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sábado, agosto 11, 2007

REVISTA BULA OU BURLA?

E a revistinha virou pó!
oh, dó!

segunda-feira, junho 04, 2007

Quem será que engana quem?

Marcos Fayad é o SEVERINO goiano. Dá o que pensar quando se junta ao intelectualóide CWL, leia-se Revista BULA para meter o pau em Linda Monteiro.
Basta olha a vida pregressa do cidadão: começou a carreira com as benesses do Estado na época do Santillo e de Kleber Adorno. Depois passou temporadas vivendo dessas benesses, aqui e no exterior. E a última dele foi preparada e armada junto com Kleber Adorno na inauguração do GRANDE Centro Cultural Goiânia Ouro, ou melhor, como fazer a família Roriz feliz. O cara entrou com um projeto na Lei de Incentivo usando "laranja", por que ele mesmo não poderia entrar, por inadimplência para com a prefeitura. E foi reprovado, é claro. E sabem o que aconteceu??A assessora de imprensa do chefão da SECULT emitiu um parecer aprovando. E como contava com as benesses do poder municipal, os ensaios e todos os favorecimento aconteceram dentro da sede da SECULT.
O bando de covardes vendidos e necessitados da cultura ficam caladinhos, pois desconhecem que são cidadãos, preferem viver de esmolas, de benesses obtidas na calada da noite. Esse é o cara que não engana ninguém. Ou melhor, um laranja de CWL e Kleber Adorno, ou será a encarnação de Machado de Assis? Deus nos livre dessa!

Aparências não enganam mais
por Marcos Fayad
Num de seus muitos livros geniais Machado de Assis criou e cunhou um personagem chamado Pacheco que serve de modelo até hoje pra certos tipos de pessoas. Era um homem muito limitado intelectualmente, tolo, mas que com seu silêncio e com uma aparência envolta em grande aura de sabedoria conseguiu enganar todos os homens e mulheres da corte. Intrigava a todos com seu ar de que a qualquer momento poderia dizer algo definitivo, inteligente, dar uma opinião que exterminaria com todas as outras e, por isso mesmo, era cercado sempre de grande expectativa nos assuntos discutidos. Mas Pacheco se limitava apenas a emitir uns grunhidos desconexos, entremeados de palavras poucas, frases toscas que o seu silêncio valorizava ainda mais. Era um pobre coitado sem opinião alguma, sem conteúdos de nenhuma expressividade, circulando de roda em roda de conversas e despertando mais curiosidade. Quando se via sem saída e precisava dizer alguma coisa era sempre muito econômico e suas emissões eram ditas com um ar intelectual de tal teatralidade que todos se sentiam privilegiados de ter conseguido arrancar-lhe os tais grunhidos incompreensíveis. Naturalmente evitava a imprensa, sabia que ali teria de dizer algo que ficaria registrado em papel e, posteriormente analisado, entregaria suas limitações e burrice. Viveu bem por muitos anos com seu vazio e sua aparência equívoca alimentada por toda a corte.Fosse hoje viveria melhor. Estamos em plena era do jogo de aparências. Não posso deixar de pensar no Pacheco quando vejo as imagens e as declarações de uma certa senhora infiltrada na área da cultura goiana, ar imperial, sobrancelha erguida com traços de lápis marron, um permanente aspecto de tédio envolvendo sua figura programada para vender exatamente o que ela não tem. Também se recusa freqüentemente a receber a imprensa, sabe que poderia cair a máscara da personagem que criou pra si mesma, expor-se diante de uma área tão crítica como é a cultura, “entregar o leite”, como se diz popularmente. Entende de tudo, mas não entende de nada, exatamente como o experto Pacheco e, como ele, já circulou em várias áreas das atividades públicas com seu ar severo e cheio de pompa. Seus assessores se encarregam de emitir opiniões por ela, hipnotizados pela personagem assim como Pacheco hipnotizava a corte. É uma bela representante do jogo de aparências tão carinhosamente cultivado. Mas há outros.Deputados e vereadores goianos, pra não falar de figurinhas mais elevadas na escala política, também aprendem rápido a arte de não dizer nada no maior espaço de tempo. Com seu português macarrônico, cenho franzido pra disfarçar a burrice que teima em se manifestar nos mínimos músculos da face, eles estão todos os dias dando entrevistas e declarações sobre suas brilhantes atuações e seus projetos capengas e grandiloqüentes. Encontram sempre um entrevistador que, pela posição que ocupam, trata de incensá-los como grandes realizadores e exemplos de homens públicos. Eles fingem que acreditam em si e nós fingimos que acreditamos neles.Da mesma maneira que fica o dito pelo não dito quando um dr. Delegado de polícia afirma que vai abrir sindicância baseado na lei tal de número tal para investigar algum crime e aproveita para destilar seus conhecimentos das leis que regem o País. Já sabemos que ninguém será punido, a não ser esses pobres de vida e de espírito que ousam roubar dos ricos algum bem de reposição fácil. Esses, sim, vão pra cadeia por alguns dias. E não se fala mais nisso, que a vida é cíclica e precisa dar espaço para o próximo crime, o roubo público que deverá ocupar as manchetes na semana seguinte. Quando o que vale e o que predomina são apenas as aparências não se deve esperar muito das sociedades do mundo, melhor mesmo é considerar seriamente a hipótese de se voltar pra dentro de si, mesmo que isso também seja assustador. Sabe lá o que se vai encontrar?Diante do Pacheco da literatura do grande Machado de Assis nós sentimos admiração pela criação do escritor em construir personagem tão forte.Diante dos muitos pachecos cotidianos não temos mais um sentimento definido que pode ser mescla de asco e ridículo, nojo e aversão, pena e desprezo, alergia e ódio.Mas de uma coisa não podemos esquecer: pachecos são produto de nossa própria tolerância e descaso, aceitação e passividade, acomodação e conivência. Sorte deles. Ai de nós!
Marcos Fayad é ator e diretor de teatro
Essa manifestação intelectualóide saiu na REVISTA BULA e no caderno de cultura do JORNAL OPÇÃO. Ambos com os dedinhos meigos do intelectual Debi Lóide CWL.
http://www.revistabula.com/coluna6-2007-05-28.php

domingo, maio 20, 2007

Batista Custódio X a mãe x Revista BULA

Recebi e passo a acreditar que a mãe da jornalista demitida tem mais caráter e coragem que uns e outros que se arvoram de "jornalistas e editores", e sabe perfeitamente que os jornais locais, são ótimos em criticar, apontar o dedo e esconder as garras para agradar os poderosos, mas em contrapartida, odeiam quando são criticados.
Bela carta. Ler BULA pode fazer mal a sua saúde mental e inteligência.

Carta de uma mãe ao Batista Custódio
Deixei esta carta hoje na portaria do Diário da Manhã. Como sei que ele não irá publicá-la (talvez nem lerá), publico-a neste espaço.

Senhor Batista Custódio,
Venho de uma família que acompanha o seu idealismo desde os idos do jornal"Cinco de Março".Meu pai, Sebastião Ferreira Machado, dois tios, JurandirFerreira Machado e Nadir Ferreira Machado (os "Irmãos Metralhas", lembra?), trabalharam nas oficinas daquele jornal, tão perseguido pela ditadura.Todos eles tinham muitos filhos pra criar, por isso se sujeitavam a receber alguns minguados "vales", quando o senhor se dispunha a pagá-los, ou quando se juntavam para parar o trabalho e aguardar que se dispusesse a liberar alguns trocados.

Eram poucos os profissionais linotipistasna época, o senhor então acabava fazendo o vale que eles pediam.Anos depois, trabalhei por 2 meses, também na área gráfica.Não gostei do ambiente e acabei também saindo, demitida,confesso, por total falta de interesse em trabalhar na sua empresa.Agora minha filha, jornalista formada, tentou também se unir ao seu idealismo, e constatamos que, ainda hoje, o agora "Diário daManhã" continua procedendo da mesma forma. Mas, em tempos bicudos como os de hoje, não dá para ficar sem receber o salário que fizemos fez por merecer. Não há idealismo que resista.Durante todo esse tempo, o seu jornal quase fechou por diversas vezes. Mas o seu patrimônio nunca se acabou. Mora numa casa imensa, em local nobre, tem uma "fazenda ecológica" à beira do Rio Araguaia e incontáveis obras de arte, enfeitando a sua casa e os seus jardins....Será que o idealismo deve partir apenas dos seus funcionários?

Afinal quem está se mostrando mais capitalista?O senhor alega que pediu "sacrifícios" aos seus "colegas"...O senhor os fez? Se desfez de algum patrimônio seu? Deixou de alimentar bem os seus filhos e a si mesmo? Pediu dinheiro emprestado para pagar o transporte até o seu local de trabalho?O senhor tem um sonho de uma vida inteira e quer realizá-lo a qualquer custo.

Esses 28 jornalistas também tiveram sonhos um dia: o de se tornarem profissionais respeitados, na profissão e por seus empregadores. E foi apenas por dignidade que eles lutaram. Nenhum deles se indispôs contra seus sonhos. Pelo contrário. Estavam dispostos a colaborar com ele, tanto que ficaram todo esse tempo cumprindo com suas obrigações para que o senhor continuasse a sonhar...Mas, convenhamos, de "barriga vazia" fica impossível acompanhar qualquer "marcha"...Em seu artigo o senhor menciona a sua religião. Diz até querecebeu uma "mensagem divina", de uma missão a cumprir. Sou católica mas já li bastante sobre o espiritismo. Ao que meconsta essa crença é baseada em bons sentimentos como caridade, honestidade, humildade, amor ao próximo,liberdade, entre outros. Baseada nisso posso afirmar entãoque, se de fato recebeu uma missão, de duas, uma: ou ela não é divina ou foi mal interpretada pelo senhor.

O senhor não é caridoso, porque em momento algum se preocupou com o que alguns desses jornalistas, pais de família, estavam passando sem receber o salário correto há tantos meses...O senhor não é humilde, porque sempre aos berros e com atitudes extremadas e agressivas, pisoteia em todos aqueles que não se submetem cegamente aos seus desejos, por mais estranhos que eles sejam...O senhor não ama a liberdade, porque só aceita a liberdade de quem nunca contraria as suas vontades e pune aqueles quese vestiram de preto, em sinal de protesto porque queriam receber aquilo que lhes é de direito: o salário merecidopelo serviço prestado. Vestir de preto não foi "deboche", foi "protesto", a famosa "liberdade de expressão" que pela qual o senhor tanto lutou nos áureos tempos de sua juventude.O senhor não ama ao próximo, porque se amasse não tentaria fazer de nenhum deles escravos das suas vontades e de seus sonhos... A escravidão no Brasil já foi extinta há muitosanos.

Nem o senhor, com o seu idealismo, trabalha de graça, senão não teria acumulado os bens que hoje abrigam e sustentam a sua família.Enfim, o senhor não é um verdadeiro cristão, no sentidoamplo e correto da palavra, pois seu coração, ao contráriodo que afirma, não é mole, é duro e cheio de vontades e vaidades pessoais.Também ao contrário do que afirma, nenhum desses jornalistas é sem vocação ou inculto, tanto que foram aprovados em uma seleção feita pelo seu jornal. Minha filha, mais especificamente, concluiu o curso de Jornalismo com excelentes notas e hoje está terminando a especialização em"Jornalismo Cultural" pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro.

A contagem regressiva para os dias finais dos hipócritas realmente já começou. Prepare-se! A partir desse episódio,todos estão sabendo que o seu idealismo termina no momento em que o senhor vê a sua "autoridade" ameaçada, as suas vontades contrariadas. Prova disso é vê-lo falar em idealismo, em sacrifícios, quando não os pratica, diga-se de passagem. Agora todos estão conhecendo o seu individualismo,a sua arrogância e prepotência, obrigando os que ficaram atrocar de roupa, pedir desculpas e usar um adesivo ridículo,parecido com aqueles que se usava nos tempos da ditadura"Brasil, ame-o ou deixe-o".

Esse "Eu amo o Diário da Manhã", lembra bem aqueles tempos. Só que a ditadura agora é para com aqueles que querem manter o seu emprego porque precisam dele para sustentar a si próprio e a suas famílias. Apesar de negar, o senhor guardou mágoa sim e se vingou demitindo aqueles que não obedeceram ao seu comando de trocar de roupa e pedir desculpas. Como o senhor pode ver esses jornalistas, têm caráter e são firmes quando tomam posições, ainda que a conseqüência tenha sido a perda doemprego. Eles são idealistas, não escravos. São idealistas, não incultos, (eufemismo que o senhor usou para expressar que eles são burros), a ponto de trabalhar de graça para sustentar a vaidade de um só homem. São idealistas, mas não analfabetos. Acho que poderíamos chamar de ingênuos, pois um dia tiveram esperança que o Diário da Manhã era uma uma empresa idealista e possível de se trabalhar. Acho que poderíamos chamar de ingênuos, pois um dia tiveram esperança que o Diário da Manhã era uma uma empresa idealista e possível de se trabalhar. Acreditaram que seriam levados a sério como profissionais,que teriam liberdade de expressão e que receberiam pelos bons serviços prestados.Ingênuos sim, analfabetos, nunca, pois ao contrário do tempo em que o senhor iniciou na profissão, tiveram sua formaçãodentro de uma faculdade e foram por ela aprovados, senão não teriam chegado aonde chegaram. Este seu ato, com certeza, vai diminuir a credibilidade do seu jornal entre seus leitores,e eu me incluo entre eles. Um jornal que não respeita aliberdade de expressão não pode ser levado a sério. Um jornal onde só sai a matéria que agrada ao proprietário, não pode ser levado a sério. Um jornal que usa a censura econômica (leia-se demissão), dos jornalistas que não aceitaram trabalhar sobre a mira de um chicote, não pode ser levado a sério. Um jornal que não honra o compromisso para com aqueles que o fazem, não pode ser levado a sério...

Ainda bem que a Maria do Céu e o João de Deus, ao que parece, ainda podem se orgulhar do pai que o senhor é.Espero que as lembranças dos seus tempos de luta contra aditadura, dos seus tempos de idealismo, sirvam para acobertar e fazê-los, depois de adultos, ainda sentirem orgulho do jovem Batista Custódio idealista que o senhor foi, porque o tempo transformou o jornalista cheio de ideais em um empresário a quem só importa a si próprio, as suas vontades e a preservação do patrimônio adquirido. Que pena!

sábado, maio 19, 2007

LER BULA PODE DAR AZAR

Tem coisas que acontecem em Goiânia que é só aqui mesmo e o resto do mundo civilizado cai de joelhos de tanto espanto. Imaginem que um jornal diário local bastante conhecido pelo formato jorrando sangue e almas de outro mundo, demitiu 28 jornalistas, alguns com diplomas e outros nem tanto. E sabem por quê? Os bobinhos decidiram vestir preto nesse calor de rachar do cerrado goiano. Se fu!

Recebi a pouco um email muito engraçado da Júlia, que aliás tem uma boa veia de humor, por que se fosse eu mandava esse cambada de jornalistas tomar naquele lugar, o diabo é que a maioria ama evão é ficar felizes.

Voltando a missiva da Júlia, menina lampeira e formosa, lá do norte goiano, acadêmica sei lá do quê, num há de ver que ela, bobinha, comentou uma artigo que saiu na REVISTA BULA no qual um dos doutores da intelectualidade goiana mete o sarrafo na Linda Monteiro. Para quem não sabe, Linda Monteiro é fã ardorosa do Goiás e tem grana para dar de pau na orelha desses intelectualóides, vilanovenses e atleticanos, que ficam se mordendo por perderem as mordomias que usufruem dentro da AGEPEL. E na ausência dessas benesses do governo estadual, se conformam com as migalhas da SECULT mesmo.

Só para entender leiam o artigo do intelectualóide – Debi Lóide -
“Não CW. A única coisa a fazer é tocar um tango argentino...
Em 1994 até os picolezeiros da Praça Cívica sabiam que o Maguito Vilela não era chegado em cultura e Linda Monteiro, menos ainda. De cara, na gestão de Linda foram instituídas apresentações de catira nos museus de Goiânia, apesar de ter dito recentemente em entrevista ao jornal O Popular que gosta mesmo é de música clássica e erudita. Seria então razoável perguntar por que, durante sua gestão, não se tem idéia de uma única apresentação desse tipo – a não ser que Linda Monteiro pressuponha que a Orquestra de Violeiros do Estado seja música clássica e o Grupo de Catireiros de Jataí seja erudição. Como quase sempre fingimos que somos educados, é claro que vou dizer que Linda Monteiro tem o direito de gostar do que quiser. No entanto, transformar um órgão público numa sucursal de rádio brega, como fez, já é um negócio meio exagerado, para não dizer absolutamente tosco. A Fundação Cultural Pedro Ludovico lembrava uma festa de peão em dia de show de Amado Batista. Um conhecido promoter me disse que foi convidado, em 1995, por um assessor de Linda Monteiro, para elaborar um projeto para FUNPEL, nos moldes do prefeito Darci Accorsi – o homem que teve a brilhante idéia de transformar Goiânia em A Capital Country do Brasil – A empreitada consistia em investimentos maciços, públicos e privados, em apresentações de cantores sertanejos e grupos de catira. Nossas duplas caipiras finalmente seriam elevadas ao píncaro da glória. Uma época de grande fartura cultural. Catireiros ao vivo no Faustão, Leandro e Leonardo, substituindo o tradicional Roberto Carlos na Rede Globo, que já duravam 30 anos. Uma facada no coração do rei, e um tiro na B... dos artistas goianos. Graças a Deus, Darci Accorsi foi defenestrado e junto com ele suas idéias ridículas. Resta saber, se Linda Monteiro, vai utilizar a idéia na totalidade o ou se vai acrescentar alguns excertos nos padrões do genial Oscar Dias!
Quanto tempo Linda Monteiro irá agüentar?
Repito e assumo que vivo me repetindo. Durante sua gestão, Linda Monteiro, gastou 3 anos para trocar as luminárias da Praça Cívica.
Imagine essa cena. Dizem que aconteceu de verdade, numa dessas confraternizações de fim de ano, que funcionários públicos adoram. Linda Monteiro passava em revista sua gestão. Explicando como foi difícil e ousado reformar uma praça inteira. Até os pombos passaram por um banho. Isso sem falar nos mendigos e lavadores de carro. Claro que Linda. Não era boba, nem nada. Lógico que ela tinha o suporte logístico, de gente de peso, tarimbada. Tipo: Adovaldo Fernandes e Oscar Dias. A dupla é quase um tributo à genialidade goiana. Mas, voltando a confraternização, diz a lenda: enquanto Linda discursava calorosamente, recebendo aplausos até das paredes, eis que numa aparição quase mágica surge o lendário Erivaldo Nery, o Piolho, e numa eloqüência única lança Monteiro à prefeitura de Goiânia.Toda essa lenga lenga, envolvendo o Piolho e Linda Monteiro, que até parece um lance do I CHING foi só para tentar ilustrar o que está por vir moçada. Um sinal claro para botarmos nossa barba de molho. E termos a certeza, que assim como a gestão de Linda Monteiro, a nossa batata já está assando. ...Então, doutor, diante de tudo isso, ainda é possível tentar o pneumotórax? Não CW. A única coisa a fazer é tocar um tango argentino...
http://www.revistabula.com/coluna1-2007-05-13.php

Leiam o comentário quase inocente da Júlia:
Tadim! Pobrezinho!Me engana que eu gosto, tadim de você, que cara de pau. Tasca ai um óleo de peroba para ver se melhora, coitadinho. Está tão preocupado com Linda Monteiro que só tem esse assunto. E cá entre nós, antes presidente do Goiás, que ser apontada a dedo por fraudar uma tese de doutorado e esse ai, você bajula, hem?Vendidinho!Júlia Francisca Silva 05.13.07 - 12:20 pm #

E a resposta de Debi Loide :
Engraçado, eu descobri que a Júlia é na verdade um amigo sacana, desses que vai se revelando aos poucos. Mas eu o perdôo. Ele não está acostumado com amizade sincera. Além do que, eu não agüento mais, homem que não desce do muro. Em todos os textos assinados publicados por mim, eu nunca disse que alguém era desonesto.Acho que Linda Monteiro foi o pior nome possível para a cultura goiana. No entanto, isso não me da direito, de tentar imputar-lhe o rótulo de desonesta.Da mesma forma, gostaria que você meu caro, que não fizesse insinuações sobre a honestidade das pessoas. Cabe ao acusador o ônus da prova..Se tiver provas. Faço questão de publicar na capa da Bula.CWL 05.14.07 - 8:30 pm #

E a Júlia mandou as provas, que alias primeiramente foram postadas aqui no ACORDA GOIÂNIA e claro, tudo foi deletado da tão democrática revista BULA. E Debi Loide já tinha certeza que Júlia é o altar ego que outro personagem que elegeu como inimigo.

Julia, o ódio que você sente pelo secretário Kleber Adorno te deixou cega. Mude a retórica...já faz alguns anos que você parece uma vitrola quebrada...Denuncias não viram verdades apenas porque saíram nos jornais e por que você quer. Leia mais, vá ao teatro, visite o Cine Ouro. Não importa de quem foi a idéia. O fato é que o lugar pegou. Ficou divertido. Bonito. Esse tipo de reconhecimento é necessário. O dia que Linda Monteiro tiver uma grande idéia, eu serei o primeiro a cumprimentá-la. Um amigo sempre me diz que em Goiás, os bons brigam e os medíocres se unem . Eu sempre tive você, minha cara Dio......., na conta dos Bons, mas tome cuidado. O comentário por aí...é que você é a forma feminina do piolho.Edited By SiteownerCWL Homepage 05.16.07 - 10:15 pm #

É claro que todas as respostas enviadas foram moderadas pelo Debi Loide CWL. E vejam a onde vai a liberdade de imprensa.

CW: não se deve amplificar a voz dos idiotas. Deixe o piolho falando sozinho. Andei pensando sobre isso, e até fisicamente a Júlia se parece com o piolho. Provavelmente, deve agir como ele. Outro detalhe: as pessoas que o nosso piolho aqui da Bula defendem, o comentário que se escuta, é que algumas delas correm o risco de ir para cadeia.Ulisses Aesse 05.19.07 - 10:14 am #

Petista é assim mesmo. Se você deixa ele solto, fatalmente, ele vai voltar a delinqüir.Ulisses Aesse 05.19.07 - 10:25 am #

olhem o que eu achei no Opção Nessa epoca o piolho, que aqui assina como Júlia, não trabalhava com o Sandro di Lima...CARLOS WILLIAN Na Secretaria Municipal de Cultura, o secretário Sandro di Lima até desenvolveu alguns projetos interessantes, como o teatro nos bairros, mas, no geral, sua gestão deixa muito a desejar. Mesmo quando a idéia é boa, falta estrutura e conseqüência na execução. As rodas de hip-hop, por exemplo, são mais organizadas que os eventos da própria secretaria. Por falar em hip-hop, outro problema grave da Secretaria Municipal de Cultura é o cheiro crônico de maconha nos banheiros, associado ao cheiro de alguns cabeludos que parecem morar por ali. Estive lá por duas vezes em anos diferentes e, nas duas, o cheiro da erva infestava o ambiente.Ulisses Aesse 05.19.07 - 10:35 am #

Será que há alguma coisa que possa ser dita diante de tanta inteligência? Tem razão Júlia, uns causam espanto por fazerem coro as meretrizes da cultura, outros nem tanto, já que não se espera nada mesmo.

E leiam enquanto podem a resposta da Júlia aos intelectualóides goianos:

Esses são os representantes do jornalismo goiano? Vocês sim, clones perfeitos do Piolho, e clones piorados. Ulisses nada me causa mais espanto que você se aliar e respaldar as idiotices desse jornalista de feira hippe que é C.W.L. Que tipos que nem Batista Custódio e Tadim respaldem um coitado desses, e até coloquem verdinhas nas suas letras não causa admiração. Mas você? Caramba! É um espanto! Que mundo pequeno esse, e tão repleto de coronéis.Antes de sugerir a prisão do piolho, investiga quem de fato está sendo processado por improbidade administrativa e poderá se deparar com outras possibilidades. E possibilidades essas que poderão definitivamente deixar na berlinda, uma pena que não seja o xilindró, determinados coronéis da cultura.Que dó dos órfãos que ficarão.Júlia Francisca Silva 05.19.07 - 12:25 pm #

Antes que perca a veia e a piada, Júlia, a idéia de propor uma condecoração ao Piolho como intelectual do ano é muito boa, afinal ao lado de Debi Loide, não vai fazer feio mesmo! Vai ser o show! Tem todo meu apoio!
Acorda Goiânia! Sai dessa merda antes que termine deixando de lado a modernidade para torna-se terra de crentes e intelectualóides!