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quarta-feira, maio 06, 2009

PT no laço?

Essa saiu no jornal O POPULAR de hoje. E o prefeito Pires chama o deputado Pedro Wilson de amigo do alheio. Essa eu quero ver!

O PT vai continuar caladinho? Mudinho?

Pior é que penso que vai ficar, por que com tantos disparates nas ações do executivo municipal, e o principal deles tem relação com o transporte coletivo, o maior calote praticado contra os goianienses, e o PT calado.

Leiam e vamos as apostas!

Prefeito não poupa Alcides e PT de críticas

O prefeito Iris Rezende (PMDB) não poupou o governador Alcides Rodrigues (PP) e o PT, aliado do peemedebista no Paço Municipal, de críticas durante a apresentação da prestação de contas do município no primeiro quadrimestre, ontem, na Câmara de Goiânia.

Tido como candidato de consenso do PMDB na eleições para o governo estadual do ano que vem, Iris fez uma explanação em tom mais exaltado que o adotado em reuniões anteriores da Comissão de Finanças.

Além de citar a dívida herdada do antecessor, o atualmente deputado federal Pedro Wilson (PT, 2001-2004), Iris criticou contratos firmados na gestão do petista e, em meio às críticas, se deteve com mais ênfase nos contratos dos fotossensores. “Essa história de fotossensores está me enchendo a paciência há muito tempo”, disse, para em seguida afirmar que a administração anterior “passava a mão” nos 50% da arrecadação de multas destinados à empresa contratada.

Saúde
Ao falar sobre as críticas ao funcionamento do sistema municipal de Saúde, Iris partiu para o ataque contra o governo estadual, sem citar, no entanto, o governador. Segundo ele, a não-aplicação dos porcentual previsto por lei para o setor, pelo Estado, é que torna o sistema da Prefeitura ineficiente. “A lei diz, e a lei é antiga, que os municípios investirão 15% de suas receitas na saúde. Ai de mim se, como prefeito, se não fizer, se chegasse no fim do ano e faltasse um centavo para completar os 15%. Seria crime de responsabilidade, intervenção, no duro”, disse o prefeito.

E em seguida citou o Estado: “E o que acontece com o Estado? A mesma lei diz que os Estados deverão investir 12%. Não sou eu que estou denunciando, são dois ex-secretários da Saúde do Estado que saíram. O Estado investe 6%, 7%.” Segundo ele, 46% dos pacientes atendidos pelo sistema municipal vêm do interior e de outros Estados.

Iris abordou a questão ao falar sobre a falta de médicos e a demanda de pacientes pelo sistema municipal de Saúde. O prefeito afirmou ainda que “tem gritado” para tentar resolver o problema, mas que Estado e União “não resolvem” (C.E.R.).

domingo, agosto 10, 2008

GOIÂNIA SEM LEI 5 - REGISTRO CASSADO

Em um domingo de sol, dias dos pais, a grande notícia é a do indeferimento da candidatura do prefeito Iris. Motivo? Seu vice é ficha suja. Viva Eduardo Siade!!!
Acorda Goiânia!!!!


DIÁRIO DA MANHÃ
Política e Justiça (10/08/2008)
PEEMEDEBISTA TEM REGISTRO CASSADO
O juiz eleitoral Eduardo Siade indeferiu no início da noite de ontem o registro de candidatura do prefeito Iris Rezende (PMDB), que disputa reeleição. A decisão foi tomada com base na prestação de contas do candidato a vice na chapa peemedebista, Paulo Garcia (PT), rejeitada pela Justiça. A lei eleitoral entende como única as candidaturas de chapa majoritária. As contas se referem à campanha de 2002, quando o petista foi eleito deputado estadual.Os advogados de Iris Rezende, Estevão Dias e Marconi Pimenteira, prometem entrar com recurso no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) na segunda-feira. Vão pedir que o juiz reveja a decisão, argumentando que houve “falha técnica e equívoco formal” na análise das contas. A Justiça declarou ainda que Paulo consta na lista de ficha suja da Associação dos Magistrados do Brasil.Iristas garantem que Paulo não será substituído na chapa, alternativa que livraria Iris do risco de impugnação. Informam também que a legislação não proíbe a continuidade da campanha. Caso seja rejeitado, o recurso pode ser encaminhado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). (S.M.)
http://v5.dm.com.br/politica_e_justica/peemedebista_tem_registro_cassado

sexta-feira, agosto 08, 2008

GOIANIA SEM LEI 1

O prefeito de Goiânia visando atender as inúmeras "igrejas" protestantes, que nascem em praças públicas, nos velhos cinemas, em todas as esquinas, feito praga, erva daninha, impede a população de Goiânia de decidir se quer ter tais vizinhos ao lado de suas casas.

Tais agremiações religiosas são bons negocios, enchendo o bolso dos pastores e explorando os incautos.

Goiânia é a única cidade onde existem tantos otários, dispostos a pagar para garantir uma vaga no céu, mesmo com os problemas com a camada de ozônio!

Iris veta audiência pública sobre obra de impacto à vizinhança
Debates são previstos no Estatuto das Cidades. prefeito alega demora de licenciamento
Marília Assunção para jornal O POPULAR 08/08/08
Os impactos sonoros e ambientais de grandes construções sobre seus vizinhos não serão discutidos antes de a obra começar, por exemplo, em audiências públicas. A realização de audiências estava prevista nos artigos 16 a 18 da Lei 063, de 18 de junho, que trata do estudo de impacto de vizinhança, mas elas foram vetadas pelo prefeito Iris Rezende em junho.
O artigo 16 facultava a realização da audiência convocada pelos órgãos municipais, vereadores, Conselho Municipal de Política Urbana (Compur), empreendedores ou por no mínimo 200 cidadãos da área de impacto. As consultas serviriam para as partes terem noção dos aspectos positivos e negativos do empreendimento, sobre a qualidade de vida e até o valor de mercado da região impactada. As aprovações dessas audiências seriam submetidas ao Compur para evitar situações em que o município não tem outra alternativa para licenciar o empreendimento.
No veto, o prefeito alegou que utiliza instrumentos técnicos previstos no Plano Diretor, que a audiência seria inadequada e que tornaria o licenciamento e a liberação do uso do solo mais demorados. O secretário de Planejamento, Jeová Alcântara Lopes, reforçou ontem que a Prefeitura ouve os moradores “de casa em casa”. Para ele, a realização de audiências públicas engessa a administração e fere a autonomia do prefeito “que já foi avalizado quando eleito”.
O veto deve ser apreciado na próxima semana pela Câmara, mas derrubá-lo exigiria o chamado quórum absoluto, formado por, no mínimo, 18 vereadores contrários. Na oposição, o vereador Elias Vaz considera pouco provável derrubar o veto, mas afirma que, mesmo assim, vai trabalhar para que ele ocorra.
Bancada evangélicaO veto à realização de audiências também recebe críticas de membros do Compur. Um deles, Ride Correa, que representa uma organização não-governamental ambientalista que tem assento no Compur, considerou um retrocesso. “Ganha a bancada evangélica na Câmara, afinal, hoje os empreendimentos que mais interferem no impacto de vizinhança são os templos religiosos”. Para ele, em uma audiência os templos seriam expostos à rejeição popular.
Além disso, Ride Correa considera que evitar a audiência pública “é evitar a possibilidade de uma gestão participativa no Município”, alfinetou o vereador.
¤ LEIA MAIS
Pode ser melhor ouvir antes do que depois
A discussão sobre o custo e o benefício de fazer uma audiência ou uma consulta pública é hoje uma reflexão entre economistas e administradores públicos. Uma tendência de transparência nos assuntos de interesse público. Geralmente, há preocupação em apurar se o custo de participação (mobilizar, gastar tempo, por exemplo) compensa fazer e, aos afetados, ir à audiência.
No caso de impactos sobre vizinhança – de igrejas, indústrias e até cemitérios –, parece inimaginável que não despertem interesse por realizar e participar. Ao prever as audiências antes desse tipo de obra, o próprio Estatuto das Cidades antevia esta importância.
Talvez até demore mais ter de ouvir primeiro os afetados, mas que pode evitar desgastes e danos futuros, lá isto pode. (M. A.)

sábado, junho 21, 2008

O calote do professor DELÚBIO

Louvável a reclamação do promotor Fernando krebs, porém, desde quando cumprem decisões judiciais em Goiás? Um exemplo clássico, a decisão que ANULA a 3ª CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE CULTURA, por fraude e desrespeito Constituição Federal. Alguém cumpriu? Não. Continuam pagando à falsos Conselheiros de Cultura, para fazerem de conta que existe um Conselho Municipal de Cultura em Goiânia.
Isso é caso de polícia!
A aliança PT e PMDB só conseguiu aproximar os iguais, tanto que Delúbio era o chefão da turma pró aliança.
E o prefeito, que não é besta e nem nada, ainda vai meter o pé no traseiro dessa turma, afinal, o velhinho já sabe que escolheu a turma que não puxa votos, e pior, maculou a própria credibilidade.
Delúbio e sua turma de contraventores só querem se garantir, e ai tá certo escolherem a prefeitura de Goiânia e o atual prefeito como aliados, basta ver o naipe do secretariado atual. Como já dizia minha sábia vovozinha, me diga com quem andas e te direi quem és... Eh, prefeito, isso que é perfeição.

Ex-tesoureiro do PT não cumpre decisão judicial, deixa de devolver R$ 164,6 mil ao governo de Goiás e continua empregado, mesmo sem trabalhar

por SÉRGIO PARDELLAS
"Não é possível que Delúbio, mesmo condenado, não tenha sido demitido" Fernando Krebs, promotor


O ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares, um dos principais protagonistas do escândalo do mensalão, está novamente na alça de mira do Ministério Público. Desta vez, ele é acusado de desacatar uma decisão judicial e promover um calote contra o Estado de Goiás. Em maio de 2007, Delúbio foi condenado a devolver R$ 164,6 mil ao governo goiano, mas até agora, passado mais de um ano, não pagou nenhum centavo. O valor se refere aos salários que Delúbio recebeu, segundo a Justiça, de forma irregular, como professor contratado pela Secretaria de Educação. O ex-tesoureiro petista recebia os salários todos os meses, mas não punha os pés na sala de aula. Delúbio foi contratado pelo governo de Goiás em 1974, mas se licenciou diversas vezes sob o argumento de atuar no Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado (Sintego). Na sentença condenatória, o juiz Ari Ferreira de Queiroz, da 3ª Vara da Fazenda Pública de Goiânia, entendeu que, nos períodos de licença, Delúbio na verdade residia em São Paulo, trabalhava para o PT e não prestava serviços ao sindicato.
Além de não devolver o dinheiro recebido irregularmente, Delúbio continua como funcionário público do Estado de Goiás e permanece longe das salas de aula. "Não é possível que Delúbio, mesmo condenado, não tenha sido demitido", diz o promotor de Soares de Gouvêa, disse que o procedimento administrativo disciplinar contra Delúbio depende de parecer favorável da Procuradoria- Geral do Estado. "A Procuradoria nos comunicou que está fazendo um reexame do processo", disse à ISTOÉ a subchefe da Casa Civil, Avenilma de Lourenço Freitas. O problema é que um procedimento administrativo não pode se sobrepor a uma decisão judicial. Ainda que as medidas internas do governo possam retardar a demissão de Delúbio, elas jamais poderiam impedir o cumprimento da pena imposta: a devolução dos R$ 164,5 mil recebidos ilegalmente.
Para o Ministério Público, os movimentos do petista contra a sua exoneração ocorrem porque ele planeja candidatar- se a deputado federal em 2010. "Sua exoneração a bem do serviço público poderá ser explorada negativamente numa futura campanha política", diz o promotor Krebs. Tanto o ex-tesoureiro do PT quanto seus advogados foram procurados por ISTOÉ, mas não foram encontrados.