, em cada edição do chorinho.

Primeiro garantiu semanalmente para si , para o amante e para o filhote, o ganho de R$1.500,00, na organização de cada apresentação do chorinho.
Segundo ocupou o 3º andar do prédio para instalar ali uma escola particular de chorinho, detalhe, o prédio é público.

Terceiro o sururu de sexta-feira tem haver com o olho grande da chefona e dizem que apoiada integralmente pelo novo chefe de gabinete da SECULT na venda de chopp na porta do Grande Hotel.

Sabe-se que o Helinho, cara do bem, vende chopp em vários lugares, coisa artezanal e foi ameaçado pela chefona, que chamou policia, fiscalização e o cassete para retirar o cara de lá. Falou-se a boca pequena que o olho gordo tem haver com as relações existentes entre o novo chefe de gabinete da SECULT e a Imperial(a fabrica de cerveja, não a coroa do imperador).

Mas deixa estar que a chefona resolveu tirar o Helinho da parada na marra e colocou o próprio filho na venda de chopp. E o interessante é que nem a polícia e nem a fiscalização puderam fazer nada. A calçada é pública e licença de funcionamento, o chorinho como point mais recente da putaria goianiense, não tem e menos ainda, licença para comercializar bebidas alcoolicas em prédio público.

O bacana, e isso eu vi, é que filmaram o sururu e vão entregar o material ao MP. Se de tudo Helinho não recuperar o direito de vender seu chopp honesto, vai pelo menos conseguir fazer um limpa geral na SECULT.

A respeito do novo chefe de gabinete, o pai dele não deve saber que certos valores morais não são genéticos, a decepção é geral com o caráter do moço. Uma pena.