Em Goiânia, pessoas vivem de aparências e as aparências enganam ... Estamos de olho, acorda Goiânia!
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SOBRE O ARTIGO DE PX DA SILVEIRA, NO 'DM', ENVIO O SEGUINTE COMENTÁRIO:
Embora concorde com as palavras deste nobre articululista, que tão bem conhece a causa da Cultura, sobretudo em nossa 'currutela' (em se tratando de Cultura), discordo no tocante a defesa que faz do Sr. Iris, prefeito desta, porque todos sabemos que ele tem se calado diante de todas as informações e constatações feitas sobre o caos cultural que impera em nosso município, ainda mais sobre as falcatruas e desmandos e loucuras de muitos de seus 'colaboradores' (?) nesta sua gestão de grandes benefícios mútuos entre eles. O pior nisso tudo, penso, talvez não seja a atitude do 'nobre' prefeito, mas a falta de atitude, de postura da grande maioria dos artistas goianos e goianienses que se calam ante tantas injustiças e sectarismos. Não os condeno, nem os justifico tão pouco. A verdade é que cada um, hoje, quer, apenas, defender 'o seu', ainda que sua 'classe' ou grupo, ou categoria sejam, em sua maioiria, desprezados, injustiçados, desrespeitados. Ninguém mais luta por uma causa, a não ser a sua própria. E com isto, as 'hienas' seguem sempre sorridentes, certas de já terem garantidas suas 'carniças' para se alimentarem no dia seguinte. E nessa realidade, fica a Cultura boa e séria 'de pires na mão' ou de 'chapéu' mesmo, esmolando... Uma pena!!
“Eu insisto em cantar/Diferente do que ouví/Seja como for recomeçar/Nada há/mas há de vir/Me disseram que sonhar/Era ingênuo/E daí?/ Nossa geração não quer sonhar/Pois sonhe a que há de vir.../
(Osvaldo Montenegro)
A “BOA” VIDA DOS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS
Pode ser que ao iniciar este texto com esta parte da canção, já não fosse necessário discorrer sobre o tema pensado, pois que para muitos estaria entendida toda a essência.
Entretanto, sinto o acelerar de meu coração a me impelir ao ato de escrever. Tão somente me rendo a este momento, esperando que, quem sabe, ao dividir com os leitores esta história, consiga me refazer. Peço licença a alguns grandes e nobres articulistas para, com toda humildade e, ao mesmo tempo, atrevimento, escrever com pensamento muito simples. Escreverei com o meu coração, com minha alma, que é o que sei fazer, e eles, geralmente, não se apegam as regras gramaticais, não conseguem entrar em uma fôrma. Explicações feitas e desculpas pedidas antecipadamente, então, vamos ao que é mais importante.
Tenho 45 anos; em agosto próximo completo 46. Não sei bem o porquê, mas me agrada e tenho orgulho de falar minha idade. Talvez seja pela pretensão de parecer experiente, vivida. Sei lá. O fato é que em outros tempos passados, saber que uma pessoa era funcionário público significava saber que esta pessoa era alguém importante, responsável, honesto, que estava ali para servir ao povo, da melhor forma possível, além, é claro, de servir ao seu Município, Estado ou País. O funcionário público gozava de um respeito imenso, de status até (também era assim com os professores). Não que tudo ou todos fossem perfeitos, claro que não. Problemas sempre existiram, como bem sabemos.
Cresci ouvindo sobre o status que essas pessoas tinham e dos benefícios que recebiam. A vida de um funcionário público seria “muito boa”, “muito fácil” estabilidade, “bons salários”, “pouco” trabalho, boa aposentadoria, entre outras benesses. Se havia verdade nisto, não sei. O que sei é que este pensamento atravessou o tempo e, ainda hoje, vigora. Vale ressaltar que, vez por outra, (embora raríssimas), alguém reclamava do mal atendimento, da demora nas respostas e soluções dos problemas, da burocracia que dominava o sistema. Contudo, o serviço público continuava sendo o sonho e o alvo de muita gente. Eh, eu sei! Isto também continua prevalecendo no pensamento das pessoas.
Do lado de cá dos balcões, como cidadã, concordava com muita coisa que diziam; inúmeras vezes me senti indignada com os acontecimentos, sobretudo, a parte que se refere ao mal atendimento ao cidadão pelos funcionários públicos.
Mas o tempo passou e, mesmo que não tenha sido por escolha própria (digo isso por ter sido sugestão e incentivo de outra pessoa) participei do concurso público municipal e em setembro de 2002 “tomei posse” do que “conquistara”: Tornei-me uma funcionária pública efetiva, porque antes já trabalhava através de contrato especial. Até então, onde estava era muito bom trabalhar, entrei em uma gestão, passei pelas eleições e cai em uma outra, esta que conseguiu se re-eleger. Aqui, abro um parêntese para explicar que jamais faço política partidária (deve ter gente enjoada de tanto ouvir esta fala). Tem nada não. É sempre bom repetir determinadas coisas para que não paire dúvida alguma sobre minha intenção. Inicialmente, optei por não ficar na mesma escola todos os anos, bem como a trabalhar em duas diferentes nos períodos matutino e vespertino. Isso porque queria conhecer a dinâmica de lugares, pessoas e, conseqüentemente, trabalhos diferentes (amo isso) ainda que, teoricamente, a base fosse a mesma. Além disso, tem o fato de minha característica, meu perfil não ser de ficar presa, estacionada em um local todo o tempo; para mim, é estagnação. Gosto de movimento, do trabalho que não seja feito apenas dentro de uma sala, sentada atrás de uma mesa. Uma grande parte de meus colegas vêem isso como algo ruim, prejudicial para a minha “carreira e histórico” no serviço público. Pensam, como já me disseram, que deveria ficar em um mesmo lugar “para sempre” (credo!). Essa não seria eu. Não mesmo. E houve até quem quisesse me condenar por preferir mudar todo ano de escola, sem aceitar que sempre fora opção minha, acostumada a estar mumificada (com todo respeito). Gosto, e muito, de trabalhar e estudar entre outras coisas na vida. E no que se refere ao trabalho procuro fazer tudo da melhor maneira, ou seja, prestar um bom serviço às pessoas, bem como para a empresa, seja ela pública ou privada. Sempre foi assim. E comecei aos 12 anos no escritório de meu pai (Chamo a atenção aqui para minha idade e, vejam, estou viva e, graças a Deus e aos meus pais, sou responsável).
Durante todo o tempo em que trabalhei para empresas privadas, sempre procurei melhorar meu desempenho, fazer cursos técnicos; e havia de certa forma, incentivo para isso, valorizava-se a pessoa que buscasse aprender mais, que se capacitasse mais; havia reconhecimento (ainda que tímido) na maioria das vezes. Também as exigências eram grandes e esperava-se que o funcionário desempenhasse, no mínimo, sua função para a qual fora contratado e era pago. Hoje, não é diferente quanto as exigências.
Para meu espanto, no serviço público (no meu caso, o municipal) é tudo bem diferente. Ai daquele que “teima” em trabalhar direito. A máxima é dizer “sim para todos” os “chefes” (que são muitos, muitos mesmo) e não se pode pensar, raciocinar, questionar. Do contrário, corre-se o risco de ser “devolvido” como adoram dizer e fazer, sem a menor cerimônia, sem se importarem que estão lidando com seres humanos (como se fosse uma mercadoria estragada). Te jogam para lá, para cá, para cima, para baixo sem nenhum pudor, nenhum respeito, como a um objeto qualquer, mesmo que a Lei (ah, as Leis!!) condene tais atitudes. É bom ressaltar aqui que já não interessa a eles sua opção. Se se sentem incomodados e/ou ameaçados de alguma forma, te põem para fora do lugar como se você nada fosse ou significasse. Não sei quantos de meus colegas conhecem o Estatuto que diz que nenhum funcionário público pode ser “devolvido”, removido sem que haja motivo plausível e/ou consentimento do mesmo. Porém, é bom lembrar que estamos no Brasil, lugar onde as Leis são criadas para serem burladas, para protegerem os bandidos. Então, passa-se por cima destas Leis “inúteis” para se conseguir provar que são “chefes”, que têm poderes outorgados pela autoridade “maior” e “arrotam” isso o tempo todo para justificarem suas más ações.
Dói pensar que, depois de tanto estudar, participar de um concurso seletivo e passar, nenhum valor se tem, nenhum respeito. O funcionário público que não se envolve em questões políticas partidárias, não toma este ou aquele partido em relação a alguém, que apenas quer trabalhar honestamente, que não aceita propinas apesar das pressões recebidas, nem participa das inúmeras falcatruas e maracutaias (em algumas “pequeninas” somos forçados) desses “chefes”, “diretores” torna-se uma pedra no sapato deles, passível de todo tipo de perseguição, retaliação e ameaças.
E acreditem, para alcançarem seus maus intentos, os vários “chefes” são capazes de tudo: somem com relatórios feitos, folhas de ponto, te ligam e mandam outras pessoas ligarem para te aterrorizar, exigindo que você “arranje” atestado médico falso, para justificar faltas que você não tem. Difícil entender isso, não é mesmo? Quando aconteceu isto em 2006, não aceitei, é claro e, então, fabricaram um ofício dizendo que eu abandonara o trabalho por dois meses seguidos, sem justificativas. Se fosse verdade, não deveria eu ser chamada e recebido uma advertência? Não deveria ter sofrido um processo administrativo? Jamais procedi dessa forma, nem nos piores momentos de minha vida. A mentira, a falsidade, os interesses pessoais e a vaidade prevaleceram, tudo baseado nos benefícios mútuos.
Não posso deixar de mencionar a Junta Médica municipal onde, para a maioria, todos os funcionários que buscam este órgão são bandidos, mentirosos, culpados até que se prove o contrário (quando permitem). Será que o texto da Constituição está errado? Terei feito uma leitura equivocada sobre isto? Já nem sei... São tantas as Leis inúteis neste país. Na verdade, não sei o que é pior: se um país sem Leis ou se um país repleto delas, mas que não funcionam. Pelo menos, não para o cidadão trabalhador, cumpridor de suas obrigações.
E o que dizer sobre as famigeradas indicações políticas, que colocam em cargos de chefia, de “confiança” (e agora até entendo o porquê desta confiança) pessoas que, geralmente, nada têm a ver com o trabalho. Além de não conhecerem, desprezam todas as ações desenvolvidas e que dão certo; desfazem das pessoas do lugar, das crianças, dos adolescentes e suas famílias (ainda têm coragem de dizer que são “psicólogas”); oferecem “leite light desnatado” (sobrou o que, então?) e de origem duvidosa; “carunchos feijoados” (não é o contrário não) mandam bater no liquidificador para servir; carnes mal-cheirosas (estou sendo educada); leite azedo e tantas outras barbaridades. E quando alguém se levanta contra, são postas para fora do trabalho e ainda passa a receber xingamentos, ameaças, ofensas por e-mail e recados. Coisas que inicialmente são até engraçadas, mas que tomam proporções tais que é imperioso recorrer à polícia a fim de se ver livre e poder trabalhar em paz. E saibam que o que se ouve cotidianamente é que “fulano tem costas quentes”, que tal vereador ou que“grandes” pastores que ocupam cargos de assessores e outros (Pasmem! Um pastor! Agora isso virou moda, não é?) o colocou ali e que não há nada a fazer. E não adianta mesmo procurar por eles para conversar sobre o problema porque nada fazem, ainda que seu nome e título de “pastor” estejam em jogo. Mas o que é um nome ou um título diante de tanto poder na Terra, e benefícios, e status, concordam? Que importância deveria ter esses pobres mortais, “cidadãos comuns”, funcionariozinhos insignificantes, trabalhadores honestos, cumpridores de seus deveres, pais e mães de famílias, não é? Afinal, as eleições acontecem de 4 em 4 anos, apenas. Quem nos dera todo ano tivesse uma... Pelo menos, teríamos mais valor um número maior de vezes.
Alguns de vocês, leitores, poderiam se arriscar dizendo que há meios administrativos para se resolver todas estas questões mencionadas. Sinto decepcioná-los, mas não há, não de verdade. É pura perda de tempo e energia física e mental tentar buscar soluções administrativamente. Isso porque o corporativismo e os interesses particulares de um e outro imperam e tudo acaba perdido em uma gaveta qualquer, em uma sala qualquer, de um lugar qualquer, quando não, em um lixo qualquer. O máximo que se tem como resposta é: “...desculpe por alguma coisa, mas fulana (o) tem cargo de confiança e é nela (e) que tenho que acreditar...” Vergonha, humilhação, descaso, desprezo, prejuízos morais, financeiros é a parte que cabe aos funcionários públicos que se atrevem a questionar, trabalhar corretamente, buscar o que é seu direito dentro da Lei. A verdade jamais é aceita, acatada, admitida, ainda que caia como um raio sobre a cabeça deles, sim, porque acatá-la romperia com os pactos feitos entre eles de benefícios mútuos.
Como podem ver, amigos leitores, a vida de um funcionário público não é assim fácil como pensam a maioria. Pelo menos não para os sérios, os que se preocupam, de verdade, com seu trabalho, em servir bem as pessoas que pagam seus salários. Nosso verdadeiro patrão, empregador é o POVO; é para ele que trabalhamos e não para este ou aquele chefe, diretor, secretário, prefeito; menos ainda para um ou outro partido (que se fosse coisa boa seria inteiro); governos mudam de 4 em 4 anos (agora, até menos que isso, não é?). Não consigo entender o porquê dos (des)governantes agirem assim em relação aos funcionalismo público. Não deveria interessar a eles se somos ou não partidários; se concordamos ou não com tudo que fazem de certo ou errado (mais errado sempre). Eles deveriam se preocupar com o bom desenvolvimento do trabalho. Mas as vaidades são muitas, a ganância enorme, os conchavos maiores ainda, o interesse real pela coisa pública, ínfimo ou inexistente.
Há diretores que enchem o peito para dizerem por aí que “...a coisa pública não tem dono...é coisa de ninguém...” Não penso assim. Dono tem, pode não se importar com o que acontece, pelo menos não a ponto de tomá-la de volta. Outras pérolas do meio “...faça do serviço público um bico...eu faço assim...”; “...não invente nada novo, ninguém aqui quer mudança, deixe do jeito que está...”; “...ah, pra que tanta honestidade, meu Deus...”; estas duas próximas agora, caríssimos leitores, foram as piores (ou as melhores??) de todas que ouvi nestes últimos 4/5 anos, de duas “colegas”: “...mandou, eu obedeço, não questiono, não quero nem saber...”; “...me diga uma coisa, Adrienne, se você recebe uma ordem, e essa ordem vem de seu chefe, você não obedeceria?” Para esta eu respondi que não, pois que tinha cérebro para pensar. Aliás, cérebro pra que, não é? Pensar e assumir riscos e responsabilidades, para muitos, é trabalhoso, dói, os fazem enxergar o que não queriam. E é muitíssimo perigoso pensar...
E de março para cá tenho tentado conseguir fazer valer meu direito de trabalhar, já que não cometi nenhum crime sequer (cometi o erro de confiar e acreditar em duas “pessoas”) através de um mandado de segurança que nunca sai; tirando dinheiro, como dizia minha avó, “da boca” para pagar advogado e as custas do processo. Infelizmente, tenho visto e sentido estas coisas nesta atual gestão municipal, que tem fama de detestar funcionários públicos. Lembrei-me agora de uma citação feita por articulista de um jornal da cidade, de autoria de Jean Cocteau, que afirmava o seguinte: “As massas sempre pouparão a Barrabás.” É preciso dizer mais? Sei que não. Mas devo continuar para atingir, quem sabe, meu objetivo de, ao dividir com os leitores, obter a cura.
Digo que, de tanto ver e conviver com as agruras, as injustiças, as impunidades (acima de tudo) na vida de funcionários públicos honestos e trabalhadores, alguns desistem, adoecem, fazem apenas o que é pago para fazer (e alguns, nem isso). Simplesmente, esperam o tempo passar e a aposentadoria chegar. Não os justifico. Tampouco, os condeno. Apenas, os compreendo melhor agora. Não cabe a mim julgá-los. E ao verem um novo funcionário público se apresentando para o trabalho, com entusiasmo, dizem: “...eu já fui assim; daqui a algum tempo você estará como eu...” Cruzes!! Deus me livre e guarde! Para esta eu respondi que certamente ficaria assim quando estivesse morta e em estado de decomposição. Gostou não.
De qualquer forma, penso que alguma coisa precisa ser feita para que os politiqueiros entendam, realmente, qual o nosso papel enquanto Servidores Públicos, que nos respeitem, minimamente, como pessoas que somos. E aos colegas e amigos dentro deste ambiente, na maioria das vezes, “insalubre”, conclamo-os a se inteirarem mais sobre o que nos é pertinente – direitos e deveres, e a não se deixarem ser abusados. Nosso trabalho não depende (e não deve, jamais, depender) de quem assume o poder de tempos em tempos, de quem “ganha” as eleições. Governos vêm, governos vão. Nós permanecemos. A grande maioria, prontos para Servir, independente de tudo e de todos. Não se iludam, queridos amigos e colegas, a mudança e a valorização de nossa pessoa e nosso trabalho jamais partirão deles, como jamais partiram em tempo algum. Toda mudança se inicia a partir de nós mesmos, de cada um. Se não abrirmos nossas bocas para falar e agirmos, nada mudará; assim mesmo, corremos o risco de tudo continuar na mesma, já que estamos no Brasil, onde reina a impunidade, o país de Leis inúteis. Ainda que seja sozinho, apesar de penoso, vale lutar, mas juntos, nos fortalecemos. Todos os nossos problemas sociais, sobretudo, de violência, banditismo e de drogas, tenham certeza queridos, têm origem na impunidade e no falso sentimento de que “não adianta fazer nada”; no querer ‘levar vantagem em tudo’; no “não tenho nada a ver com isto”, e por aí vão as muitas desculpas que nos damos para não vermos e lutarmos pela nossa (coletivo) vida.
Somos todos responsáveis por tudo que acontece no mundo ou em nossa vida, sobretudo quando nos calamos.
Que Deus tenha misericórdia de nós, os repreenda e nos faça justiça!
PROCESSO: 200804363522 AUTOS: 125/09 VÍTIMA: PAULO AFONSO SANCHES ACUSADO: NILSON DOMINGUES INFRAÇÃO PENAL: ARTIGOS 138 E 139, C/C O ART. 141, INCISO II, TO- DOS DO CÓDIGO PENAL. A REPRESENTANTE DO MINISTÉRIO PÚBLICO, NO USO DE SUAS ATRIBUIÇÕES LEGAIS, DENUNCIOU NILSON DOMINGUES, QUALIFICADO ÀS FLS. 02, INCURSANDO-O NAS SANÇÕES PENAIS DOS ARTIGOS 138 E 139 C/C O ARTIGO 141, INCISO II, NA FORMA DO ARTIGO 70, TODOS DO CÓDI GO PENAL, POR TER NO DIA 15 DE SETEMBRO DE 2008, NESTA CAPITAL, CALUNIADO E DIFAMADO O SERVIDOR PÚBLICO PAULO AFONSO SANCHES EM RAZÃO DE SUAS FUNÇÕES... (...) DESTA FEITA, CONSTATADA A ATRIBUIÇÃO DE FATO VAGO E INDETERMINADO, TENHO QUE A IMPUTAÇÃO É INSUFICIENTE AO PREENCHI MENTO DE QUALQUER DOS CRIMES PREVISTOS NOS ARTIGOS 138 E 139, DO CÓDIGO PENAL. NÃO OBSTANTE, É RELEVANTE REGISTRAR QUE SE APURA NOS AUTOS DE PROTOCOLO Nº 200804547852, EVENTUAL PRÁTICA DE CRI- MES PERPETRADOS PELA PESSOA QUE FIGURA COMO VÍTIMA NESTES AUTOS. OS FATOS EM APURAÇÃO NAQUELE PROCEDIMENTO CRIMINAL GUARDAM RELAÇÃO COM O PRESENTE FEITO, JÁ QUE DECORREM DE CRIME PRATICADO, EM TESE, PELO SUPERINTENDENTE MUNICIPAL DE TRÂNSITO NO EXERCÍCIO DE SUAS FUNÇÕES, ORA A VÍTIMA NESTES AUTOS. (...) ASSIM, VERIFICA-SE QUE É DEVER DO ESTADO, POR RA- ZÕES POLÍTICAS, APURAR A VERACIDADE DA IMPUTAÇÃO DE FATO EVENTUAL MENTE PROPALADO CONTRA FUNCIONÁRIO PÚBLICO NO EXERCÍCIO DE SUAS FUNÇÕES, E QUE TAL FATO NÃO CONSTITUI CRIME DE DIFAMAÇÃO. O ARTIGO 397, DO CÓDIGO DE PROCESSO PENAL, COM RE- DAÇÃO DADA PELA LEI Nº 11.719/2008, ESTABELECE AS HIPÓTESES EM QUE DEVE SER RECONHECIDA A ABSOLVIÇÃO SUMÁRIA DO ACUSADO. O INICOS III, DO DISPOSITIVO ACIMA MENCIONADO, DE- TERMINA A ABSOLVIÇÃO SUMÁRIA QUANDO O FATO NARRADO EVIDENTEMENTE NÃO CONSTITUI CRIME, O QUE OCORRE NO CASO VERTENTE. AO TEOR DO EXPOSTO, JULGO IMPROCEDENTE A DENÚNCIA PARA ABSOLVER SUMARIAMENTE O ACUSADO NILSON DOMINGUES DAS IMPUTA- ÇÕES QUE LHES SÃO FEITAS, COM FUNDAMENTO NO ARTIGO 397, III, DO CÓDIGO DE PROCESSO PENAL. P.R.I. GOIÂNIA, 08 DE MAIO DE 2009 (A) MARIA UMBELINA ZORZETTI - JUÍZA DE DIREITO -"
De acordo com a juiza, é obrigação do Estado investigar o que o coronel, enquanto gestor público andou aprontando, favorecendo os cumpadres e os manos ....
O MP faz o que pode, mas nada coibe o assédio moral praticado na Prefeitura de Goiânia e o caso do Nilson é um grande exemplo. O coronel evidentemente tem culpa no cartório, se não tivesse não teria se dado ao trabalho de CULPAR um servidor de quebra de sigilo, em uma atividade que nenhum sigilo é exigido. O prefeito, se fosse um homem de bem, já devia estar investigando o que seus cumpadres andam aprontando, afinal, é candidato, e voto de servidor público em ano eleitoral vale muito, os da prefeitura ele pode esquecer, os do estado, são gatos escaldados e não são otários. Então prefeito? E então vice-prefeito, o PT mudou tanto assim que perseguição a trabalhador é lugar comum e ninguém fala nada?? Quem diria!
08/06/2009 - MP propõe ação civil pública contra ex-superintendente da SMT por quebra de multas http://www.mp.go.gov.br/portalweb/conteudo.jsp?page=6&base=6&conteudo=noticia/3d3045abc368df25b1dc19580ef9414a.html
A promotora Renata Miguel Lemos, com atuação na área de defesa do patrimônio público, propôs ação civil pública contra o ex-superintendente da Superintendência Municipal de Trânsito - atualmente Agência Municipal de Trânsito (AMT) - coronel Paulo Afonso Sanches, e os servidores daquele órgão, João Lopes Rodrigues, Inês Maria de Lourdes Santana e Edsonina Mota, por improbidade administrativa. Eles foram acionados em função do cancelamento irregular de multas de trânsito.
De acordo com o relatado na ação, as irregularidades ocorriam quando autos de infração válidos - preenchidos em formulário próprio denominado Auto de Infração para Imposição de Penalidade (AIIP) – chegavam à SMT e eram cadastrados no sistema do órgão como inválido. Além disso, em outras situações, para favorecer amigos, parentes e companheiros políticos, os autos de infrações chegavam a ser cancelados.
A promotora relata que 12 irregularidades foram identificadas no caso, com o cancelamento e não cadastramento de autos de infrações que deveriam ter sido regularmente lavrados. Em todos os casos, a SMT justificou os motivos para o não cadastramento mas, de acordo com a ação, as justificativas mostraram-se insustentáveis, já que, em outras oportunidades, autos de infração com as mesmas características foram normalmente cadastrados. As multas, se aplicadas, totalizariam o valor de R$ 2.232,64.
A ação detalha o método utilizado para a “quebra” das multas. Segundo explicado, o AIIP contém campos de preenchimentos obrigatório e não obrigatório. Todos os autos são lavrados em três vias. Uma delas é encaminhada à SMT, a segunda via, entregue ao condutor do veículo e a última fica sob a guarda do agente de trânsito que fez a autuação. Após recebido na SMT, o auto de infração passa por uma triagem e é registrado para que se tomem as devidas providências. Em caso de alguma falha no preenchimento ou se auto não preencher os requisitos legais, o documento é julgado “insubsistente”, além de ser cadastrado em registro próprio. Existe também a possibilidade de o próprio agente, ao lavrar o auto de infração, verificar alguma incorreção e declarar o documento como “nulo”, emitindo outro em substituição.
Diante apurado pelo MP e em inquérito da Delegacia Estadual de Repressão a Crimes contra a Administração Pública a ação pede a condenação de Paulo Afonso Sanches, João Lopes Rodrigues, Inês Maria de Lourdes Santana e Edsonina Mota por atos de improbidade praticados contra o patrimônio público, com o ressarcimento do dano aos cofres públicos, o pagamento de multa, a perda da função pública, a suspensão dos direitos políticos e a proibição de contratar com o poder público.
Outra Ação Em 2008, o MP recebeu denúncia apresentada por Nilson Domingues, agente da SMT, que relatava a ocorrência de irregularidades no não cadastramento e cancelamento indevidos de AIIP. A ação está em trâmitação na 9ª Vara dos Crimes Punidos com Reclusão, em Goiânia. (Cristiane Justino / estagiária da Assessoria de Comunicação Social)
Essa saiu no jornal O POPULAR de hoje. E o prefeito Pires chama o deputado Pedro Wilson de amigo do alheio. Essa eu quero ver!
O PT vai continuar caladinho? Mudinho?
Pior é que penso que vai ficar, por que com tantos disparates nas ações do executivo municipal, e o principal deles tem relação com o transporte coletivo, o maior calote praticado contra os goianienses, e o PT calado.
Leiam e vamos as apostas!
Prefeito não poupa Alcides e PT de críticas
O prefeito Iris Rezende (PMDB) não poupou o governador Alcides Rodrigues (PP) e o PT, aliado do peemedebista no Paço Municipal, de críticas durante a apresentação da prestação de contas do município no primeiro quadrimestre, ontem, na Câmara de Goiânia.
Tido como candidato de consenso do PMDB na eleições para o governo estadual do ano que vem, Iris fez uma explanação em tom mais exaltado que o adotado em reuniões anteriores da Comissão de Finanças.
Além de citar a dívida herdada do antecessor, o atualmente deputado federal Pedro Wilson (PT, 2001-2004), Iris criticou contratos firmados na gestão do petista e, em meio às críticas, se deteve com mais ênfase nos contratos dos fotossensores. “Essa história de fotossensores está me enchendo a paciência há muito tempo”, disse, para em seguida afirmar que a administração anterior “passava a mão” nos 50% da arrecadação de multas destinados à empresa contratada.
Saúde Ao falar sobre as críticas ao funcionamento do sistema municipal de Saúde, Iris partiu para o ataque contra o governo estadual, sem citar, no entanto, o governador. Segundo ele, a não-aplicação dos porcentual previsto por lei para o setor, pelo Estado, é que torna o sistema da Prefeitura ineficiente. “A lei diz, e a lei é antiga, que os municípios investirão 15% de suas receitas na saúde. Ai de mim se, como prefeito, se não fizer, se chegasse no fim do ano e faltasse um centavo para completar os 15%. Seria crime de responsabilidade, intervenção, no duro”, disse o prefeito.
E em seguida citou o Estado: “E o que acontece com o Estado? A mesma lei diz que os Estados deverão investir 12%. Não sou eu que estou denunciando, são dois ex-secretários da Saúde do Estado que saíram. O Estado investe 6%, 7%.” Segundo ele, 46% dos pacientes atendidos pelo sistema municipal vêm do interior e de outros Estados.
Iris abordou a questão ao falar sobre a falta de médicos e a demanda de pacientes pelo sistema municipal de Saúde. O prefeito afirmou ainda que “tem gritado” para tentar resolver o problema, mas que Estado e União “não resolvem” (C.E.R.).
Viver fora de Goiânia tem algumas vantagens, a gente descobre que nem tudo é cheio de pregas e fede.
É de corar a puta mais safada de Goiânia, com todo respeito as senhoras de vida fácil, mas será que alguém consegue explicar a omissão do poder público na questão do transporte coletivo em Goiânia?
Uma licitação prá lá de suspeita, onde os mesmos que sempre estiveram mamando nas tetas continuaram a prestar o mesmo porco (sem querer ofender os suínos) e desqualificado serviço de sempre, promessas mil e nada de concreto que seja para beneficiar a população.
O que vemos são os empresários do setor se fartando e o prefeito fingindo que está tudo bem. Mas não está!
Compraram e pagaram por um serviço que nem de longe corresponde ao solicitado, e muito menos, que venha a atender a população. Ou será que o povo é besta? Ou será que Goiãnia é terra de ninguém? Fala sério! Como um abrigo - se é que se pode chamar assim, uma coisa requenguela e enferrujada antes mesmo de ser usada - pode ser instalado sem a devida preparação de uma plataforma para recebe-lo? Que bosta de serviço é esse? Quem fiscaliza isso?
2010 tá batendo na porta... povo de Goiânia, se atipa, e dá o troco! Manda para casa e para asilos os político ultrapassados, corruptos e que pensam que o povo é bagaço, que qualquer casinha de placa tá bão de mais! Vamos ter vergonha gente! Dignidade!
Ricardo Rafael Abrigo recebe obras de nivelamento com meio-fio
TRANSPORTE
Abrigo na BR passa por adequação
Adriano Marquez Leite
Começou ontem as obras para nivelamento do ponto de ônibus na BR-153, no Bairro Santo Antônio, para adequar a altura do abrigo à altura do meio-fio. Os trabalhos finais para a instalação do ponto ocorreu no mesmo dia em que reportagem do POPULAR mostrou a dificuldade de passageiros do transporte coletivo de sentar no banco do abrigo, que estava há cerca de 1 metro e meio do chão.
Três homens da empresa Esmero, que presta serviços para a Companhia Metropolitana de Transportes Coletivos (CMTC), começaram, no início da tarde de ontem, a adequação do local para uso pleno dos usuários do transporte público. A promessa era de que os trabalhos seriam finalizados, no máximo, hoje.
A legislação atual obriga que o piso dos pontos esteja no mesmo nível do meio-fio da pista e, por causa do desnível acentuado do terreno, o ponto foi instalado tão alto. Em outros locais, às margens das rodovias, como em Nerópolis e Aparecida de Goiânia, o mesmo trabalho de adequação da altura do piso dos abrigos também foi feito.
O governo do México e a agroindústria procuram desmentir o óbvio: a gripe que assusta o mundo se iniciou em La Glória, distrito de Perote, a 10 quilômetros da criação de porcos das Granjas Carroll, subsidiária de poderosa multinacional do ramo, a Smithfield Foods. La Glória é uma das mais pobres povoações do país. O primeiro a contrair a enfermidade (o paciente zero, de acordo com a linguagem médica) foi o menino Edgar Hernández, de 4 anos, que conseguiu sobreviver depois de medicado. Provavelmente seu organismo tenha servido de plataforma para a combinação genética que tornaria o vírus mais poderoso. Uma gripe estranha já havia sido constatada em La Glória, em dezembro do ano passado e, em março, passou a disseminar-se rapidamente.
Os moradores de La Glória – alguns deles trabalhadores da Carroll – não têm dúvida: a fonte da enfermidade é o criatório de porcos, que produz quase 1 milhão de animais por ano. Segundo as informações, as fezes e a urina dos animais são depositadas em tanques de oxidação, a céu aberto, sobre cuja superfície densas nuvens de moscas se reproduzem. A indústria tornou infernal a vida dos moradores de La Glória, que, situados em nível inferior na encosta da serra, recebem as águas poluídas nos riachos e lençóis freáticos. A contaminação do subsolo pelos tanques já foi denunciada às autoridades, por uma agente municipal de saúde, Bertha Crisóstomo, ainda em fevereiro, quando começaram a surgir casos de gripe e diarreia na comunidade, mas de nada adiantou. Segundo o deputado Atanásio Duran, as Granjas Carroll haviam sido expulsas da Virgínia e da Carolina do Norte por danos ambientais. Dentro das normas do Nafta, puderam transferir-se, em 1994, para Perote, com o apoio do governo mexicano. Pelo tratado, a empresa norte-americana não está sujeita ao controle das autoridades do país. É o drama dos países dominados pelo neoliberalismo: sempre aceitam a podridão que mata.
O episódio conduz a algumas reflexões sobre o sistema agroindustrial moderno. Como a finalidade das empresas é o lucro, todas as suas operações, incluídas as de natureza política, se subordinam a essa razão. A concentração da indústria de alimentos, com a criação e o abate de animais em grande escala, mesmo quando acompanhada de todos os cuidados, é ameaça permanente aos trabalhadores e aos vizinhos. A criação em pequena escala – no nível da exploração familiar – tem, entre outras vantagens, a de limitar os possíveis casos de enfermidade, com a eliminação imediata do foco.
Os animais são alimentados com rações que levam 17% de farinha de peixe, conforme a Organic Consumers Association, dos Estados Unidos, embora os porcos não comam peixe na natureza. De acordo com outras fontes, os animais são vacinados, tratados preventivamente com antibióticos e antivirais, submetidos a hormônios e mutações genéticas, o que também explica sua resistência a alguns agentes infecciosos. Assim sendo, tornam-se hospedeiros que podem transmitir os vírus aos seres humanos, como ocorreu no México, segundo supõem as autoridades sanitárias.
As Granjas Carroll – como ocorre em outras latitudes e com empresas de todos os tipos – mantêm uma fundação social na região, em que aplicam parcela ínfima de seus lucros. É o imposto da hipocrisia. Assim, esses capitalistas engambelam a opinião pública e neutralizam a oposição da comunidade. A ação social deve ser do Estado, custeada com os recursos tributários justos. O que tem ocorrido é o contrário disso: os estados subsidiam grandes empresas, e estas atribuem migalhas à mal chamada "ação social". Quando acusadas de violar as leis, as empresas se justificam – como ocorre, no Brasil, com a Daslu – argumentando que custeiam os estudos de uma dezena de crianças, distribuem uma centena de cestas básicas e mantêm uma quadra de vôlei nas vizinhanças.
O governo mexicano pressionou, e a Organização Mundial de Saúde concordou em mudar o nome da gripe suína para Gripe-A. Ao retirar o adjetivo que identificava sua etiologia, ocultou a informação a que os povos têm direito. A doença foi diagnosticada em um menino de La Glória, ao lado das águas infectadas pelas Granjas Carroll, empresa norte-americana criadora de porcos, e no exame se encontrou a cepa da gripe suína. O resto, pelo que se sabe até agora, é o conluio entre o governo conservador do México e as Granjas Carroll – com a cumplicidade da OMS.
O jornal OPÇÃO na última edição noticia a aquisição de um carrinho novo por parte do prefeito de Porangatu . Tudo bem, o causo é meio no estilo do sujo falando do mal lavado, mas há de convir, que o mal lavado foi cassado, enquanto o sujo, fazendo exatamente a mesma coisa que o mal lavado, contou com uma assessoria mais eficiente.
Mas venhamos e convenhamos, a Prefeitura está falida e o prefeito, que antes de ser prefeito era pobre que nem Jó , agora está comprando carro de 100 mil, dá impressão que nesse angu mais que caroço, o que tem mesmo é muita esperteza. O povo de Porangatu tá levando na cabeça e sendo comido pela beirada, a cidade destruída, bandidagem a solta, assassinatos, e o prefeito se fartando.
Acorda Porangatu! E ai MP, Porangatu não vai entrar no mapa da civilização?????
Abaixo a matéria do OPÇÃO:
O líder do PMDB Eronildo Valadares diz que o prefeito de Porangatu, o tucano José Osvaldo (aquele que se orgulha de ter “rejeitado” as pressões do secretário Serjão Caiado para se filiar ao PP), não repassou os balancetes e outubro, novembro e dezembro à Câmara de Vereadores.
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“Quando receberem os balancetes, os vereadores de Porangatu vão contratar uma auditoria para verificar o que o prefeito tanto tenta esconder”, diz Valadares. “O prefeito atrasa o salário dos funcionários públicos, não paga fornecedores, mas comprou uma Captiva nova.”
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Segundo Valadares, as estradas rurais de Porangatu se tornaram “verdadeiros atoleiros. Muitas estão interditadas”. Motivo: “Não foram recuperadas a tempo, antes das chuvas”.
O Estado brasileiro é um caldeirão de corruptos. A gente não consegue saber se politico já nasce corrupto, se é o leite da mãe que contamina a criancinha e o virus corruptos humaGoinos se instala a partir dai, ou se adulto, perde a vergonha, se é que algum dia teve, e dá no que dá, político rouba!
Em Goiânia, a corrupção chegou até um dos hospitais mais conceituado e dos poucos que atende emergências, o HUGO. E que vexame, servidores públicos, se deixam corromper e vendem a vida alheia, brincam de deuses, e para receber propina de hospitais particulares. A saúde pública é um vexame, o dinheiro da saúde é desviado, mal administrado e vive sempre a mingua, e por causa de quê? Corruptos.
Para acabar com isso o Brasil tinha que mandar matar literalmente, ou adotar o sistema de mandar cortar as mãos de corruptos, mandar marcar a ferro na testa quem fosse pego com a mão enfiada na botija pública. PARA CORRUPTOS NÃO TEM PERDÃO, PAREDÃO NELES!
REBELE-SE NÃO ACEITE CORRUPTOS E CORRUPÇÃO NA SUA VIDA, SEJA GENTE DO BEM!
CASO DAS UTIs O drama dos pacientes fraudados O Popular localizou pessoas triadas no Hugo e levadas para UTIs particulares, em esquema que está sob investigação da polícia
Vinicius Jorge Sassine para o jornal O POPULAR, Goiânia, 1º de fevereiro de 2009.
Imagine fazer uma amizade dentro de uma unidade de terapia intensiva (UTI). Conversar, trocar ideias, descobrir que o companheiro de leito passou por um acidente de motocicleta – simples, sem nenhuma grave consequência – semelhante ao que se vivenciou horas atrás. Foi o que aconteceu com Thiago Soares dos Santos, de 18 anos. O jovem quebrou a perna em um acidente de trânsito, foi levado para o Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo) e, depois, foi encaminhado para uma UTI particular, embora não tivesse qualquer necessidade de tratamento intensivo. A mãe, Cleonice Soares, desconfiou, mas não teve a percepção exata de que o filho era usado numa suposta fraude dentro do Hugo. A Polícia Civil investiga supostos esquemas de corrupção que teriam sido montados por profissionais do Hugo, que estariam lesando o Sistema Único de Saúde (SUS), planos de saúde e, principalmente, pacientes que chegam ao hospital em busca de socorro médico. A fraude investigada mais comum é o pagamento de propina a funcionários do hospital público para que indiquem os “melhores pacientes” às UTIs particulares, ou seja, aqueles que oferecem maior rentabilidade, por necessitarem de tratamentos mais baratos. Documentos sugerem que donos das UTIs pagam, servidores do Hugo lucram e pacientes são encaminhados para as unidades privadas mesmo sem necessidade ou sem condições de pagar. O lucrativo mercado da doença, cuja principal prateleira são os leitos e corredores do Hugo, produz inúmeros dramas particulares. O paciente chega e, se tem plano de saúde, pode ser logo encaminhado para um hospital particular. A doença ou um grave acidente e o instintivo medo da morte, que abalam emocionalmente a família do paciente, são os ingredientes para facilitar a fraude. A imagem de uma fila de macas no Hugo, sempre superlotado, faz crescer a lista de pacientes que alimentam os supostos esquemas de corrupção, encaminhados a unidades de saúde que passariam a obter algum tipo de vantagem financeira. A reportagem do POPULAR localizou pacientes que podem ter significado lucros para proprietários de hospitais e UTIs. Os nomes deles aparecem em documentos apreendidos pela polícia nas UTIs investigadas e nas casas dos médicos que chegaram a ser presos durante a operação policial. Em planilhas de contabilidade e agendas pessoais, eram escritos os nomes dos pacientes, associados a cada servidor do Hugo responsável pelo encaminhamento. Esse servidor recebia de 100 a 220 reais, segundo a investigação da polícia. As histórias relatadas por esses pacientes ao POPULAR mostram o drama que viveram. Levado para uma UTI fora do Hugo depois de triagem mediante suposto pagamento de propina pelo proprietário da unidade, o paciente Hudson Divino de Oliveira, de 58 anos, acumulou uma dívida de R$ 4 mil pela internação intensiva. No entanto, era obrigação do SUS atendê-lo. Já Adelmo Fioramonte, 48, reclama de completo descaso depois que saiu do Hugo e foi levado para uma UTI particular. Durante uma semana, mesmo já fora do hospital, os proprietários continuaram cobrando do plano de saúde a internação na UTI, segundo Adelmo. “Eu estranhei”O caso de Thiago Soares, o jovem acidentado levado para o Hugo, é o mais sintomático da fraude. Ele quebrou a perna em dois lugares e, por ter cobertura de plano de saúde pelo Ipasgo, foi encaminhado para um hospital particular. Uma servidora do Hugo disse para a mãe de Thiago, Cleonice, que só havia vaga de internação em uma UTI particular, mesmo sem a necessidade de terapia intensiva. “Eu estranhei ele ser levado para uma UTI, mas ela me garantiu que não havia vaga em lugar nenhum. Eu estava desesperada, meu filho ficou em um corredor do Hugo.” Thiago ficou dois dias na UTI particular recomendada pela servidora do Hugo. É o nome da funcionária que aparece em um documento apreendido pela polícia, que mostra diversos encaminhamentos de pacientes, entre eles Thiago. Cada um rendeu à servidora 120 reais. Na UTI, Thiago ficou amigo de outro jovem que também sofreu acidente de moto, ainda com menor gravidade, encaminhado do Hugo para a unidade. “Tinha muita gente morrendo perto dele, o Thiago ficou assustado”, conta a mãe. Assim que saiu da UTI, o jovem passou pela cirurgia na perna . Uma enfermeira insistiu com a família de Hudson Divino: depois de sofrer um acidente vascular cerebral (AVC) e passar seis horas na sala de reanimação do Hugo, ele precisava ser transferido com rapidez, sob o risco de morrer. A filha de Hudson, a promotora de vendas Kênia Loiane, de 28, conta que a enfermeira a levou até um dos corredores do Hugo. Naquele dia de fevereiro, no ano passado, havia fila de macas com pacientes à espera de um leito. “Essa é a fila para a UTI. Se ficar aqui, não há outra opção para seu pai, senão ir para a fila”, teria dito a enfermeira para Kênia. Hudson foi então levado para uma UTI particular. As investigações da polícia apontam que uma servidora do Hugo – não se sabe se foi propriamente a enfermeira – teria recebido propina para encaminhá-lo e mais nove pacientes para a mesma UTI, em janeiro e fevereiro de 2008. A servidora pode ser indiciada pela polícia por corrupção passiva. Kênia relata que o argumento do hospital para não receber Hudson foi a superlotação. O plano de saúde não cobriu as despesas da UTI particular e a família ficou devendo R$ 4 mil. Conforme Kênia, seu pai ficou 18 dias numa UTI e mais 4 dias numa enfermaria do Hugo.
Se a moda pega ninguém mais irá parar na prisão. Bandido desse tipo precisa que prendam e escondam a chave! Liberdade só depois de pagar todos os dias da condenação! O pior nem é isso, mas o caso da SECULT que o secretário foi condenado por prevaricação e tudo ficou, redondo, em 900 reais. Tem dó!
Euler Ivo condenado a 4 anos de prisão Welliton CarlosDa Editoria de Cidades O vereador Euler Ivo (PDT) foi condenado ontem a 4 anos de prisão pelo crime de concussão. O político, que preferiu não concorrer nas eleições deste ano, foi denunciado pelo Ministério Público por ter se aproveitado do mandato de vereador, entre janeiro de 1997 e dezembro de 2000. Na época, ele teria determinado a exoneração de 17 assessores de seu gabinete. Em seguida, Euler nomeava novamente a equipe. Conforme a sentença, o político teria se apropriado das verbas rescisórias no valor de R$ 35 mil. O caso chegou a ser flagrado pela equipe de reportagem da TV Globo, sendo veiculado nacionalmente. Segundo o Ministério Público, Euler Ivo obrigou oito de seus assessores a lhe repassar seus salários, parcial ou integralmente, em épocas diferentes, sob pena de perda de seus cargos.Euler Ivo não vai para a cadeia. O juiz Marcelo Fleury Curado Dias, da 9ª Vara Criminal de Goiânia, substituiu a pena que priva a liberdade por outra mais branda. O político será obrigado a prestar serviços para a comunidade e pagar 20 salários mínimos ao Hospital Araújo Jorge. http://www.dm.com.br/impresso/7714/politica_e_justica/59213,euler_ivo_condenado_a_4_anos_de_prisao
A Justiça Eleitoral condenou o candidato derrotado a Prefeitura de Porangatu, por compra de votos, todavia, se tivessem investigado mesmo, o candidato eleito estaria na mesma situação. É público e notório que o processo eleitoral em Porangatu anda para lá de podre e que a reeleição do atual prefeito representa a maior roubada para a cidade. Porangatu está mal cuidada e administrada e serão mais quatro anos nas mesmas condições.
Leiam o artigo publicado no jornal OPÇÃO.
Eronildo perde de novo Candidato do PMDB é derrotado desta vez na Justiça Eleitoral por compra de votos
por HÉLMITON PRATEADO para o jornal OPÇÃO
O juiz eleitoral de Porangatu, Ivo Favaro, julgou procedente denúncia de compra de votos feita pelo candidato derrotado à Prefeitura Eronildo Lopes Valadares, do PMDB e ainda o multou em 30 mil Unidades Fiscais de Referência (Ufirs). Na sentença o juiz cassou o registro da Coligação Progresso em Dobro e anulou a votação recebida, sob a fundamentação de “conduta ilegal gravíssima, incompatível com as regras democráticas”. Segundo o advogado Júlio Sérgio de Melo Júnior, autor da representação contra Eronildo, as provas colhidas durante o período que antecedeu a eleição foram substanciais para que o juiz punisse com severidade Eronildo e seu vice, Elias Alves da Silva. “O processo foi bem instruído desde a oitiva das testemunhas na Polícia Civil até a aceitação da representação”, comentou. As testemunhas foram ouvidas na delegacia e esse procedimento se repetiu em juízo. Todas confirmaram que a coligação fez “captação ilícita de votos” e que issto foi comprovado com os recibos apresentados. A coligação de Eronildo contratava pessoas e lhes pagava as diárias combinadas. Até aí tudo corria bem. O detalhe crucial foi saber que delas não era exigido qualquer prestação de serviços. A contratação e o pagamento dos supostos cabos eleitorais foram devidamente declarados na prestação de contas à Justiça Eleitoral. Segundo o juiz relatou em sua sentença isso aconteceu com o objetivo de dar um "brilho de legalidade, com contratos, cheques nominais e recibos obrigatórios de campanha". “A prova indica que houve mesmo o pagamento de pessoas a título de cabos eleitorais, mas que foram desobrigadas de qualquer atuação positiva de campanha em prol das candidaturas dos representados, bastando apenas que votassem neles”, frisou o juiz na sentença. Ficou confirmado para o juiz eleitoral que o fato tinha o objetivo de criar uma aura de legalidade para encobrir possível compra de votos. Algumas testemunhas disseram na polícia e confirmaram em juízo que quando de sua contratação foram dispensadas de agitar bandeiras, distribuir santinhos ou captar votos. Isso foi o bastante para caracterizar “completo alheamento do malfeito”, inclusive utilizando documentos obrigatórios de campanha. Há um trecho da decisão em que o juiz faz uma ressalva e que pode minimizar a situação dos candidatos do PMDB. Trata-se da possibilidade de que a iniciativa possa não ter sido deles ou que não tenham incentivado essa atitude. Entretanto, pessoas próximas a eles, do staff central da campanha, teriam feito essa contratação, o que beneficiou diretamente os candidatos, ainda que não tenham sido eleitos. Uma testemunha confirmou perante o juiz Ivo Fávaro que “nunca foi ao comitê de Eronildo e que não recebeu qualquer material de campanha”, com o detalhe que na segunda vez que foi receber por seu suposto serviço havia uma “maquininha” (câmera) que registrou seu depoimento “para agradecer ao Eronildo por ter sido contratada”. Da sentença ainda cabe recurso ao Tribunal Regional Eleitora. Entretanto, seus efeitos não se estendem ao próximo pleito. O candidato Eronildo Valadares não foi localizado pela reportagem para se pronunciar. Sua assessoria informou que ele estava viajando para o interior do Pará.
Para rapper Claudinho, medalha que recebeu é apenas um “metal preso em uma cordinha” por Larissa Bittar para o Diário da Manhã - Goiânia, 11/12/2008.
Na segunda-feira (8), a Assembléia Legislativa foi palco de uma saia justa que indignou deputados, arrancou risos e aplausos dos presentes e colocou Cláudio Roberto dos Santos no centro de uma polêmica difícil de ser digerida pelos parlamentares. O certo é Claudim! Cláudio Roberto é Claudinho, 30, cantor de rap e um dos 18 homenageados da sessão especial promovida pelo deputado Mauro Rubem (PT) em comemoração aos 60 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Presidente da União Bate Cabeça do Cerrado (UBC), que reúne músicos, dançarinos e produtores de hip hop e membro do Centro de Cidadania Negra de Goiás (Ceneg -GO), recebeu da Comissão dos Direitos Humanos a Medalha Pedro Ludovico por trabalhos de afirmação da cultura negra, combate ao racismo e violência social realizados em escolas e comunidades carentes.
O “agradecimento” veio em forma de versos, e foi neste instante que o mal-estar tomou conta do plenário Getulino Artiaga. De posse do microfone, embalados pela batida forte do hip hop, Claudinho, Mc Lethal e Mortão, integrantes do grupo Testemunha Ocular, deram ritmo à máxima de que todo político é “ladrão” e propagaram pelos quatro cantos do salão a impressão que têm da Casa: “Político rouba, político rouba/ dentre mil um roda. Os despolitizados viram massa de manobra/ estão tão acomodados que se viram com as sobras/ Sobra de ignorância, não tem para onde correr/ Existe um abismo entre o povo e o poder”. Ele é o cara. Político rouba! Terra de corruptos e amedrontados! Acordem covardes! No dia seguinte, surgiu a proposta de cassar a medalha do rapper. “Achei a música de profundo mau gosto. Foi falta de educação, era uma sessão solene, ele cuspiu na medalha que recebeu. Ingratidão com todos que a concedemos. Sou a favor da cassação da medalha. O ideal, porém, é que ele tenha elegância e devolva”, defende o deputado Romilton Moraes (PMDB).
Claudinho confessa que notou a “cara amarrada” dos políticos presentes. Logo o cerimonial começou a diminuir o volume do som instrumental que acompanhava a canção. O grupo continuou cantando. No final da música, muitos aplaudiram, outros riam e os cantores se retiraram. KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
Em seguida, Mônica Café, presidente do Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente, e Marcos Antônio Correntino, presidente do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Meia Ponte (Cobamp) discursaram. “Ficou um clima desagradável. A música não era apropriada. Algumas pessoas gargalhavam, outras ficaram preocupadas”, descreve Domingos Pereira, presidente do Sintego e também homenageado. Clima ruim e desagradável só para os que a carapuça serviu e viva a democracia! O deputado Wagner Guimarães (PMDB), que presidiu a sessão, encerrou a homenagem tentando botar “panos quentes” no acontecido. “Esta é uma das vantagens da democracia.”
“A música é uma das formas mais contundentes de manifestação. Aproveitamos a oportunidade para mostrar que o povo vota sempre nos mesmos corruptos. Não atacamos ninguém. Mesmo porque, se fôssemos fazer uma música para cada político corrupto, daria uma discografia gigante”, ironiza Claudinho.
O rapper, que só concluiu o ensino médio, filho de uma dona de casa e de um metalúrgico, é morador do Setor Norte Ferroviário e diz que a medalha não passa de objeto simbólico. “É um metal preso em uma cordinha. Perguntaram se minha mãe não me ensinou que devemos ter educação na casa dos outros. Não entendem que a Casa não é deles, é do povo.”
Rubem é contra a cassação da medalha. “Seria absurdo. A Casa tem que viver com o contraditório. Não aprovo a canção, mas a manifestação de uma música de um CD comercial não reduz o mérito de Claudinho na luta contra o racismo.”
Betinha Tejota (PSB) pensa até em processar o cantor por danos morais. “Deve ser uma pessoa muito mal resolvida, que vota mal e traumatizado. Foi falta de caráter, ato de cinismo.”
“Quem sou eu para discutir cinismo com os especialistas no assunto?”, rebate Claudinho. “Se ela tivesse vindo de onde vim, se tivesse sido cerceado seu acesso à educação e lazer, talvez entenderia... talvez.”
Perguntado se seria político, dispara: “Eu já sou. Essa é minha forma de fazer política.” Parabéns ao povo que na sua casa corajosamente afirmou aquilo que todo brasileiro pensa, político rouba! Nem todos, mas uma boa parte sim!
A cultura condenada de Iris Rezende http://www.dm.com.br/impresso/7691/opiniao/56896,a_cultura_condenada_de_iris_rezende PX Silveiraexecutivo do Instituto ArteCidadania e vice-presidente do Instituto Pensarte Não adianta reclamar. Sabe-se que ficar velho é a única forma de não se morrer jovem. Na política, a sobrevivência por longo tempo tem valor dobrado. Pois, além de se permanecer vivo biologicamente, manter-se vivo politicamente é mais difícil ainda.São vários os segredos da longevidade dupla de Iris Rezende. Todos ao alcance do mais simples mortal. Mas é que com Iris é diferente, pois em quantos de nós surge uma ou outra idéia, assim a esmo, que deixamos passar? Pois a diferença é que com Iris, cada idéia é uma causa que tem sua realização como conseqüência – e no menor prazo possível. Agora, dos vários segredos estampados no livro aberto que é sua vida, o mais determinante é a ética, que se traduz em lisura e transparência, em retidão e vigilância. Só pela ética e o rigor com que a aplica para si e para seus auxiliares, Iris já seria um político de se admirar. Para ele, não bastam as aparências, tem que corresponder desde o mais fundo das intenções. Ou não?Em recente episódio, Iris determinou que sua nova equipe deverá ser composta apenas por aqueles que queiram se dar à cidade sem esperar nada em troca, descartando qualquer interesse alheio ao trabalho público, que deve ser apenas o dever cumprido de seus auxiliares e não um investimento político para se cacifarem às próximas eleições. Ponto para ele, novamente. E neste embalo, eu gostaria de colaborar alertando para alguns fatos que talvez o prefeito ainda desconheça, como aqueles fatos que rondam a sua Pasta da Cultura, área que acompanho com interesse de cidadão e de cidadania.A notícia chegou durante a última campanha para prefeito e vereadores na capital goiana. Foi preciso esperar um pouco para ver até onde ela atingiria. Mas como reação, só se ouviu o silêncio. De nossa parte, nada falamos para não servir de alimento das fogueiras eleitorais. Em tempo de eleição, ao invés de abordar o assunto desagradável para todos, preferimos expressar claramente nossa preferência majoritária, em dois artigos, falando das qualidades do nosso candidato a prefeito, visivelmente superiores às de seus concorrentes.Passadas as urnas, já passa, também, da hora de externar nossa indignação, tanto mais veementemente quanto a convicção de ter esperado para não ser mal interpretado. De início, é imperioso registrar que espanta-nos a falta de reação do próprio poder municipal central. Pois a notícia a que nos referíamos não deixa dúvidas. Flagrado em atividades internas que o beneficiariam em detrimento dos produtores culturais da cidade, depois de denunciado por artigos (vide O Mau Cheiro da Cultura, mês de maio do ano pasado) e reportagens neste e em outro importante diário, o atual secretário municipal de Cultura foi finalmente considerado culpado por seus atos. Uma vez condenado, sem recorrer, o secretário assumiu sua culpa, negociando o pagamento de uma pena bisonha, tendo em vista os valores em jogo.Ora, como pode um servidor público da mais alta patente confessar seu crime no âmbito administrativo e mesmo assim permanecer no posto, como se nada tivesse acontecido? Afinal, essa é ou não é uma prefeitura de lisura ética e respeito com o cidadão? Sequer desculpas ou explicações o referido gestor tratou de providenciar junto à imensa legião de artistas e produtores culturais goianienses, com os quais concorria ilegalmente no intuito de se beneficiar do dinheiro público que ele próprio está encarregado de gerir.Sendo assim, o atual secretário municipal fechou acordo no 1º Juizado Especial Criminal, acatando sua condição de réu na esfera criminal, negociando o pagamento de três parcelas mensais, o que não impede de o mesmo ser também condenado em inquérito civil na área da administração pública, cujo processo de inquérito está aberto na 19ª Promotoria de Justiça. Em falas, o secretário tem a ironia de afirmar que o processo se refere à sua pessoa física e não à figura do secretário. Já eu tenho pleno certeza que me refiro ao secretário e não à sua pessoa física.Iris tem suas virtudes, que são muitas, mas não pode se distrair com os seus subordinados, porque as brasas, se assopradas, podem pegar fogo. Em que pese minha admiração pelo excelente trabalho que o sr. prefeito tem realizado não somente na administração de Goiânia, mas nos seus 50 anos de vida pública, registro aqui uma cobrança à displicência da prefeitura, que permite em seus quadros de primeiro escalão um administrador que reconhece sua culpa de improbidade imputada pelo Ministério Público – e continua no cargo.O Ministério Público já fez a sua parte. Temos que fazer a nossa. Pergunto: pode tal figura continuar no cargo sem onerar a ética e jogar um pouco de lama em todos que fazem o governo municipal, seus companheiros de ações, reuniões e planejamento?Mas que seja dita a verdade por inteiro. Na época do ocorrido, o atual secretário era apenas um diretor da pasta, o procedimento de improbidade administrativa que o teria beneficiado, na verdade foi aceito e aprovado pelo então secretário, professor Kleber Adorno, amigo, incentivador e padrinho político do réu condenado. Para se ter uma idéia, os dois trabalham juntos há anos, como uma dupla ciosa que age em torno da cultura desde os primórdios da década de 1990, alternando-se no mando, toda vez que o primeiro sai para se candidatar a um mandato público, seja pelo PSDB ou pelo PMDB, como ocorrido recentemente.Na cronologia da avidez e do desrespeito à razão pública, não estamos sós. No Brasil inteiro – e Goiás não é exceção –, a impunidade chega a ser um acinte ao cidadão de bem. Nessas últimas eleições, o povo goianiense deu claros sinais de que quer mudar, mas não pede uma mudança de nomes ou de partidos, mas de paradigmas. Não custa nada continuar sonhando. Mesmo porque o múltiplo e longevo Iris Rezende, que tanta estrada tem ainda pela frente, não é daqueles de permitir desaforos à fé pública entre seus comandados. Em uma época em que devemos louvar e preservar a todo custo a lisura pública, é preciso ir até as raízes do mal. E nesse caso percebemos que ela está plantada um pouco mais embaixo. Mais uma vez corre-se o risco de ser visto apenas o peixe pequeno. Pessoa física ou secretário, o fato é que se perde a primariedade. E a cultura perde a confiança. Por uma simples lei da biologia conferida pela máxima popular, sabemos que laranjas podres, se não atiradas fora, apodrecem todo o cesto. Cabe agora ao prefeito iluminar devidamente este caso, mostrando a todos que sabe que o que está em jogo é a representação do poder perante a sociedade da qual ele próprio emana.PX Silveira é vice-presidente do Instituto Pensarte
Vergonha do Centro Cultural Oscar Niemeyer Cheguei esbaforido ao Centro Cultural Oscar Niemeyer (CCON) na terça-feira da semana passada. Para variar, estava atrasado. Era de minha responsabilidade a organização da parte de palestras e mesas-redondas da Feira Brasil Central Music (iniciativa do Sebrae digna dos maiores elogios e que foi um sucesso tanto entre o público que compareceu quanto entre os convidados que participaram do evento). Já fui pegando informações sobre quem seria meu ponto de apoio no trabalho, testando som, testando o datashow, verificando se tudo estava em ordem. Quando todo check list estava feito, saí do auditório Lygia Rassi (que fica embaixo daquela pirâmide vermelha) e fui observar o espaço.No meio daquela imensidão de cimento e debaixo daquele sol implacável das 14 horas, senti vontade de chorar: o descaso com as instalações do centro cultural é de comover até mesmo um coração concretado. Qualquer pessoa que tenha a mínima dimensão do que significa ser cidadão se indigna com o deterioramento e a subutilização do espaço. Qualquer um que fique puto ao olhar seu contracheque e vê a fortuna descontada de imposto de renda, qualquer um que fique puto quando compra um produto qualquer e sabe que parcela significativa dele está indo para o cofre público por meio do ICMS, qualquer um que fique puto com o peso da carga tributária em nosso país sentiria o mesmo que senti.É um absurdo que tamanho volume de dinheiro público tenha sido investido ali e a comunidade não veja esse recurso voltando à mesma por meio de atividades culturais. Eventos como a destacável Feira Brasil Central Music e o tradicional Goiânia Noise Festival tinham que ser rotina no CCON e não exceções. A biblioteca, que até agora não existe, deveria estar repleta de obras e recebendo dez escolas públicas diariamente, fazendo com que crianças e jovens da escola pública pudessem ter contato com o esplendor da literatura. Mas não. Está tudo às traças. Dinheiro público jogado fora. E pensar que uma das maiores demandas da produção cultural goianiense é justamente o espaço médio, categoria na qual o Palácio da Música Belkiss Spenziere se enquadra e contemplaria com excelência tal reivindicação.Mexer com dinheiro público é mexer com coisa mais que séria. O governante deveria ter o mesmo zelo ao lidar com o que foi arrecadado junto à sociedade tal qual o sacerdote tem ao trabalhar com a hóstia sagrada. E o que estão fazendo com o CCON é um acinte ao contribuinte goiano. O término da obra (inacreditavelmente não acabada até hoje e inaugurada sabe-se lá por que) é mais que urgente. A organização de uma agenda fixa de eventos seria o segundo passo para a boa utilização do espaço. Trazer a comunidade para dentro do local promovendo o diálogo entre as diferentes manifestações artísticas é o ponto final desse processo.Não é difícil colocar o CCON como local central da cultura em Goiás. Basta um pouco de trabalho e vontade política. O problema é que não sei se essa existe para que a coisa aconteça no belo espaço na saída para Bela Vista.Pablo Kossa é jornalista. E-mail: pablokossa@bol.com.br http://www.dm.com.br/impresso/7691/opiniao/56978,vergonha_do_centro_cultural_oscar_niemeyer
Edição: 803 Data:30/11/2008 Corrente virtual do bem Liana Aguiar Em meio a tanto lixo que circula pela internet, um e-mail comovente e verdadeiro tocou o coração de centenas de pessoas. A engenheira civil Paulicelli de Oliveira Mendes de Alencar, 29, está grávida de seis e é uma gravidez de alto risco. O bebê tem eristroblastose fetal, doença hemolítica perinatal, o que o faz precisar de transfusão de sangue intra-uterina até o dia do parto. Desesperada para encontrar doadores compatíveis, ela e a amiga Kamila Leandro Costa, 28, também engenheira civil, decidiram fazer uma corrente de e-mails. Deu certo. O e-mail foi repassado inicialmente para os amigos, que por sua vez repassaram para seus contatos virtuais. Um mês depois de iniciar a campanha, Paulicelli já tem uma lista de 200 doadores. O marido, o empresário Tiago Teixeira de Alencar, 29, está feliz com o resultado positivo da corrente de e-mails. “A força da internet para o bem é maior do que para o mal”, avalia o pai. “Tem gente que telefona para, pelo menos, desejar boa sorte.” A idéia do e-mail nasceu do desespero, pois no dia da segunda transfusão, Paulicelli quase não encontrou doador compatível. É que a família entra em contato um dia antes ou mesmo no dia de cada transfusão, já que o sangue só pode ser coletado no máximo 24 horas antes do procedimento. A gestante precisa fazer transfusão intra-uterina a cada 15 dias – a próxima está agendada para terça-feira. A eristroblastose fetal é um tipo de incompatibilidade (fator RH) entre o sangue materno e o sangue do bebê. A mãe RH negativo e o pai RH positivo podem ter um filho RH positivo. O primeiro bebê nasce saudável, mas, no parto, podem ocorrer hemorragias na placenta e a passagem dos glóbulos sanguíneos do sangue do filho para a circulação materna. As hemáceas do filho, portadoras do fator RH positivo, fazem a mãe produzir anticorpos que passarão para a circulação do bebê. Ou seja, o sangue da mãe destrói as hemáceas da criança, que corre o risco de morrer de anemia.Paulicelli já tem um menino de 8 anos. Em 2006, ela perdeu um bebê aos 9 meses de gestação. Não sabia que tinha o problema. Semana passada, Paulicelli entrou em trabalho de parto e teve de ficar internada até os médicos controlarem a gestação. Ela sabe que, no dia do parto, a pequena Vitória vai precisar de nova transfusão de sangue. Além dos e-mails, a família espalhou panfletos, cartas e cartazes em prédios residenciais, academias, salões de beleza. A intenção era conseguir pelo menos 20 doadores – já são 200. A última transfusão de sangue para Paulicelli veio de um doador encontrado pela internet. “O resultado da campanha foi gratificante. Não imaginava que tomaria essa proporção, mas as pessoas são solidárias”, diz Kamila. Ela explica que escreveu um texto curto e simples, só para pedir ajuda, para que as pessoas tivessem tempo de ler. Muitas duvidam da veracidade do e-mail e ligam para o celular de Tiago para confirmar a história. O pai já recebeu ligação de vários Estados. “Internet é tudo na vida de uma pessoa, é o que está salvando a vida da minha filha”, diz Paulicelli. Vitória precisa de sangue tipo A negativo. Quem deseja doar sangue para ela e para outros pacientes pode entrar em contato com o Instituto de Hemoterapia de Goiânia, pelo telefone (62) 3219-7100.
Faça sua parte, repassando esta mensagem a todos os seus contatosProtógenes Queiroz é delegado da Polícia Federal. Foi quem efetuou a prisão de Paulo Maluf, do contrabandista Law Kin Chong, do banqueiro Daniel Dantas, de Naji Nahas e do ex-prefeito de São Paulo Celso Pitta.Foi ele que conduziu a Operação Satiagraha, deflagrada no último dia 08 de Julho, que resultou na prisão do banqueiro corrupto Daniel Dantas, do ex-prefeito de São Paulo e também acusado de crimes de corrupção, Celso Pitta e do mega especulador, Naji Nahas. Na ocasião, Dantas foi preso por duas vezes por determinação do juiz federal Fausto de Sanctis e também liberado nas duas oportunidades pelo presidente do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes. Vale lembrar que Mendes, além de determinar a soltura de Daniel Dantas, ainda retaliou o juiz Fausto de Sanctis, que determinou as duas prisões, com denúncias na Corregedoria da Justiça Federal, numa clara demonstração de pressão pela posição firme do magistrado. Felizmente, mais de uma centena de juízes federais se solidarizaram e se manifestaram a favor do colega e cont ra o presidente do STF, o que evitou medidas mais duras contra Fausto de Sanctis, que apenas cumpriu seu dever, de servidor público.Ao trombar com Dantas e sua influência nos altos escalões da República, Protógenes não recuou. Enfrenta agora o STF, que segundo o ex-ministro da justiça, Fernando Lira, em entrevista à imprensa, atua como se fosse advogado de Daniel Dantas. Enfrenta a cúpula da Polícia Federal, sob o comando de um diretor que é conhecido como "homem de José Dirceu", a mesma cúpula que lhe tirou todas as condições para seguir com suas investigações sobre Dantas, não logrando êxito em parar-lhe. Enfrenta o próprio ministro da Justiça, Tarso Genro. Enfrenta também a grande mídia, que trata o assunto como se fosse uma mera disputa interna na Polícia Federal.Logo em seguida da divulgação da Satiagraha, o delegado Protógenes foi afastado do inquérito, numa clara atitude de fragilizar a continuidade das investigações.De investigador, Protógenes passou a investigado. O juiz federal Fausto de Sanctis, que despachou as ordens de prisão contra Dantas, também é intimidado publicamente. Daniel Dantas - apelidado de "o PC Farias que deu certo" - é sutilmente colocado como vítima de métodos ilegais de investigação. Seus advogados estão ensaiando ir direto ao STF (porque será, Fernando Lira?) para invalidar toda a Satiagraha e suas conclusões.Não podemos aceitar que o banqueiro corrupto continue em liberdade enquanto o delegado e o juiz que determinaram sua prisão sejam perseguidos.Faça sua parte e exija justiça! Colabore com esta corrente, repassando esta mensagem a todos os seus contatos. Agenda 17/11 - 12:00 - Porto Alegre - Esquina Democrática Na segunda-feira, Heloísa Helena, Luciana Genro e Protógenes estarão em Porto Alegre para um ato em seu apoio e ao juiz De Sanctis. 18/11 - 19:00 - São Paulo - Assembléia Legislativa A bancada do PSOL na Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo realiza neste dia 18 de novembro (terça-feira) um ato em solidariedade ao delegado da Polícia Federal Protógenes Queiroz e contra a corrupção. A atividade acontece no plenário D. Pedro I a partir das 19 horas (Avenida Pedro Álvares Cabral, 201 – 1º andar – Ibirapuera). 19/11 - 12:30 - Brasília - Em frente ao STF Dia 19 de novembro encerra-se o prazo de defesa de Daniel Dantas perante a justiça, momento em que protestaremos diante do STF para pedir a sua condenação e para referendar o trabalho executado pelo Delegado Protógenes e pelo Juiz De Sanctis. 24/11 - 22:00 - TV Cultura - Roda Viva (a confirmar) 25/11 - 19:00 - Rio de Janeiro - OAB Niterói A OAB de Niterói convida para debate com o delegado de polícia federal Protógenes Queiróz, que começou a ser investigado depois que prendeu o banqueiro Daniel Dantas e outras pessoas acusadas de formação de quadrilha, lavagem de dinheiro e outros crimes financeiros. Será no dia 25 de novembro, terça-feira, às 19h, na Av. Amaral Peixoto 507 - 11º andar. Saiba Mais PSOL entra com representação em defesa do delegado Protógenes e do juiz De Sanctis O PSOL entrou nesta quinta-feira, 13/11, com representação na Procuradoria Geral da República para que sejam investigados os procedimentos adotados pelo delegado Amaro Vieira Ferreira e pelo diretor-geral da Polícia Federal Luis Fernando Corrêa ao pedirem quebra de sigilo telefônico para apurar sobre possível vazamento de informações na Operação Satiagraha. PSOL condena o mandado de busca e apreensão na casa do Delegado Protógenes de Queiroz A Executiva Nacional do PSOL vem a público repudiar a ação desencadeada nesta quarta-feira (05.11), pela Polícia Federal, que realizou operações de busca e apreensão na casa do delegado da mesma instituição, Protógenes de Queiroz.
Mas quem diria, hem? Demitir comissionados na Prefeitura de Goiânia é uma piadinha bem interessante, afinal foram eles os únicos corajosos a ir para as ruas pedir votos para a reeleição do prefeito. Bem feito!!!!
Larissa Bittar para o DM - 16/11/2008. O prefeito Iris Rezende (PMDB) confirmou ontem que vai realmente demitir os servidores comissionados da Prefeitura de Goiânia no dia 31 de dezembro.
Na edição de ontem, o DM já havia antecipado as demissões. Cerca de 2,5 mil funcionários vão perder empregos. “Isto já estava previsto. Tínhamos um compromisso de quatro anos (com os comissionados), que acaba agora. Estas exonerações são naturais”, comentou o prefeito durante encontro ontem pela manhã com os vereadores (eleitos e reeleitos) no Paço Municipal.
As novas contratações ocorrem em 5 de janeiro e o prefeito se mostrou disposto a deixar vago parte dos cargos comissionados. Seria uma medida de economia para atender aos requisitos da reforma administrativa, que deve ser votada ainda este ano na Câmara Municipal. Quanto à mudança no secretariado, Iris falou que os novos nomes serão anunciados na última semana de dezembro, período em que os secretários estão em recesso. “A intenção é evitar constrangimento entre os novos contratados com os atuais.”
E o prefeito fez alerta aos novos titulares de pastas: não quer ninguém postulando cargo eletivo em 2010. “Isso pode acarretar prejuízos administrativos irremediáveis, pois a pessoa trabalha só pensando em campanha.” Quanto à sua candidatura ao governo do Estado, daqui a dois anos, voltou a ser evasivo: “Só me lanço em 2010 se Goiânia impuser mudança de comportamento muito forte. Sei da responsabilidade que pesa sobre meus ombros em administrar a Capital.”
Indagado sobre a extinção da Sociedade Cidadão 2000, uma vez que o Ministério Público ameaça ir à Justiça para preservar o órgão, Iris garantiu que não haverá prejuízo à população. “Estamos fazendo um caminho inverso do que todos fizeram, evitando terceirizações. A Secretaria Municipal de Assistência Social (Semas) assumirá as funções do Cidadão 2000”, justificou.
almoço O encontro entre o prefeito e vereadores foi marcado por clima de descontração e discurso politicamente correto. Iris não se arriscou a tocar em temas espinhosos. Como manda o figurino, desejou bom mandato aos eleitos, colocou seus secretários à disposição dos novatos para esclarecimento de dúvidas e garantiu não se envolver na escolha do novo presidente da Casa.
A fala do prefeito, no entanto, pareceu, para alguns, mera medida protocolar. “Vamos fingir que acreditamos”, provocou um vereador da situação, que prefere não ser identificado. Iris disse que só interfere na eleição da Câmara caso nao haja união entre todos os eleitos. Onze já manifestaram desejo. Viável um consenso entre os 35? “Muito difícil”, admite o vereador Bruno Peixoto (PMDB). “Mas o prefeito está numa situação confortável, temos maioria folgada.”
A oposição não representa ameça. Com apenas nove eleitos, os próprios oposicionistas reconhecem soberania da situação. “Aceitamos um presidente do PMDB, não temos candidato”, diz Giovani Antônio (PSDB).A reunião, iniciada às 10h30 no Paço, durou até o meio-dia, quando foi servido almoço. Não compareceram Elias Vaz (PSol) Charles Bento (PRTB), Túlio Maravilha (PMDB), Maurício Beraldo (PMDB), Pedro Azulão Jr. (PSB) e o presidente da Casa, Deivison Costa (PTdoB).
Eles perderam leitoa assada, estrogonofe de frango e filé ao molho madeira. De sobremesa, pudim e doce de banana. Cardápio oferecido pela deputada federal Dona Iris (PMDB).
Rush de inaugurações O prefeito Iris Rezende inicia a semana com série de inaugurações. Até sábado (22), estará presente em mais de seis eventos, incluindo inaugurações de quatro praças, um parque, além da liberação da Avenida T-9. Ainda no período eleitoral, Iris já havia enfatizado que retornaria aos rush de inaugurações caso fosse reeleito. Apesar de a reforma administrativa ter atrasado a entrega de obras, fez questão de entrar em contato com a equipe para que as inaugurações de praças e parques fossem concluídas ainda na atual legislatura.
Amanhã, o tráfego da T-9 será liberado pela Superintendência Municipal de Trânsito e Transportes. Iniciada em setembro, a interdição ocorreu devido à obra do bueiro duplo celular no local.
Único temor de Iris é que as chuvas atrapalhem o ritmo da obra, que deve ser concluída hoje.
A disputa pelo comando da Câmara Municipal de Goiânia deve ganhar conotação de 'guerra religiosa'. O que se comenta, nos bastidores, é que um grupo de vereadores evangélicos já teria vetado a indicação de Francisco Vale Júnior para o comando da Casa. O motivo? O vereador é católico, integrante da Renovação Carismática Católica. Francisco Jr. foi secretário de Planejamento da Prefeitura de Goiânia, responsável pela elaboração do Plano Diretor da capital e tem mestrado pela UNB. O vereador eleito, apesar de novato, já se lançou candidato ao comando da Câmara. Porém, há pelo menos meia dúzia de vereadores eleitos com apoio decisivo de suas igrejas (Deivison Costa, Dr. Gian, Simeyzon Silveira, Rusembergue Barbosa, Agenor Mariano, Richard Nixon) contra dois católicos (a outra é a cantora Célia Valadão). O fato de ser evangélico, católico ou professar outra crença não teria conseqüências não fosse o fato de todos esses mandatos serem vinculados às igrejas.
ELEIÇÕES 2008 Iris critica distribuição de panfletos
Em evento, prefeito repreende aliados sobre folhetos contra vereadores que aprovaram salários extras por Fabiana Pulcineli para o jornal O POPULAR. Preocupado em eleger a maioria da Câmara Municipal, o prefeito de Goiânia, Iris Rezende (PMDB), repreendeu ontem candidatos aliados pelo uso de panfletos que mostram os vereadores que votaram a favor da criação de 13º, 14º e 15º salários. Depois de ver o líder da Prefeitura no Legislativo municipal, Clécio Alves (PMDB), ser vaiado em comício no Parque Industrial João Braz (região oeste da capital), Iris saiu em defesa do peemedebista e da Casa. “A Câmara errou e eu estranhei, como toda a população. Mas teve humildade de reconhecer publicamente o erro e corrigir. Merece agora aplausos”, disse o prefeito em discurso. “Eu não aceito essa política de material anônimo e espero que impere entre nós o respeito e a compreensão.” Ao descer do palanque, Iris deu um sermão ao coordenador da campanha de um dos candidatos que buscam votos na região e que teria sido o responsável pela distribuição dos panfletos. “Não admito esse tipo de atitude em evento nosso e contra candidato nosso. Isso só atrapalha”, disse. No discurso, Iris disse que houve “uma seleção muito forte” dos candidatos dos partidos aliados, entre os quais não há “canalhas”. Ele lembrou dificuldades neste mandato com a Câmara e pediu que dois terços da Casa sejam de vereadores aliados. “Não é justo que me elejam e não me dêem maioria na Câmara.” Os panfletos com as fotos dos vereadores foram distribuídos logo no início do evento, em frente ao Parque da Lagoa. Ao iniciar o discurso, Clécio, que teve grande votação no bairro em 2004, mal conseguia falar com as vaias. “Os panfletos apócrifos foram distribuídos por vermes. Não se deixem levar por esses candidatos que oferecem dinheiro nas esquinas”. No evento, o candidato a vice de Iris, Paulo Garcia (PT), criticou o governo estadual pela falta de investimento em saúde e segurança. “O adversário (Sandes Júnior, PP) reclamou da violência, ou seja, ele disse que seu governador não tem competência para gerir a área de segurança.”
A candidata à vereadora Tatiana Lemos, de 28 anos, não pode ter nascido "em plena selva amazônica", como diz na campanha. No ano de seu nascimento, Isaura Lemos era demitida em São Paulo, e a guerrilha, que seus pais não participaram, já havia acabado. 1979 foi o ano da anistia HAMILTON CARVALHO - Especial para o Jornal Opção
Certa vez, por jogada genial dos pais, empresária do ramo de bijuterias "de luxe" foi lançada candidata a vereadora em Goiânia. Como não tinha, depois de nascida, currículo consistente para apresentar aos eleitores, descobriu-se para ela uma trajetória de luta na barriga da mãe: nasceu "em plena mata amazônica" quando os pais, bravos combatentes assim meio que André Grabois e Criméia Schmidt [da Guerrilha do Araguaia], organizavam núcleos guerrilheiros contra o regime militar.
O que não foi dito — pelo menos não foi dito com clareza — é se a menina, bem ao jeito de Macunaíma, saltou do ventre materno já fazendo estripulias pela mata. Como ficção, isso cai bem. O autor poderia fazer qualquer coisa no estilo do portuga Zé Saramago ("Jangada de Pedra") ou mesmo no do brasileiro Campos de Carvalho ("A Lua Vem da Ásia"): poderia transportar os vastos seringais, não das cercanias do Amazonas, como diz a canção, mas da "plena mata amazônica", para aquela região que fica entre Jundiaí e Campinas, no Estado de São Paulo.
Quanto à data, também pouco importa: a Guerrilha do Araguaia, dirigida pela pacífica e igrejeira Ação Popular, bem que poderia ter sido (aqui é preciso cuidado e abundância de verbos), bem que poderia ter sido preparada a partir de 1979 e não a partir de 1966, embora alguém pudesse considerar luta armada em 1979 uma coisa de louco, rebelião de hospício — ainda por cima "em plena mata amazônica" e no ano da Anistia.
E não há relevância, do ponto de vista ficcional, se a AP já não existisse em 1979 e se a guerrilha tivesse sido dirigida pelo partido de João Amazonas, aquele partido reorganizado em 18 de fevereiro de 1962.
Mas. Respeito e memória — Perto de quatro anos atrás enviei mensagem ao portal Vermelho, do PCdoB, chamando atenção para documento divulgado em site da Assembléia Legislativa de Goiás no qual a deputada Isaura Lemos (PDT) afirma que, juntamente com o marido, participara da organização de núcleos guerrilheiros na Amazônia. (Agora, entra um bebê na história...)
Enorme falta de respeito para com a memória dos valorosos combatentes que morreram na selva, lutando com desprendimento, no anonimato, identificando-se com nomes frios, sem esperar recompensa que não fosse a vitória da causa que abraçaram. Pedi ao Vermelho que não publicasse a mensagem, pois era, na verdade, uma tentativa que eu fazia para entrar em contato com a direção nacional do PCdoB.
Havia, na época, comentários de que o partido estaria preparando "a volta" de Euler Ivo e Isaura (talvez ao som da voz de Nélson Gonçalves?). Coisa muito estranha, depois do estrago que o casal fez aqui, política e ideologicamente.
Em 2006, o próprio Euler me garantiria (sem que eu perguntasse) que "a direção nacional" vinha insistindo para que ele voltasse ao partido. Não obtive confirmação do fato. Portanto, voltando aos núcleos da Isaura, a historinha do bebê guerrilheiro deixa de ser ficção: é mentira mesmo.
O que me espanta é que ninguém se lembrou de usar um pouquinho de aritmética a propósito do conteúdo da campanha eleitoral da candidata Tatiana Lemos, campanha veiculada, de forma enganosa, pela televisão e pelo rádio.
Vi, mexendo na internet, que Helenira Tatiana Lemos Vieira tem 28 anos de idade. Se é assim, ela só pode ter nascido em 1980 ou fins de 1979. A própria mãe, no site da Assembléia acima citado ou em outro lugar para onde o Google me levou, diz que em 1979, no interior de São Paulo, foi demitida de determinado emprego "mesmo grávida". Grávida de quem? Só pode ter sido de Tatiana.
A deputada Isaura declara ainda que veio para Goiás "logo após" o nascimento da segunda filha, Maíra, hoje com 26 anos. Isto, pelo menos, é verdade, mas só é verdade quando se diz que, nessa época, após o nascimento de Maíra, Isaura veio para morar em Goiânia. Ela tinha vindo antes, visitar Euler, que estava aqui havia já algum tempo, hospedado na casa dos pais e fazendo distribuir o número zero da "Tribuna da Luta Operária", sem, no entanto, expor-se publicamente. (O primeiro "tribuneiro" de Goiás foi uma garota de 17 anos chamada Ester.) João Carlos Schmidt Grabois tem 35 anos. Ele não nasceu na selva amazônica. O PCdoB, em operação complexa e de alto risco, providenciou para que Criméia fosse retirada da área conflagrada. Foi decisão de responsabilidade para com o coletivo e para com o individual, um dos traços do partido de João Amazonas. A principal intenção era evidente: evitar que a guerrilheira, com o filho na barriga, sofresse as vicissitudes da selva e o perigo constante de ataque das forças inimigas, com a capacidade de deslocamento reduzida.
No entanto, infelizmente, o PCdoB não pôde (nem poderia, claro) impedir que, até os oito meses de gravidez, fosse barbaramente torturada em dependências do Exército, onde João Carlos nasceu. Na época, Isaura Lemos não era do PCdoB. O marido dela pertencia a uma organização surgida depois do aparecimento das comunidades eclesiais de base, da "Igreja progressista": a Ação Popular, que antes se chamava Juventude Universitária Católica (JUC). A AP nunca apoiou a luta armada ou qualquer movimento de resistência que fosse obrigado a recorrer às armas, como a Guerrilha do Araguaia. A AP adotou, durante o regime militar, tática questionável, a do "fingir-se de morto".
Ora, o PCdoB começou a preparar a resistência no campo a partir de 1966, os combates tiveram início em 1972, no sul do Pará e no norte de Goiás, hoje Tocantins (a famosa "plena mata amazônica"), e em 1974 a guerrilha estava liquidada. Foi a maior operação militar do Exército brasileiro. A partir de 1972, os guerrilheiros ficaram sob cerco implacável. Em fins desse mesmo ano, quando não se podia nem pensar em qualquer envio de militantes para a área, tiveram início as negociações para a incorporação da AP ao PCdoB.
Euler Ivo, portanto, só pode ter aderido ao PCdoB entre 1973 e 1979, ano em que o conheci. E só em 1979 o partido de João Amazonas divulgou o nome verdadeiro dos guerrilheiros desaparecidos, com fotos estampadas em cartaz do movimento pela Anistia. Lá no cartaz também estava Helenira Resende, a suposta homenageada com o nome da hoje candidata a vereador. Nunca vi a certidão de nascimento de Tatiana Lemos. Ela pode dizer que nasceu em "plena mata amazônica" e, para vencer o ceticismo de algum historiador metido a meticuloso quanto a datas, afirmar ter entre 34 e 42 anos de idade. Bebê graudinho demais para uma guerrilha de quintal.
Bela sacada do jornal OPÇÃO. Quem será que ira acionar o PROCON? Afinal propaganda enganosa não é crime???? É não é? Fala, porra!
Convivemos em um país onde as contradições pululam em todas as áreas, principalmente no setor público. Se não, vejamos a mais importante delas.
Goiânia, 20/09/2008 - por Eurides Curvo para o jornal O POPULAR
Hoje em dia é exigido currículo e às vezes até folha corrida para a participação em concurso para cargos públicos, exceção aos comissionados, isso vem ocorrendo até para o faxineiro. Porém, ao político, para concorrer às eleições basta o título de eleitor, mesmo sendo semi-alfabetizado e sem qualquer profissão. Daí a loucura por cargos eletivos, principalmente para os necessitados de imunidades, e uma maneira fácil de enriquecimento para alguns. Assim, estão sendo preenchido os cargos políticos eletivos em todos os níveis no País. A diferença de procedimentos é uma das contradições absurdas. Apresentam como justificativa a história de que todos são iguais perante a lei. Uma interpretação errônea, todos são iguais aos direitos e deveres comuns e não às atribuições. Significa que todos podem e devem trabalhar e estudar se desejam alcançar os direitos, deveres e atribuições das diversas classes. Por que para uns é exigido o concurso público e para outros não? A constituição deveria exigir chefes de nível cultural igual ou superior aos dos subordinados, uma norma aplicada em empresas. As funções políticas eletivas são as mais importantes, delas dependem os destinos do País. O ambiente político está degenerando cada vez mais após a extinção do Mobral, plano de alfabetização nacional noturno, e da concessão do voto ao analfabeto. Não vai nisso nenhuma má vontade ou discriminação, o voto sempre foi um incentivo ao estudo, dando condições ao eleitor de entendimento e participação nas atividades políticas. É que esta situação vem induzindo a eleição de pessoas sem instrução ou com pouca cultura. A prova é evidente, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 40% dos brasileiros não concluíram o primário – e estes estão na realidade decidindo as eleições. Nestas circunstâncias, de acordo com a mídia, existem apedeutas inteligentes, até de facções mafiosas, no exercício de cargos eletivos no País, ludibriando a nossa ignara. A classe política está ficando cada vez mais deteriorada, basta ver a sua evolução através da história e a perspectiva é de que piore cada vez mais. Atualmente são poucos os homens da estirpe de Ulysses Guimarães, Franco Montoro, Mário Covas, Afonso Arinos, Aliomar Balieiro, Carlos Lacerda, Médici, Castelo Branco, Eduardo Gomes, e outros probos e a toda prova. Nunca houve tantos escândalos de corrupção como agora, alguns apurados pelas ações meritórias da Polícia Federal e da CPI do Mensalão, outros esquecidos, impedidos e alguns secretos, intocáveis. Muitos destes mofando nos tribunais. A Justiça tem o dever moral de priorizar os julgamentos e a condenação com penas severas para os envolvidos nos processos, afastando-os rapidamente por ser de interesse público e para servir de exemplo. Nada de prestação de serviços como penas. Caso contrário a última esperança republicana irá para o brejo. Daí a inapetência das pessoas de bem pela política. Então, esta é a pior das contradições, permitir que pessoas sem preparo adequado ocupem cargos eletivos legislativos ou executivos. Isso vem prejudicando as vantagens introduzidas pelo Plano Real, criado por Itamar Franco. Pesam ainda a necessidade da boa aplicação do fundo da pobreza de Antonio Carlos Magalhães e do não agravamento da situação econômica internacional que vem permitindo a estabilidade do País. Ainda se não fosse a gastança com vários órgãos criados e superlotados e outros trambiques, o Brasil deveria estar crescendo na base de 10%, concorrendo com a China e a Índia. A condição única para resolver esta situação atual será a realização e a publicação da análise do currículo e da folha corrida do candidato pela Justiça Eleitoral antes das eleições, para o eleitor verificar se o postulante tem as condições para o exercício do cargo que deseja ocupar. Nos países desenvolvidos não há esta necessidade, os incultos são poucos. A Justiça tentou, porém, não conseguiu incluir a folha corrida na eleição próxima. Esta idéia pode ser considerada utópica por alguns políticos e juristas, mas será benéfica se adotada no País. A Associação dos Magistrados Brasileiros e todas associações de classes devem se unir nesta luta. Eurides Curvo é ten.-cel. ref. de Infantaria do EB, engenheiro eletricista e professor da UFG
18/08/2008 - Justiça Eleitoral acompanha MP e rejeita candidatura de ex-secretário de Fiscalização Urbana de Goiânia
http://www.mp.go.gov.br/portalweb/conteudo.jsp?page=1&base=1&conteudo=noticia/2a7a1fa82c987edd5bd9937703347f85.html O juiz eleitoral Eduardo Siade julgou procedente, no último dia 15, a impugnação do Ministério Público Estadual (MP-GO) e rejeitou o registro de candidatura do ex-titular da Secretaria de Fiscalização Urbana (Sefur) de Goiânia, Santana Pires (PRTB). Ele teve a candidatura a vereador confirmada após a desistência de Samuel Cesar da Silva, do mesmo partido, mas, de acordo com as promotoras de justiça Anna Paula Alves David e Ivana Farina Navarrete Pena, o ex-secretário não preencheu os requisitos legais para se candidatar. A Lei Eleitoral determina que o candidato se afaste de função pública pelo menos seis meses antes do pleito, ou seja, até o dia 5 de abril. O decreto de exoneração de Santana Pires, no entanto, foi publicado somente no dia 5 de junho, em desacordo com o que prevê a legislação. Apesar de ter sido candidato após a desistência de outro, os requisitos exigidos para se confirmar na disputa são os mesmos dos demais, conforme já decidido em outras ocasiões pela Justiça Eleitoral. Em sua defesa, Santana alegou que sequer foi empossado na secretaria, cargo que exerceu por menos de um mês. O juiz entendeu que, apesar disso, ele se envolveu em situações no exercício da pasta, o que comprova a sua autoridade na função. (Pedro Rafael / estagiário da Assessoria de Comunicação Social)
Outro dia, um gaiato deixou um comentário dizendo que o blog estava tão parado que daqui a pouco iria anunciar o renascimento da Dercy. Pois bem, o renascimento nem tanto, mas a chegada dela ao céu foi bem divertida. E olha que ela não viveu na roça asfaltada que é Goiânia, não conheceu os coronéis do cerrado e nem viveu o movimento "curtural" promovido por um candidato a vereador.
A chegada de Dercy Gonçalves ao céu
-Porra tá frio aqui em cima; -O céu não tem temperatura - pondera um porteiro celestial de plantão. -Não tem é o cacete.Tá frio pra caraio, sim senhor - insiste Dercy. -Prefere o inferno? Lá é mais quentinho. -Manda tua mãe pra lá, porra !! -Cadê o Pedrão? -Pedro só atende aos purificados. -E eu tô suja por acaso, que merda , tô cagada... -A senhora vai ter que passar primeiro no purgatório, ajustar umas continhas... -Não devo nada a Puto nenhum. -A senhora foi muito sapeca lá por baixo. -Como é que você sabe. Andavas escondido debaixo das minhas saias? -Dercy, daqui de cima a gente vê tudo. -Vê porra nenhuma. Vê a pobreza, a violência, meninas de 4 anos sendo estupradas pelos pais, político metendo a mão no dinheiro dos pobres, cara cheirando até cocô pra ficar doidão? O que vocês vêem? Só viam... -A senhora fala muito palavrão -Eu sempre disse que o palavrão estava na cabeça de quem escutava. - Palavrão é a fome, a falta de moral destes caras que pensam que o mundo é deles. Esses goelas grandes e seus assessores laranjas, tangerinas e o cacete... -Está vendo? Outro palavrão -Cacete é palavrão seu porteiro de meia tigela? Palavrão é PQPariu... (silêncio de alguns segundos) -Seja bem vinda Dercy. Sou Pedro. Pode entrar. -Porra, não é que eu morri mesmo! -E o purgatório? -Você já passou 101 anos por ele, lá em baixo.Venha descansar. - É... to precisando mesmo! Mas tira essa mão boba de cima de mim!' E o céu nunca mais será o mesmo
Candidato ficha suja pede voto e alguns goianos, insanos ou alienados, colocam a cara a tapa gravando louvores para colocar no YOUTUBE. Dá para perceber que a memória desse povo ou é curta, ou muito bem paga. Assim para relembrar apenas algumas "coisinhas" do curriculo do nobre candidato. Uma coisa é certa, com um curriculo tão enobrecedor, se eleito, Goiânia receberá definitivamente o título de terra sem lei. AVISO Ah, eleitor amigo, você que têm uma atividade cultural já foi chamado no GABINETE para trocar apoio por PONTO DE CULTURA? Vai rápido !!!!!!
Polêmica na academia Banca avaliadora aponta irregularidades graves na tese de doutorado do Secretário da Cultura, Kleber Adorno. Ele diz que, por equívoco, há trechos do trabalho sem citação da fonte. por Rogério Borges, fotografia Walter Alves
O Colegiado do Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais da Universidade Federal de Goiás (UFG) reúne-se segunda-feira para tomar uma decisão sobre a tese de doutorado do secretário municipal de Cultura de Goiânia, Kleber Adorno, que está no centro de uma polêmica acadêmica.O titular da Secult é doutorando em Ciências Ambientais na Universidade Federal de Goiás e apresentou à banca o trabalho A Constituição da Cidadania em Goiânia: Alguns Aspectos da Legislação que se Consubstanciam no Direito à Cidade, estudo que fala da relação entre os centros urbanos e seus cidadãos.A defesa pública da tese estava marcada para segunda-feira, dia 26, no auditório do prédio 4 do Instituto de Ciências Biológicas, no Câmpus 2 da UFG. Não ocorreu, porém, pela ausência de Kleber, que apresentou atestado médico. Pesam sobre o texto graves suspeitas de irregularidades.Mesmo na ausência do doutorando, a banca discutiu alguns aspectos relacionados ao trabalho na sessão, que é pública e foi presenciada pelo POPULAR. A professora Maria do Amparo Aguiar criticou duramente o trabalho. Disse que a tese de Kleber Adorno apresenta “muitos” e “gravíssimos” problemas e que sua qualificação, etapa anterior à defesa em que a peça acadêmica passa pela análise de uma banca de professores, havia sido “precária”. Em seu breve pronunciamento, a professora lembrou ao orientador do secretário no trabalho, professor Nivaldo dos Santos, que a tese só chegou ao estágio da defesa pública porque ele havia dado seu aval ao aluno.Plágio Ouvido ontem pelo POPULAR, o secretário admitiu que “na forma como está” o trabalho, em alguns trechos, pode ser tomados como plágio (leia texto nesta página). À banca, Kleber apresentou dois documentos em sua defesa. Na sexta-feira anterior, ele havia remetido um requerimento ao programa de pós-graduação pedindo que houvesse o cancelamento da defesa do trabalho em questão. Nesse pedido, o secretário argumentava que havia ocorrido um equívoco e que a tese a ser defendida por ele não era aquela que estava nas mãos da banca avaliadora.Kleber pleiteava a chance de fazer um segundo depósito de nova tese de doutorado. Na segunda-feira, dia da defesa, o chefe de gabinete da Secretaria de Cultura, Jorge Leal, foi até o Câmpus 2 levar, em mãos, um atestado médico que informava da impossibilidade de o aluno comparecer à defesa.Ainda na sessão de defesa, a professora Maria do Amparo objetou contra o pedido do segundo depósito alegando ter recebido a mesma tese anteriormente e que esse fato derrubava a justificativa de Kleber, de que houvera um engano no depósito.O professor José Nicolau Heck, outro membro da banca, afirmou que o atestado médico permitia o adiamento e não o cancelamento da defesa e que era inaceitável que o secretário efetuasse novo depósito.Depois de encerrada a sessão de defesa pública, o Colegiado do Programa de Pós-graduação em Ciências Ambientais reuniu-se para decidir o que fazer. O coordenador do programa, professor Nelson Roberto Antoniosi, confirmou que o trabalho tinha “problemas graves” e que não estava descartada a possibilidade do envio do caso para a Procuradoria Jurídica da UFG.Na reunião da segunda-feira, o colegiado não chegou a uma decisão prática sobre o assunto, o mesmo acontecendo em um novo encontro dos professores, ocorrido na manhã de ontem. Ficou decidido, porém, que uma terceira reunião será realizada na segunda-feira. O POPULAR tentou ter acesso à tese de Kleber, mas o Colegiado não quis liberar o texto para consulta.Secretário se defende e dizque erro foi do digitador“Aconteceu um grande equívoco. Eu mandei para o digitador da minha tese uma série de artigos sobre o assunto que eu trato para que ele incluísse trechos desses textos no trabalho, com a devida referenciação. Ele os incluiu, mas não deu os créditos que eu pedi que fossem dados”, explicou ontem o secretário Kleber Adorno ao POPULAR. “O digitador fez tudo errado. Algumas partes que meu orientador havia pedido para destacar, ele simplesmente retirou do trabalho.”Ele admite que “da forma como o trabalho foi digitado e está, é possível pensar que houve plágio naqueles trechos específicos.” “Por essa razão, quero ter a chance de refazê-lo. Eu não seria inocente ao ponto de copiar trabalhos de outras pessoas dessa maneira. Eu sou pró-reitor da Faculdade Anhangüera e sou eu quem cuido para que isso não ocorra lá”, sustentou.De acordo com Kleber, ele não percebeu os erros antes de efetuar o depósito na secretaria do programa de pós-graduação. “Eu fiz esse depósito em cima da hora, no último dia do prazo permitido.” Ele contou que, para a apresentação do trabalho, é necessário o preenchimento de um formulário específico. “Esse documento só ficou pronto no último dia, quando eu estava saindo de viagem para o Paraná. Por isso não conferi o trabalho do digitador”, complementou.Antes do depósito, porém, Kleber enviou a tese para seu orientador, Nivaldo Santos, e para a professora Maria do Amparo, membro das bancas de qualificação e defesa. “Ela me disse que havia lido a metade do meu trabalho até aquele momento e que não havia encontrado problemas”, assegurou. A professora Maria do Amparo disse que, na ocasião, havia feito apenas “uma leitura preliminar, de uma pequena parte da tese” e que a leitura efetiva ocorreu para a defesa.O secretário admitiu que só foi ler novamente a tese na semana passada, para se preparar para a defesa, e que apenas nesse momento constatou os erros.Kleber disse que não acredita em uma ação jurídica por parte da UFG. “Essa questão é de ordem ética e não judicial. Além do mais, fui eu quem admitiu o problema por escrito para o programa de pós-graduação e até apontei onde estavam os trechos sem referência. Não há razão para isso.”Caso a UFG não aceite que Kleber apresente um outro texto, o secretário estuda duas opções. “Ou eu peço judicialmente o direito de fazer novo depósito, já que o trabalho é meu e ainda não foi publicado, ou desisto do doutorado.” Ele observou que não vê razão para a negativa dos professores em relação a um novo depósito. “Se eu fosse reprovado durante a defesa, teria o direito de apresentar um novo trabalho para apreciação.” http://www2.opopular.com.br/anteriores/29jun2005/
Se um curioso se meter a pesquisar a literatura goiana, vai se deparar com uma aberração interessante.
A da pena a serviço de quem lhes paga ou pelo menos de quem lhes oferece benesses. Os escritores locais, e especificamente uns tipos como Brasigóis Felício(funcionário da SECULT), Carlos Willian Leite, leia-se Revista Bula, recebem a encomenda de escrever “testículos” em defesa do renomado plagiador de teses de doutorado, candidato a vereador, e sem nenhum pudor, escrevem, elevam a santidade a criatura, que francamente, como diria minha doce avó, não merece que crédito nem na lavanderia.
É um fenômeno interessante e que explica a pouca qualidade da literatura goiana. Diga-se de passagem, quem se sobressai na área, não o faz por escrever loas em favor de tipos que ficarão no folclore da cultura goiana, isso se a polícia não chegar primeiro.
Mas, todos sabem que a única explicação para tão fervorosa devoção, é o amor incomensurável aos “reais” retirados do Fundo de Apoio a Cultura para “fomentar” revistinhas, livrecos e documentários de qualidade duvidosa, subproduto da “curtura” goiana, mas que coloca na mesa de cada um desses medíocres “escritores goianos” a galinhada e o arroz com pequi de todo dia. Isso que é fome!
Em um domingo de sol, dias dos pais, a grande notícia é a do indeferimento da candidatura do prefeito Iris. Motivo? Seu vice é ficha suja. Viva Eduardo Siade!!! Acorda Goiânia!!!!
DIÁRIO DA MANHÃ Política e Justiça (10/08/2008) PEEMEDEBISTA TEM REGISTRO CASSADO O juiz eleitoral Eduardo Siade indeferiu no início da noite de ontem o registro de candidatura do prefeito Iris Rezende (PMDB), que disputa reeleição. A decisão foi tomada com base na prestação de contas do candidato a vice na chapa peemedebista, Paulo Garcia (PT), rejeitada pela Justiça. A lei eleitoral entende como única as candidaturas de chapa majoritária. As contas se referem à campanha de 2002, quando o petista foi eleito deputado estadual.Os advogados de Iris Rezende, Estevão Dias e Marconi Pimenteira, prometem entrar com recurso no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) na segunda-feira. Vão pedir que o juiz reveja a decisão, argumentando que houve falha técnica e equívoco formal na análise das contas. A Justiça declarou ainda que Paulo consta na lista de ficha suja da Associação dos Magistrados do Brasil.Iristas garantem que Paulo não será substituído na chapa, alternativa que livraria Iris do risco de impugnação. Informam também que a legislação não proíbe a continuidade da campanha. Caso seja rejeitado, o recurso pode ser encaminhado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). (S.M.) http://v5.dm.com.br/politica_e_justica/peemedebista_tem_registro_cassado
É assim a vida em Goiânia, você até pode ter razão, mas só que leva são os coronéis. Fernando Krebs é o cara, sem compromisso com os coronéis locais, age. Enquanto isso, seus colegas fingem que trabalham, engavetam as ações, sem mostrar qualquer resultado prático.
SENTENÇA Multa de R$ 11,6 mi para SMT e Sanches Waldineia Ladislau Pedindo execução de sentença em ação civil pública proposta em 2002, que já transitou em julgado (não cabe mais recurso), o promotor de justiça Fernando Aurvalle Krebs quer que o coronel Paulo Afonso Sanches, titular da Superintendência Municipal de Trânsito (SMT), pague multa de R$ 11.660.000,00. O valor, segundo o representante do Ministério Público (MP), deve-se pelo descumprimento de ordem judicial. Na sentença foram declarados nulos os atos de designação de servidores de qualquer nível da administração pública municipal para desempenhar as funções de fiscalização do trânsito, ou lavrar auto de infração de trânsito. Também foi determinado à SMT que não mais designasse guardas municipais e/ou quaisquer servidores da administração pública municipal para exercer atribuições de agente municipal de trânsito. DescumprimentoSegundo o promotor de justiça, a ordem não foi cumprida, pelo contrário, perpetuou-se a irregularidade. Mas a sentença, que mesmo diante dos recursos interpostos pelo Município de Goiânia não foi alterada, antes tornou-se definitiva, estabelecia multa diária de R$ 10 mil. O valor pedido na execução, de R$ 11,66 milhões, representa, segundo Fernando Krebs, a soma da multa diária, desde quando a sentença se tornou definitiva. O promotor, que atua na Defesa do Patrimônio Público, pede ao juízo da 1ª Vara da Fazenda Pública Municipal a condenação pecuniária tanto da SMT quanto do coronel Paulo Sanches, solidariamente, entendendo que ele, como responsável pelo órgão, deveria ter cumprido a ordem. PortariaFernando Krebs afirma, ainda no pedido que “descumprindo a determinação judicial (Ação Civil Pública 200202061633), a superintendência, por intermédio de seu superintendente, assinou, em maio de 2005, o convênio 2-001/2005. No acordo, entre outros pontos, ficou consignado que policiais militares exerceriam funções de fiscalização de trânsito em Goiânia. E, com base no convênio, Paulo Sanches baixou a Portaria 88/ 07, em que se atribuiu aos policiais militares vinculados ao Batalhão de Trânsito e Batalhão Rodoviário, relacionados na Portaria, “poder de executar a fiscalização de trânsito, autuar, aplicar as medidas administrativas cabíveis por infrações de circulação, estacionamento e parada, previstas no Código de Trânsito Brasileiro”, entre outras atividades. O pedido de execução não foi apreciado ainda pelo juiz Eduardo Siade. A última movimentação foi o desarquivamento do processo Fonte: jornal O POPULAR 09/08/2008 acesso somente para assinantes.
Não é brincadeira ... igrejas protestantes surgem em praças feito pragas e de quebra, mobilidade significa tirar das ruas as pessoas. Mobilidade é transporte de qualidade, é ciclovia, calçadas decentes, é garantir o direito de ir e vir de todos, o direito ao sono, sem o gritos e a histéria dos incautos, explorados e tosquiados por pastores.
17/07/2008 OBRAS PÚBLICAS Prefeitura apresenta plano de mobilidade Almiro Marcos A Prefeitura de Goiânia apresenta amanhã um pacote de 41 ações que batizou de Plano de Mobilidade. A maior parte está relacionada com obras de infra-estrutura no sistema viário, como duplicações e prolongamentos de avenidas, mas ele também inclui ações na área do transporte coletivo. “São medidas para beneficiar o transporte coletivo, mas também o transporte individual”, explica o Secretário de Governo, Thiago Peixoto. Entre as ações constam, por exemplo, a duplicação da Avenida T-4, no Setor Serrinha, e da Avenida C-182, no Jardim América. Nos dois casos, o objetivo é dar mais fluidez ao trânsito e ligar à Avenida Transbrasiliana, no Setor Pedro Ludovico. Outra ação é o prolongamento da Avenida Bernardo Sayão até a Avenida Goiás Norte, próximo ao Cemitério Jardim das Palmeiras. Também estão incluídas a continuação da Avenida Leste-Oeste (alguns trechos) e da Marginal Cascavel, entre as avenidas T-2 e T-7.
O prefeito de Goiânia visando atender as inúmeras "igrejas" protestantes, que nascem em praças públicas, nos velhos cinemas, em todas as esquinas, feito praga, erva daninha, impede a população de Goiânia de decidir se quer ter tais vizinhos ao lado de suas casas. Tais agremiações religiosas são bons negocios, enchendo o bolso dos pastores e explorando os incautos. Goiânia é a única cidade onde existem tantos otários, dispostos a pagar para garantir uma vaga no céu, mesmo com os problemas com a camada de ozônio!
Iris veta audiência pública sobre obra de impacto à vizinhança Debates são previstos no Estatuto das Cidades. prefeito alega demora de licenciamento Marília Assunção para jornal O POPULAR 08/08/08 Os impactos sonoros e ambientais de grandes construções sobre seus vizinhos não serão discutidos antes de a obra começar, por exemplo, em audiências públicas. A realização de audiências estava prevista nos artigos 16 a 18 da Lei 063, de 18 de junho, que trata do estudo de impacto de vizinhança, mas elas foram vetadas pelo prefeito Iris Rezende em junho. O artigo 16 facultava a realização da audiência convocada pelos órgãos municipais, vereadores, Conselho Municipal de Política Urbana (Compur), empreendedores ou por no mínimo 200 cidadãos da área de impacto. As consultas serviriam para as partes terem noção dos aspectos positivos e negativos do empreendimento, sobre a qualidade de vida e até o valor de mercado da região impactada. As aprovações dessas audiências seriam submetidas ao Compur para evitar situações em que o município não tem outra alternativa para licenciar o empreendimento. No veto, o prefeito alegou que utiliza instrumentos técnicos previstos no Plano Diretor, que a audiência seria inadequada e que tornaria o licenciamento e a liberação do uso do solo mais demorados. O secretário de Planejamento, Jeová Alcântara Lopes, reforçou ontem que a Prefeitura ouve os moradores “de casa em casa”. Para ele, a realização de audiências públicas engessa a administração e fere a autonomia do prefeito “que já foi avalizado quando eleito”. O veto deve ser apreciado na próxima semana pela Câmara, mas derrubá-lo exigiria o chamado quórum absoluto, formado por, no mínimo, 18 vereadores contrários. Na oposição, o vereador Elias Vaz considera pouco provável derrubar o veto, mas afirma que, mesmo assim, vai trabalhar para que ele ocorra. Bancada evangélicaO veto à realização de audiências também recebe críticas de membros do Compur. Um deles, Ride Correa, que representa uma organização não-governamental ambientalista que tem assento no Compur, considerou um retrocesso. “Ganha a bancada evangélica na Câmara, afinal, hoje os empreendimentos que mais interferem no impacto de vizinhança são os templos religiosos”. Para ele, em uma audiência os templos seriam expostos à rejeição popular. Além disso, Ride Correa considera que evitar a audiência pública “é evitar a possibilidade de uma gestão participativa no Município”, alfinetou o vereador. ¤ LEIA MAIS Pode ser melhor ouvir antes do que depois A discussão sobre o custo e o benefício de fazer uma audiência ou uma consulta pública é hoje uma reflexão entre economistas e administradores públicos. Uma tendência de transparência nos assuntos de interesse público. Geralmente, há preocupação em apurar se o custo de participação (mobilizar, gastar tempo, por exemplo) compensa fazer e, aos afetados, ir à audiência. No caso de impactos sobre vizinhança – de igrejas, indústrias e até cemitérios –, parece inimaginável que não despertem interesse por realizar e participar. Ao prever as audiências antes desse tipo de obra, o próprio Estatuto das Cidades antevia esta importância. Talvez até demore mais ter de ouvir primeiro os afetados, mas que pode evitar desgastes e danos futuros, lá isto pode. (M. A.)
Edição: 704 Data:07/08/2008 Panfleteiro baleado em frente a colégio Renato Rodrigues Um entregador de panfletos foi baleado à queima-roupa após discutir com um vigilante de colégio particular de Goiânia, no começo da tarde de ontem. Por volta das 12h40, Élvis Peterson Ramos, 22, foi abordado por Paulo César Cardoso, 36, vigilante da escola, quando distribuía panfletos de divulgação de uma festa aos alunos. do Colégio Santo Agostinho, localizado Rua 55, Centro, próximo ao Parque Mutirama. O vigilante pediu ao jovem para se afastar do portão de saída, alegando ser proibido este tipo de trabalho no local. Élvis se negou a sair e foi empurrado por Paulo César. O entregador de panfletos revidou e agrediu o vigilante com um soco no rosto, correndo em seguida para a esquina com a Rua 56, em frente a uma lan house. Com o nariz sangrando e nervoso, Paulo César foi ao encontro de Élvis, sacou a arma e disparou, atingindo com um tiro o abdômen da vítima. O jovem baleado deitou-se no chão e permaneceu por cerca de meia hora até que chegasse a unidade do resgate do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que o encaminhou para o Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo). O vigilante deixou o local entrando pelo portão do colégio. O vigilante trabalha desde 2006 na empresa de segurança Grupo Escudo. O diretor executivo da empresa, André Luiz Costa Machado, diz que foi comunicado do fato pelo funcionário assim que aconteceu e que ele está emocionalmente abalado. Ele explica que Paulo César é um excelente profissional e que a arma de fogo que portava, um revólver calibre 38, pertence ao Grupo Escudo. “O contrato de prestação de serviços com o colégio é de um segurança armado”, esclarece. Élvis teve o intestino perfurado, e não corre risco de morte. Até o final da tarde de ontem o vigilante não havia se apresentado à polícia. O caso está no 1º DP. http://www.hojenoticia.com.br/editoria_materia.php?id=18424
Não sei por que, mas parece que os servidores da Prefeitura de Goiânia resolveram colocar a boca no trombone, mostrando todo tipo de má gestão administrativa. Denúcias no SMT, Cidadão 2000, Procon, SECULT, Educação, SEFUR, Guarda Municipal ... Assédio moral contra os servidores públicos é o principal e primeiro ato abusivo em todas as secretarias municipais. O SindiGoiânia não move uma palha para apoiar os servidores, as associações de classe menos ainda. No SMT a "quebra" de multas é comum e pública, e o servidor que denunciar sofre as consequências, ameças, corte de ponto, inqueritos administrativos forjados. O vídeo abaixo é uma matéria que denuncia a falta de condição de trabalho na Guarda Municipal e o medo de quem trabalha nessas condições.
Recebi e publico na íntegra por que merece. Afinal alguém está falando abertamente do que acontece em Goiânia. Acrescentaria que PX foi durante anos o mentor intelectual de Kleber Adorno. A criatura enganou seu criador. Visgo
Pessoas, A coisa que mais impressiona é que mesmo sistematicamente denunciada as fraudes contra a Lei de Incentivo á Cultura Municipal, os atuais gestores continuam em frente como se nada estivesse acontecendo. A “esperteza” come solto e pior, pelo visto agora já não nem mesmo conseguem oferecer as migalhas típicas do compadrios no balcão, pois, evidentemente, não está sobrando nem as migalhas na hora de dividir o botim entre eles mesmos. O MP continua omisso sobre o assunto, embora as denuncias sejam públicas e diárias nos jornais da Capital. Dá o que pensar. O grande prefeito da Cultura sabe mesmo o que é cultura? É a hora do voto, a hora de escolher NÃO no plebiscito de outubro! Abaixo segue mais um artigo publicado por PX Silveira, para que não sabe, tio do atual Secretário de Governo Municipal e que denuncia publicamente, mais uma vez, as ações de improbidade administrativa cometidas na SECULT pelo antigo secretário e o atual, a frente da pasta. Beijos Deolinda
Quanto mais rezamos, mais a assombração aparece. Os ditos populares são mais verdadeiros que muitas verdades juntas. Até no poder público, não tem sido o contrário. Outro dito verdadeiro, é que cada um reza à sua maneira. Assim, não tem sido outro o motivo que me leva a, de tempos em tempos, ocupar este importante espaço de opinião para relatar a indignação que espanta o mundo político-cultural, vítima dos fantasmas que assolam as atuais gestões nas esferas municipal, e principalmente, e estadual. Mais que apontar erros e desvios, é preciso denunciar o complô de mediocridade que paira sobre a cultura em Goiás. Se este é abstrato e por vezes de difícil percepção, aqueles são tremendamente evidentes. Mas muitos fingem não vê-los e se escondem debaixo da brasa, enquanto se assam as batatas de seus favorecimentos. Até mesmo gente de certa expressão, se cala para que se atendam seus pedidos e seus pequenos interesses. Outros se comportam dentro das expectativas mais medíocres, mirando nos votos que podem valer sua indicação para a academia ou em uma assinatura endossando seu nome para a próxima – e vexatória – gestão pública. E todos se calam, como legítimos protagonistas da cena pobre em que expiramos os melhores dias de nossas vidas. De tapinha em tapinha nas costas, cerram-se as bocas. E quem haverá de nos alertar, senão os loucos? Enquanto isso, a mediocridade vai medrando no esterco do favorecimento. A mediocridade, escondida sob a capa do silêncio, se fortalece no medo que as pessoas têm de ser felizes. E eis que, ao invés de se intimidarem, as assombrações vão se esgueirando pelas sombras da nossa passividade e vão se encorpando cada vez mais, a ponto de chegar o momento em que passamos a nos assustar com tudo que não seja assombração.Houve um tempo que o slogan da cultura goiana era “cultura em movimento”. Com o tempo, viu-se que o slogan tinha lá sua verdade. Apenas que o movimento na cultura, corrija-se, era de bacilos. Hoje, nem slogan temos mais, por mais equivocados que estejam. Mas as pessoas ainda são as mesmas. Estão aí, sonâmbulas, sem saber disfarçar suas posturas antiquadas e suas maneiras tortas de administrar as coisas públicas na cultura. Infelizmente, são pessoas do tempo do balconismo que ainda dão as cartas na gestão cultural, tempos idos em que se escolhia a quem apoiar não pela importância dos seus projetos, mas pelas conveniências políticas, eleitoreiras, afetivas e comensalistas. Não que estas pessoas estejam puramente mal-intencionadas, é que elas têm dificuldades de se atualizar e trabalhar de outra maneira. Bem que gostariam de fazer – que isso até poderia lhes render a perpetuidade, mas lhes falta visão e eficiência – e lhes falta coragem cívica para abandonar o posto ao qual se agarram avaros.Se no Estado temos uma gestora que sonha dirigir time de futebol, no município tivemos há pouco um secretário que deixou o cargo como quem deixa uma batata quente, certamente para ter tempo de tentar refazer sua tese sobre a importância do papel carbono. Já o atual secretário municipal, que quando diretor demonstrara seu pendor ao se auto-favorecer direta e indiretamente em cerca de 6 projetos beneficiados por edital de R$ 1,5 milhão, agora é ele mesmo que ocupa o posto e detém a chave. Este mesmo que, talvez sem querer ou por ignorância das regras públicas, coloca alguns aliados numa fria.Sou admirador de Bariani Ortêncio, sua pessoa, sua história, sua obra e, principalmente, admirador do carisma que lhe cresceu como resultado de tudo isso. Sou, também, forte admirador do poder de percepção e justiça histórica do Bariani Ortêncio, mesmo quando ele se manifesta de maneira inconsciente. Como quando tece elogios em suas crônicas declarando aos quatro ventos, literalmente, que determinado gestor é “o adorno da cultura goiana”. Com toda razão. Só que a cultura não vive de adorno, que lhe é pernicioso. Vive de raiz. Não vive de imagem, que lhe é traiçoeira, mas vive de densidade. No que diz respeito à gestão cultural, o adorno é extremamente pernicioso, algo que todo administrador que se preze deve evitar. Pois o adornismo leva unicamente à centralização, ao esnobismo e, conseqüentemente, à esterilização das idéias. Feitas as ressalvas, posso, portanto, garantir que não foi o Bariani Ortêncio quem errou ao ter um projeto de sua autoria indevidamente aprovado na última lavra da Lei Municipal de Cultura, criada pela gestão de Pedro Wilson. Erraram, sim, quero crer, os burocratas que conduzem aquela pasta, sob a égide da mimese cultural. A lei, feita para todos, é clara. Não se pode aprovar dois projetos de um mesmo proponente. E não se pode aprovar novos projetos do proponente que ainda não concluiu ou ainda não prestou conta do projeto anterior. É o caso do Bariani Ortêncio, que se vê, agora, envolvido como exceção de lei, exclusivamente pela falta de informação ou excesso de deformação dos gestores atuais da cultura municipal. Pois ele, Bariani Ortêncio, estava no seu papel, no seu direito e na sua capacidade ao apresentar um ou dois ou mais projetos, que seu poder de criação é transbordante, mas cabe ao poder público, como dever de judicioso, saber enquadrar todas as situações na lei que ele mesmo criou. Ou será que o Bariani Ortêncio é exceção?Aliás, essa lei, que tem sido a salvação do Iris na gestão cultural, é uma importante válvula de escape do compradismo que reina na sua secretaria, mas mesmo assim ela tem sido alvo de constantes reclamações.E não adianta tentar me impingir as cores do revoltado com os resultados de mais um edital municipal. Simplesmente porque sou um dos beneficiados, com o projeto Poteiro na Primeira Pessoa. Tal fato, muito pelo contrário, não me impede de fazer minhas críticas e constatações.Na verdade, “o toma lá da cá” sempre pautou a maioria das ações na incipiente área cultural goiana, onde medram os bacilos. A falta de uma política é o que fomenta essa prática vergonhosa e lhe dá húmus. E daí nasce sua filha bastarda, a mediocridade. Essa terrível filha que já nasce velha e matreira, que nos imobiliza e nos puxa para o atraso. PX Silveira é coordenador do Porto das Artes e executivo do Instituto Arte Cidadania Opinião (09/07/2008) DM http://www2.dm.com.br/digital/index2.php?edicao=7551&contpag=2&posjornal=1362
Saiu no jornal O POPULAR a boa nova do indiciamento do ex--titular da SEFUR, espera-se que a delegada atue também em outros casos já denunciados a delegacia e mande prender todos os bandidos de colarinho branco a solta em Goiânia!
"O ex-titular da Secretaria de Fiscaliza Urbana de Goiânia (Sefur) foi indiciado ontem por prevaricação e desacato na investigação da denúncia envolvendo servidores da pasta. O relatório do inquérito foi encaminhado à Justiça pela delegada Maria Lúcia de Paula Freitas, da Delegacia de Crimes contra a Administração Pública (Dercap).A pena para os crimes é de três meses a um ano de prisão, para prevaricação, e de seis meses a dois anos para o desacato. Maria Lúcia disse que ficaram comprovadas a agressão ao fiscal Moacir Filho e a tentativa de Pires de impedir a apreensão de mercadorias vendidas irregularmente na Feira Hippie, dia 17 maio. O episódio culminou na demissão do secretário, que não foi encontrado pela reportagem. Por Carlos Eduardo Reche para o jornal O POPULAR 25/06/2008
Louvável a reclamação do promotor Fernando krebs, porém, desde quando cumprem decisões judiciais em Goiás? Um exemplo clássico, a decisão que ANULA a 3ª CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE CULTURA, por fraude e desrespeito Constituição Federal. Alguém cumpriu? Não. Continuam pagando à falsos Conselheiros de Cultura, para fazerem de conta que existe um Conselho Municipal de Cultura em Goiânia. Isso é caso de polícia! A aliança PT e PMDB só conseguiu aproximar os iguais, tanto que Delúbio era o chefão da turma pró aliança. E o prefeito, que não é besta e nem nada, ainda vai meter o pé no traseiro dessa turma, afinal, o velhinho já sabe que escolheu a turma que não puxa votos, e pior, maculou a própria credibilidade. Delúbio e sua turma de contraventores só querem se garantir, e ai tá certo escolherem a prefeitura de Goiânia e o atual prefeito como aliados, basta ver o naipe do secretariado atual. Como já dizia minha sábia vovozinha, me diga com quem andas e te direi quem és... Eh, prefeito, isso que é perfeição.
Ex-tesoureiro do PT não cumpre decisão judicial, deixa de devolver R$ 164,6 mil ao governo de Goiás e continua empregado, mesmo sem trabalhar
por SÉRGIO PARDELLAS "Não é possível que Delúbio, mesmo condenado, não tenha sido demitido" Fernando Krebs, promotor
O ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares, um dos principais protagonistas do escândalo do mensalão, está novamente na alça de mira do Ministério Público. Desta vez, ele é acusado de desacatar uma decisão judicial e promover um calote contra o Estado de Goiás. Em maio de 2007, Delúbio foi condenado a devolver R$ 164,6 mil ao governo goiano, mas até agora, passado mais de um ano, não pagou nenhum centavo. O valor se refere aos salários que Delúbio recebeu, segundo a Justiça, de forma irregular, como professor contratado pela Secretaria de Educação. O ex-tesoureiro petista recebia os salários todos os meses, mas não punha os pés na sala de aula. Delúbio foi contratado pelo governo de Goiás em 1974, mas se licenciou diversas vezes sob o argumento de atuar no Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado (Sintego). Na sentença condenatória, o juiz Ari Ferreira de Queiroz, da 3ª Vara da Fazenda Pública de Goiânia, entendeu que, nos períodos de licença, Delúbio na verdade residia em São Paulo, trabalhava para o PT e não prestava serviços ao sindicato. Além de não devolver o dinheiro recebido irregularmente, Delúbio continua como funcionário público do Estado de Goiás e permanece longe das salas de aula. "Não é possível que Delúbio, mesmo condenado, não tenha sido demitido", diz o promotor de Soares de Gouvêa, disse que o procedimento administrativo disciplinar contra Delúbio depende de parecer favorável da Procuradoria- Geral do Estado. "A Procuradoria nos comunicou que está fazendo um reexame do processo", disse à ISTOÉ a subchefe da Casa Civil, Avenilma de Lourenço Freitas. O problema é que um procedimento administrativo não pode se sobrepor a uma decisão judicial. Ainda que as medidas internas do governo possam retardar a demissão de Delúbio, elas jamais poderiam impedir o cumprimento da pena imposta: a devolução dos R$ 164,5 mil recebidos ilegalmente. Para o Ministério Público, os movimentos do petista contra a sua exoneração ocorrem porque ele planeja candidatar- se a deputado federal em 2010. "Sua exoneração a bem do serviço público poderá ser explorada negativamente numa futura campanha política", diz o promotor Krebs. Tanto o ex-tesoureiro do PT quanto seus advogados foram procurados por ISTOÉ, mas não foram encontrados.
Esse é cara de pau mesmo. Será que alguém já se deu ao trabalho de fazer uma estatistica dos secretários municipais denunciados publicamente por prevaricação e improbidade administrativa?
Quantos foram afastados?
Sei não, mas parece que o prefeito tem o dedo podre para escolher os auxiliares ...
Edição: 657 Data:13/06/2008
http://www.hojenoticia.com.br/editoria_materia.php?id=17331 Santana diz que foi vítima de armação Taís Lacerda Em depoimento na Delegacia de Repressão a Crimes Contra a Administração Pública (Derccap), o ex-secretário de Fiscalização Urbana Santana Pires afirmou ontem que foi vítima de armação no episódio em que é acusado de agredir o fiscal Moacir Filho, que tentava apreender CDs e DVDs piratas na feira da Rua 44, Setor Ferroviário, no último dia 18. “Não agredi ninguém”, declarou para a imprensa.Segundo a delegada Maria Lúcia de Paula Freitas, adjunta da Dercap e responsável pela investigação do caso, Santana Pires disse, em seu depoimento, que fiscais da secretaria teriam combinado a cena para que ele saísse prejudicado. “Ele declarou que sua maneira de trabalhar não estaria sendo aceita pela equipe, e que, por isto, foi vítima de uma armação. Ele também afirmou que foram outras pessoas os responsáveis pela agressão do fiscal”, contou a delegada.O ex-secretário está sendo indiciado por desacato a funcionário público e prevaricação (deixar de fazer o que é obrigação do cargo). Caso seja condenado, pode pegar de seis meses a dois anos de detenção por desacato e de 3 meses a 1 ano por prevaricação, segundo a delegada Maria Lúcia de Paula, que pretende concluir o inquérito na próxima semana.Santana Pires foi exonerado pelo prefeito Iris Rezende no dia 27 último, depois do escândalo da feira. Naquele dia, o ex-secretário foi levado em um camburão da Polícia Militar até o 1º DP. Ele ficou apenas 17 dias no cargo.
Com a morte, pelo visto foi execução, a Cidade de Goiás perde um de seus ícones, o ex-prefeito, o pedofilo Boadyr Veloso. Vai com Deus e o Capeta junto! Provavelmente a eleição para prefeito em Goiás, esse ano será menos divertida e se quem ganhar for uma mulher, será mesmo uma loucura! O ex-prefeito da cidade de Goiás, Boadyr Veloso, 70, foi assassinado no final da noite de ontem (28) em Goiânia. O crime aconteceu na viela da rua 7, entre a avenida Anhanguera e a rua 3. A vítima foi morta com três tiros dentro de um Gol preto. Segundo testemunhas, o homicídio foi cometido, provavelmente, por dois homens em uma motocicleta.No local do crime, o carro foi encontrado batido no muro. Segundo o delegado Carlos Raimundo, titular da Delegacia de Homicídios, Boadyr teria tentado fazer uma manobra para fugir dos autores. A dúvida dos policias é se ele perdeu o controle do veículo e bateu, ou se já estava baleado antes da colisão. O vidro do Gol estava estilhaçado com três marcas de bala.Foram encontrados com a vítima dois telefones celulares, carteira com documentos pessoais e R$ 580, o que descarta a hipótese de roubo e reforça a tese de execução. O carro foi levado para o Instituto de Criminalística e o corpo de Boadyr para o Instituto Médico Legal. Uma moradora da região afirmou que só ouviu o barulho dos tiros, mas não soube precisar o horário. Ela relatou também que outra testemunha, uma mulher que estava num bar próximo ao local do crime, acionou a polícia e contou para os familiares o que tinha visto. A PM recebeu a chamada por volta das 22 horas.Boadyr também era médico. Era filiado ao PP e foi prefeito da cidade de Goiás de 2001 a 2004. No mesmo ano tentou a reeleição, sem sucesso. Em 1997, foi preso em flagrante com um menor em um motel de Goiânia. Condenado a dez anos e de prisão, conseguiu se livrar da pena na justiça. Fonte: Victor Hugo Caldas do DM Online http://v5.dm.com.br/ultimas/78673
O prefeito de Goiânia afinal caiu na real e demitiu o seu secretário picareta, mas nem fez isso por querer, fez por que o sem alça pediu para sair primeiro. Aliás, o prefeito não tem nenhum pudor na escolha de secretários , que no dia seguinte a posse são apontados como participantes de esquemas para uso de recursos públicos em beneficio próprio. Esse é o caso do atual secretário de Cultura. Para recordar ...http://acordagoiania.blogspot.com/2008/05/secult-goiania.html Edição: 644 Data:28/05/2008 Iris exonera Santana Pires Divino Olávio O prefeito Iris Rezende anunciou ontem a demissão do secretário de Fiscalização Urbana, Santana Pires, acusado de agredir com tapas no rosto o auxiliar da fiscalização Moacir Filho. A agressão teria ocorrido durante uma operação na feira da Rua 44, no Setor Ferroviário, há dez dias. A decisão do prefeito ocorreu um dia após o depoimento do auxiliar na Comissão Especial de Inquérito (CEI) que apura irregularidades no funcionamento de escolas particulares em Goiânia. Iris disse já estar articulando a escolha do substituto, mas não fixou prazo para a decisão. O prefeito também não confirmou se o nome do novo titular da Sefur sairá do PRTB, partido presidido por Santana. O PRTB pretende se integrar à coligação pela qual Iris concorrerá à reeleição. Estima-se que a legenda teria direito a 90 segundos de tempo no horário de TV para somar ao do prefeito.Santana Pires foi empossado há 17 dias e consumiu a maior parte desse tempo dando explicações acerca do seu envolvimento na briga com uma equipe de fiscalização de sua secretaria. Na confusão, segundo testemunhas, ele teria agredido um auxiliar que apreendia mercadorias de um camelô. Por causa da confusão, o secretário foi levado em um camburão da Polícia Militar até um distrito policial. Para complicar a situação do ex-secretário, em depoimento prestado à CEI na Câmara, Santana confirmou que mentiu ao acusar fiscais de corrupção. E ainda fez apologia à pirataria, ao revelar que possui pelo menos 150 CDs piratas em casa. Para quem tinha a missão de fiscalizar e impedir essa prática, o gesto foi a gota d´água que faltava para ser demitido. O Ministério Público também vai cobrar explicações de Santana Pires. PMDB AMPLIA BASE Depois de conseguir o importante apoio do PT, o prefeito Iris Rezende (PMDB) agora amplia sua base de aliados entre os partidos considerados nanicos. Se a reeleição do prefeito era apoiada por dez legendas, a partir de agora o número de apoiadores sobe para 14. A ampliação da base de apoio à candidatura de Iris foi anunciada ontem pela manhã, durante reunião do Diretório Metropolitano do PMDB.“Essa aliança representa uma nova força política em Goiás e deverá ser mantida após o processo eleitoral”, diz Samuel Belchior, presidente do Diretório Metropolitano do PMDB. Além de PT, PSC, PSL, PRTB, PRB, PRP, PTC, PDT, Prona e PC do B, se juntam ao PMDB os partidos PHS, PMN, PR e PV. Todos esses partidos juntos contam com cerca de 400 pré-candidatos a vereador.Na mesma reunião foram definidas as primeiras estratégias para a elaboração do plano de governo e também sobre a estrutura da campanha de Iris Rezende à reeleição. “Cada partido integrante da coligação vai indicar três nomes para representá-lo e trazer sugestões para cada área do projeto de governo”, afirma Samuel Belchior.Os nomes dos representantes dos partidos devem ser indicados na próxima reunião do Diretório Metropolitano marcada para próxima quinta-feira. “Definimos apenas o esqueleto da coordenação. O coordenador do projeto será escolhido posteriormente pelo candidato Iris Rezende”, ressalta Samuel. Ele disse ainda que as alianças com os partidos será duradoura graças ao empenho de Iris. “Essas alianças vão permanecer por muitos anos, consolidando assim a maior aliança em Goiás”, prevê. (Daiane Nunes) http://www.hojenoticia.com.br/editoria_materia.php?id=17057
Será que é preciso comentar o que está acontecendo na Prefeitura de Goiânia? Prefeito, acorda!
Edição: 643 Data:28/05/2008 Pires diz que mentiu, e que tem 150 cds piratas Divino Olávio O secretário de Fiscalização Urbana, Santana Pires, revelou ontem à Comissão Especial de Inquérito (CEI) das Escolas, na Câmara, que mentiu ao acusar fiscais de sua pasta de corrupção. “Eu menti. Não tenho nenhuma prova”, disse. Pires atribuiu o gesto ao estado emocional abalado, depois de ter sido conduzido à delegacia em um camburão da PM, após supostamente ter agredido Moacir Filho. Ele teria dado um tapa na cara do auxiliar de fiscalização da Sefur, na Feira da Rua 44, perto da Feira Hippie. “Falei muitos impropérios naquele momento que não tenho como provar”, acrescentou. O depoimento surpreendeu os membros da CEI, jornalistas e funcionários presentes na comissão. O secretário também revelou possuir em casa 150 CDs e DVDs piratas. Alertado de que era crime, reagiu: “Qual brasileiro não tem pelo menos um CD pirata em casa?, eu tenho uns 150”, reafirmou, apesar de ser responsável, entre outras ações, pela fiscalização e apreensão de CDs, fitas e DVDs pirateados na cidade. Hilário em alguns momentos, inseguro, sem convicção e nervoso em outros, Santana Pires negou ter agredido Moacir Filho. Confirmou, porém, ter batido boca com um supervisor e com um fiscal. Admitiu ainda ter tentado impedir os fiscais de apreender mercadorias de alguns camelôs, por considerar injustiça esse tipo de ação contra pais de famílias como ele. Santana criticou a lei que fixa multas, tanto para pequenos quanto para grandes comerciantes. E se revelou mais preocupado com o que chama de “perseguição” aos camelôs e feirantes, com os quais se solidarizou: “Devo tudo que sou e o que tenho aos feirantes e camelôs”. Perguntado se acredita ter ainda condições políticas e pessoais para continuar no cargo, depois do depoimento de ontem, respondeu sem titubear: “Acho que tenho, mas é o prefeito quem vai decidir”.
ÊH, MAS SE O MP ESTADUAL OLHASSE PELA PREFEITURA DE GOIANIA, O QUE IA TER DE CARGO COMISSIONADO NA RUA VOCÊS NÃO FAZEM IDÉIA! VAMOS REZAR PARA SOPRAR UM VENTO BOM DE HONESTIDADE E CIDADANIA !
Contratos irregulares Uma ação civil pública do Ministério Público Federal de Goiás pede o afastamento de quatro servidores do Ibama que ocupam cargos de confiança que foram criados de forma irregular. Segundo o procurador Raphael Perissé, responsável pela ação, os funcionários Ubiratã Fonseca Lima, Roberto Robson de Oliveira, Carlos Cézar do Nascimento e José Elias de Brito Jardim foram contratados “sem concurso público e em detrimento do erário” e que são “servidores inábeis para o serviço público, atendida puramente a conveniência política e favoritismo do administrador”. Os funcionários trabalham no instituto desde 2003.
Funcionários da Superfrango são assediados para transferir títulos eleitorais. Inquérito deverá apurar abuso de poder econômico por HÉLMITON PRATEADO para o jornal HOJE
O chefe do cartório eleitoral de Itaberaí, Breno Augusto Prado, recebeu no Fórum da cidade, no último dia 7, um grupo de pessoas que queria transferir seus títulos eleitorais para poder votar nas eleições de outubro. Um fato comum chamou a atenção de Breno: todos tinham declaração de que trabalham no Abatedouro São Salvador, cujo nome de fantasia é Superfrango, a maior empresa da cidade e cujo diretor-presidente, José Carlos de Souza, o Zé Garrote, é o principal dirigente do PSDB no município. As dúvidas do cartorário sobre o fato se transformaram em certeza quando a pessoa que conduzia o grupo, Domingos Rodrigues da Silva, conhecido como funcionário de Zé Garrote, pagaria as multas da transferência dos títulos para todos. Breno ligou para o promotor de justiça Edward Muniz e informou o que estava acontecendo no cartório e a ordem foi expressa: "Chame a polícia, prenda todos e leve para a delegacia para autuar em flagrante por crime eleitoral". Na delegacia as surpresas continuaram. O delegado Kleber Leandro Toledo Rodrigues, ao receber os presos e lavrar a prisão em flagrante de Domingos, soube que ele não estava no cartório somente para acompanhar seus supostos colegas de trabalho. Domingos também pertence aos quadros do PSDB e integra a executiva do partido no município. As declarações de vínculo empregatício com a Superfrango atestavam que a manobra para caracterizar como moradores e, conseqüentemente, eleitores devia ser colocada sob suspeição porque sabidamente os nove pretensos residentes são oriundos de cidades próximas. O caso já estava sob observação do MP há alguns meses, depois que o juiz da cidade, Paulo César Neves, recebeu uma denúncia de que um comitê político fora montado dentro da Superfrango como sucursal do PSDB. "As investigações apontavam para a utilização da empresa Superfrango como base para consolidação dos objetivos políticos de seu diretor", disse um dos investigadores. Além do flagrante de Domingos fazendo as vezes de funcionário da Superfrango e dirigente partidário, a situação complicou quando um advogado tentou lhe passar um telefone celular para que monitorasse toda a movimentação e recebesse orientações de Zé Garrote de fora da prisão. Sua prisão poderia ter sido bem rápida, não fosse a malfadada tentativa de entrega do celular. Ele ficou na cadeia por uma semana, até que o juiz lhe concedeu liberdade provisória. As investigações apontaram até agora que Zé Garrote agasalhou em sua empresa outros companheiros de política. Na Superfrango estão protegidos e remunerados do ex-presidente do diretório do PSDB no município, Antônio Beraldo, e o suplente de vereador, Florisvaldo Vila Verde, também do PSDB. Os dois são suspeitos de aliciar eleitores para que transfiram seus títulos para o município, principalmente aqueles que vão para Itaberaí apenas para trabalhar na empresa que tem como diretor o presidente do PSDB. Abuso — Além das suspeitas de que Zé Garrote utilize do expediente de liberar seus emissários para o assédio aos funcionários de sua empresa a transferir títulos de forma irregular, pesam sobre ele suspeitas de "abuso de poder econômico". O fato de não encontrar no município de Itaberaí mão-de-obra suficiente para a linha de produção e abate da Superfrango e oferecer vagas para moradores de municípios vizinhos não se constitui em crime eleitoral. A situação se complica quando se sabe que a residência dos trabalhadores na cidade é sazonal e precária, não se caracterizando como moradia e capaz de habilitar todos a participar do processo eleitoral. Domingos Rodrigues estava comandando o grupo de pessoas que requeria sua transferência de título de eleitor. Todos diziam ser funcionários da Superfrango e apresentavam declaração da empresa que serviria para comprovar. Todos iriam ser penalizados com uma multa pelo atraso na transferência ou por não participar de pleitos passados. Domingos não se limitou a levá-los até o Cartório Eleitoral, ele estava com dinheiro para pagar as multas de todos e fez isto de forma ostensiva à vista do chefe do cartório. Não havia outra saída para a Justiça Eleitoral de Itaberaí senão prender em flagrante quem comete tantos ilícitos à vista de todos. O detalhe que mais chama a atenção é o vínculo de Domingos com um partido político que tenta retomar o poder no município e sua ligação com a maior potência econômica da cidade. A utilização de empresas e recursos financeiros como plataforma eleitoral e partidária é crime tipificado e que pode ter um efeito didático não apenas para o PSDB, que teve seus quadros apanhados no flagrante, mas para todas as agremiações partidárias para que respeitem as regras da democracia. O Jornal Opção procurou o empresário José Carlos de Souza em sua empresa. A secretária Mônica Maia disse que ele estivera todo o tempo na linha de produção da empresa, onde era impossível falar ao telefone, mas que lhe seria dado o recado e pedido que retornasse a ligação, o que não ocorreu até o fechamento da edição. http://www.jornalopcao.com.br/index.asp?secao=Reportagens&idjornal=290&idrep=2632
DM – Opinião (20/05/08) http://v5.dm.com.br/opiniao/a_casa_cor_e_a_cadeia Previno àqueles leitores que este artigo não tem nada a ver com o anterior em que denunciava manobras em benefício próprio do atual secretário municipal de Cultura e sugeria ao prefeito da cidade de Goiânia uma resposta à sociedade que ainda não foi dada. Não, senhores, não sou nenhum justiceiro. Esse artigo de agora trata de simples amenidades. Para os que as desejam, vamos a elas.Tem dias que não dá para segurar.
Viver em Goiânia pede não se assustar com as exceções da civilização e ser complacente com os amigos, especialmente os poetas, artistas, escritores e arquitetos. Todos mergulhados a fundo no diuturno complô da mediocridade. O mecanismo é simplório e fácil de aprender, funciona assim: não fale de mim que eu não falo de você. Seu livro é ótimo. Vai no meu coquetel que eu vou no seu. O cd dele é muito bom. Excelente atuação. Seus quadros são maravilhosos. Arrasou, hein.... Hajam penas. Pena de pavão e pena de dó. É assim, de elogio sobre elogio, que se constrói entre nós, com muito orgulho, a portentosa e invisível catedral da mediocridade, instalada no centro das atenções dos que são capazes de nos ver de fora. A conseqüência é gravíssima. O clima de cumplicidade vai se dissimulando e insuflando falsos brios nos desavisados a ponto de chegar o dia em que, todos em silêncio, vemos o amigo passar nu, a caminho da Academia que, enfim, lhe renderá a imortalidade.
Não que esteja acima de qualquer suspeita, mas devo me confessar um pária voluntário deste sistema, alguém que ainda consegue refúgio nas novas gerações. Novas, porém movediças. Estas também, com o passar do tempo, aos poucos e sucessivamente vão sendo carcomidas e envelhecidas em seu íntimo. Fazer o quê? O consolo é que sempre aparece outra e depois outra, para alimentar a caldeira da esperança. Mas Deus é mesmo cruel.
Expõe na carne e no espírito dos homens a verdade que eles querem ocultar para si mesmo e para o espelho da sociedade. E somos todos, na melhor das hipóteses, uns idiotas filosofais. Não só os goianos, vale dizer. E aí que vem o pior, pois saber disso nos acomoda e faz acelerar ainda mais fundo na descida.Decadência com elegância, já diziam gostosamente os filósofos franceses pré-Lobão com sua música Decadance avec Elegance, aliás, apresso-me a dizer: uma muito linda música!
Aqui, o filósofo a que recorro é o misterioso Dom Escuro, da Campininha, ouvindo-o dizer que em Goiás só tem estrelas. Se quisermos bandidos, temos que mandar buscar em Hollywood.Hajam palmas. Como corolário merecido do nosso complô da mediocridade, bate-se palmas todos os anos para a Casa Cor, uma juntada de propostas comerciais travestidas de soluções de se morar e se viver bem. No meu entender secular, este evento tão chique é apenas uma recorrência à gordura amanhecida para se fritar o pastel de hoje e, verdade seja acrescida, é um luxuoso tributo ao carbono (control c, para os entendidos).
Na Casa Cor de todos os anos deleitam-se, por ordem de entrada, os novos ricos, alguns desavisados e os que gostam mesmo de serem enganados. Vão, todos, absorvendo na íntegra e rapidamente reproduzindo as regras que os credenciarão a serem os mais isso e mais aquilo, expondo o extremo bom gosto enlatado.Em relação aos advogados de porta de cadeia, os arquitetos casa-coristas não inovam em coisa alguma, pois os são de porta de lojas. Apenas mais ousados e mais vaidosos. E não sou eu quem diz. Espalhadas em cartazes, night and days e outdoors pela cidade, sejam nas imediações e mesmo, ostensivamente, nas portas das lojas de móveis e decorações; as fotos de muitos deles estão como isca na pescaria da clientela desinformada e insegura que lhes é cativa na ceva.
O mundo que estes ditos arquitetos inventam e os valores que eles invertem chegam a tal ponto que hoje a legítima pretendente a moradora esclarecida não compra sequer uma almofada sem ouvir o seu.... arquiteto. E estes, despejados de suas faculdades todos os anos em um mercado sem parâmetros criativos que lhe sejam próprios, há muito deixaram de ser os das grandes linhas e das soluções contextuais para se tornarem meros decoradores de tijolos, impingindo no freguês o gosto alheio, acrescido de seus 10% de tudo, é claro. Está aí a Casa Cor, em sua enésima edição, que não me deixa mentir. Comprove. A visitação vai até o final do mês, penso eu.
Vá e veja como os arquitetos de hoje competem, entre si, para ser apenas os geniais decoradores de interior (ou seria do interior?), numa acirrada disputa de mercado que, de certo, apenas alijou do processo os outrora humildes profissionais das combinações de cores, móveis e almofadas.
É claro que temos exceções na nossa incipiente arquitetura, que aliás, também apresso-me a dizer, é gloriosa! Estes, não são achados facilmente. Estão a quilômetros de distância da cadeia do gosto maquiado (e do desgosto do dia seguinte) de que a Casa Cor é somente a parte mais visível.E para que a gente não saia por aí dando tapas na cabeça por sermos os goianos nos mares desta e de outras mediocridades, aqui vai mais um consolo.
A Casa Cor é uma espécie de franchising nacional e acontece tal e qual em praticamente todas as praças onde há os ditos arquitetos ávidos por clientela-novista e, em contrapartida, as pessoas inseguras que não sabem bem como gastar o dinheiro que têm.Decididamente, para parecer ainda mais cruel, acho que Deus está dando asas às cobras.
PX Silveira é documentarista e autor de Arquitetura do Espelho
A leitura dos jornais de Goiás são sempre muito ilustrativos. Se deixo de ler por um ou dois dias, as novidades são muitas, ao contrário dos jornais do sul. Abaixo uma perola da literatura goianiense, comentada evidentemente.
Goiânia, 16 de maio de 2008, sexta-feira, edição nº7497 Opinião (16/05/2008)
Iris não desafinou a orquestra municipal.
O menino Iris que vi crescer e se transformar em político de sucesso pelas narrativas do seu irmão Orlando Alves Carneiro, primogênito do casal Philostro e Genoveva, cuja biografia eu escrevi, realmente não desafinou ao nomear Doracino Naves para sucessão de Kleber Adorno na Secretaria da Cultura. Comentário: Sem desafinar, enfiou foi o pé na jaca!Nas primeiras luzes um cidadão acusado pela UFG, publicamente, de fraudar tese de doutorado e no segundo, um cidadao acusado publicamente de se beneficiar da Lei Municipal de Incentivo à Cultura, foram escolhidos para secretário de cultura. Vejam post anterior.Cultura para o prefeito não dá votos, dai o menosprezo. “Dora” chegou à Cultura pelas mãos de Kleber, para assessorá-lo na sua gestão de secretário da Cultura no governo de Henrique Santillo. Depois, em busca de outros vôos, “Dora” assumiu uma cadeira na Câmara Municipal de Goiânia, levando debaixo das asas uma boa quantidade de votos do setor cultural.Na Câmara, “Dora” instituiu o Dia da Cultura, contando com a parceria especial da União Brasileira de Escritores, Seção de Goiás, cuja presidência eu ocupava na época, para coordenar os recitais poéticos. Terminado o mandato, algum tempo depois, “Dora” foi convidado pelo escritor Geraldo Coelho Vaz para assumir a chefia do seu gabinete, quando ele era presidente da Fundação Cultural Pedro Ludovico Teixeira (atual Agepel), isso no segundo mandato de Iris Rezende como governador de Goiás. Com a desincompatibilização de Geraldo, que pretendia postular uma vaga na Assembléia Legislativa do Estado, “Dora” assume seu lugar na Fundação.Na eleição seguinte e com a vitória de Maguito para o governo de Goiás, “Dora” foi nomeado para a diretoria do Patrimônio da Fundação, e eu, para a diretoria cultural, na presidência desastrosa do bom escritor Bernardo Élis, tudo por culpa do jornalista Batista Custódio, pai biológico deste jornal, cujo assunto tratarei em breve. Comentário: "Dora" conhecido com "Embroma", foi um desastre no pouco tempo que ficou à frente da Fundação e terminou corrido de lá com a entrada inesperada de Linda Monteiro, que é do tipo que não suporta homem incompetente, ainda mais do tipo "embromacino". Detalhe, o autor do texto passou uma boa temporada fora de Goiânia, pois a competência demonstrada anteriormente não foram suficiente sequer para garantir uma vaga na AGEPEL. Atualmente, é cargo comissionado da Prefeitura de Goiânia, com o detalhe de que não é conhecido em qualquer local de trabalho na Prefeitura, e retribuí a grana facil publicando pérolas como essa. Na volta de Iris Rezende à Prefeitura de Goiânia, depois de quase 40 anos de sua destituição do cargo, em 1969, literalmente por força do regime militar, Kleber Adorno ascende à direção da Secult e convida “Dora” para assessorá-lo. Na surpreendente saída de Kleber do comando da secretaria para disputar uma vaga na Câmara Municipal de Goiânia, “Dora” é nomeado para substituí-lo. Comentário: Iris saiu da prefeitura em 69 por que rendeu louvores a dois generais diferentes, e quando descobriram varreram o cidadão da prefeitura. Depois disso passou anos posando de perseguido do "Golpe militar", quando foi parte eficiente e ativa do mesmo, só errou quando achou que poderia manobrar com os militares, injuriados com a dupla personalidade do então prefeito, exigirão a cabeça do mesmo. A curiosidade é que depois tornou-se a 3ª maior fortuna do país. Como, hem? De surpreendente não houve nada com a saida de Kleber Adorno, há muito era esperado do prefeito uma atitude séria para recolocar nos eixos a SECULT, carro chefe, dos desmandos e incompetência na administração municipal.
No discurso de posse dos novos auxiliares (entre eles estava “Dora”), Iris Rezende disse que a estrutura administrativa da prefeitura é como uma orquestra e, atuando como tal, nenhum setor pode errar para que ela não desafine. No caso específico, a Cultura, que tem ouvidos extremamente sensíveis às derrapagens da expressão lírica humana, o prefeito, ao mover sua batuta na direção dos espaços administrativos vazios, acertou em cheio na nomeação do experiente administrador cultural Doracino Naves, que dará seqüência aos bons projetos desenvolvidos por Kleber, hoje importados por várias cidades brasileiras, para fomentar suas políticas públicas culturais. Comentário:O ilustre escritor deu para delirar? Ao que se sabe, Doracino Naves é ótimo, mas em fazer uso da Lei Municipal de Incentivo à Cultura em beneficio próprio e de seus cumpadres, entre eles, o próprio escritor, parte importante na política simplória do balcão na cultura goianiense. Quer saber como funciona? Inscreve o seu projeto na Lei e aguarda o resultado. A orquestra cultural da Secult está em boas mãos para novos concertos. Bravo, maestro Iris! Comentário: Prefeito Iris quem avisa amigo é, na SEFUR colocou um despreparado, nem vamos aqui comentar o caso Cidadão 2000, PROCON e etc., na SECULT um homem que mantêm perigosas relações com o erário, e quem finalmente é o grande responsável? Vossa Excelência! Em outras cidades, por bem menos, prefeitos foram cassados e perderam o cargo. Dar ouvidos para quem recebe para tecer loas a quem lhe garante as mordomias, senhor prefeito, é passar atestado que a cultura, para Vossa Excelência é pasto!
Ubirajara Galli é escritor, membro da Academia Goiana de Letras e do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás
Após briga com fiscal, titular da Sefur pode ter de entregar cargo
Iris Rezende chama Santana Pires para reunião no paço. Secretário diz agir contra ‘malandragens’
Goiânia, 19 de maio de 2008 - por Carlos Eduardo Reche para o jornal O POPULAR
O secretário de Fiscalização Urbana de Goiânia (Sefur), Santana Pires, pode ter de deixar o cargo hoje, apenas dez dias após nomeado. Depois de se envolver, sábado, em uma briga com servidores da pasta que acabou na delegacia, Pires foi chamado pelo prefeito Iris Rezende (PMDB) para uma reunião na manhã de hoje no Paço Municipal. Auxiliares que estiveram ontem com o prefeito dizem que ele está extremamente contrariado com o episódio e que a permanência do secretário no cargo é insustentável.
Comentário: E quando irá ficar indignado com as tramoias do seu secretário de Cultura?
Iris deve recomendar a Pires que peça para deixar a pasta. O secretário é acusado de desacato, agressão, abuso de poder e prevaricação. Em depoimento no 1º Distrito Policial de Goiânia, no sábado, o motorista de um veículo da Sefur, Márcio Magelo, confirmou a acusação de que, durante uma confusão entre feirantes e agentes da pasta, Pires deu um tapa no rosto do auxiliar de fiscalização Moacir Filho. Além de denunciar a suposta agressão, Filho afirma que o secretário usou reunião com camelôs da Rua 44, no Centro, para fazer política. Santana nega a agressão e diz ter salvo Moacir do linchamento, após feirantes terem descoberto o auxiliar infiltrado em reunião entre ele e a categoria. Comentário: É prefeito, não será com o voto dos servidores da prefeitura que será reeleito. E por que? Nunca em toda a história de Goiânia, tantos desqualificados assumiram o comando de secretarias municipais e o resultado é evidente. Os servidores sabem e agora denunciam. Gota d’água O episódio é descrito no Paço como a gota d’água de uma sucessão de descontentamentos de Iris com o secretário no curto período que separa a escolha dele para a Sefur e a confusão do sábado.
Ontem, durante as atividades do programa Mutirão nos Bairros, na Região Leste, o prefeito recebeu do Gabinete Militar da Prefeitura um relatório completo, que encomendou pessoalmente, da briga entre o auxiliar e os fiscais. Mesmo antes de ler o relato, Iris manifestou espontaneamente sua contrariedade com o episódio a auxiliares mais próximos.
Pires disse ontem ao POPULAR que não pretende deixar o cargo. Ele afirmou esperar pelo “apoio do prefeito” contra os “excessos” e “malandragens” de fiscais do órgão que, segundo o secretário, “agem contra os pobres” _ em referência aos feirantes _ e agora estão tendo de “largar o pirulito”. “Essa é uma ação de funcionários que não me querem na secretaria”, afirmou. Comentário: Ai, coitado. Tão eficiente! Ainda acredita que pode fazer o que bem entender e se servir do público ao invés de servir ao público. Se atipa, infeliz! Um dia antes da posse do novo auxiliar, Iris chegou a rever a nomeação do indicado. O prefeito se irritou com a decisão de Pires de revelar à imprensa o convite para que assumisse a Sefur. O peemedebista havia pedido discrição. Durante o processo de escolha, Iris também reclamou da pressão exercida por Pires, que é presidente do PRTB estadual, pela nomeação.
Caso confirme a demissão, Iris deve agir com cautela para evitar que o episódio comprometa a relação política com o PRTB. A pequena legenda, que não tem nenhum vereador, já anunciou o apoio à reeleição do prefeito e tem lideranças de bairros expressivas, que o prefeito pretende conservar ao seu lado.
Problema A Sefur é considerada uma secretaria problemática. Desde que Iris assumiu, entre interinos e efetivos, oito auxiliares já comandaram a pasta. Primeiro a assumir o cargo como titular, Rannieri Lopes_ presidente do também nanico PTC _ deixou o cargo após envolvimento em irregularidades na concessão do alvará de um bar.
O suplente de vereador Luiz Teófilo (PMDB) foi o que teve a passagem mais longa: empossado em maio de 2006, deixou o cargo no mês passado para disputar vaga na Câmara de Goiânia. Comentário: Em uma cidade de mais de 1 milhão de habitantes, o nosso prefeito Iris, infelizmente, costuma selecionar os menos qualificados e mais chegados a se aproveitar do posto que assumem para o comando de secretarias. Um outro exemplo? O blog já postou as denúncias do jornal sobre o atual secretário de cultura, esse um sanguessuga de velha estirpe, e com ampla carreira no aproveitamento do erário em benefício próprio. Uso da Lei Municipal de Incentivo à Cultura, reformas de chacara usando servidores da Comurg e Parques e Jardins e por ai vai. Isso torna o cara um meliente? Nada, isso é a norma, é assim que agem os políticos da velha estirpe, mamam, alimentam suas crias e agregados, subornam, ameaçam, perseguem. CHEGA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Opinião (15/05/2008) Os jornais e o fim do mundo Para além da repercussão que suas páginas ecoam nos mais diversos tipos de leitores, acho gratificante escrever no Diário da Manhã porque a paga é maior que a de qualquer outro órgão da imprensa brasileira.
Aqui, é a liberdade que nos é oferecida em contrapartida ao ato de escrever e ler. Ela é praticada até as últimas conseqüências, por ambos os lados: seja a liberdade do articulista que traz a público suas idéias, seja a do jornal que as respeita e as veicula. Não poderia ser diferente, haja vista a própria história deste jornal e a sua presença na ampla história goiana.
Portanto, tem sido assim que, como conseqüência pessoal, tenho trazido aqui não apenas minhas idéias, por vezes vagas e estapafúrdias, mas também algumas denúncias, sejam elas na área pública, em geral, ou na área cultural, especificamente.
Durante este tempo como articulista que, despretensiosamente, já vai reunindo uma meia centena de artigos, aprendi a não hesitar em apontar o que acho errado, mesmo que isso me custe ir contra amigos e companheiros ou quem assim esperava que fosse.
Devo confessar, contudo, que a sensação que tenho agora é que me iludia ao esperar que este esforço cívico à custa do sacrifício de certos relacionamentos viesse a apresentar alguns resultados práticos, se não a mim, ao menos à sociedade, que se veria melhorada a partir das referidas áreas específicas das minhas frustradas denúncias.
A maior dessas frustrações diz respeito ao mau cheiro que exalara descaradamente da Secretaria Municipal de Cultura. Tanto assim que foi exatamente este o título do artigo, aqui publicado alguns meses atrás e que trazia meu espanto diante do apoderamento por interesses privados daquele órgão da prefeitura.A coisa chegara a tal ponto que um seu diretor se via beneficiado seis vezes, simultaneamente, pelo resultado de um edital que tratava da distribuição de algo em torno de R$ 1,5 milhão de reais. O resultado do artigo foi muito tititi e, ao contrário do que se esperava, nada de ação ou sequer de explicação. Seja por parte do seu superior imediato, que na certa tinha lá seus interesses, seja por parte do próprio prefeito, que talvez pela falta de tempo para ler pequenos artigos nos jornais, tenha deixado passar essa oportunidade de enquadrar seus subordinados, tal como fora feito exemplarmente em tantas outras ocasiões ao longo de sua brilhante história como político e administrador.
E o motivo pelo qual me vêm essas lembranças jornaleiras é saber pela imprensa que, como conseqüência das denúncias, não só nada foi feito, inclusive pelo Ministério Público, como o protagonista principal foi agora premiado com a mais alta promoção possível naquela Casa do Povo, ascendendo ao posto de secretário.
Contra esse senhor, agora mui digníssimo secretário, nada tenho de pessoal, só mesmo de social e coletivo, contagiado pelas aspirações de uma enorme legião que produz dignamente sua arte e espera que ela seja de alguma maneira respaldada por uma política cultural, que afinal nunca se apresentou nessa administração.
E diga-se de passagem: as denúncias às quais me refiro foram posteriormente registradas por repórteres e outros jornalistas da imprensa goiana. Ou seja, vieram à luz em outras ocasiões. E nada, repito, absolutamente nada foi feito. Da parte do então secretário, ouviu-se a respeito tão-somente um enorme e estratégico silêncio.
E da parte do prefeito, bem, já dissemos, ele não tem tempo para ler as folhas da cultura na imprensa goiana. Só pode ser esse o motivo.Mas daí, da sutil indiferença, a distinguir o feitor destinando-o para um posto decisivo e de grande visibilidade em sua administração, há um passo demasiadamente largo e que é preciso que seja reconsiderado, a tempo. De outra forma, senhores, de nada adiantaria a liberdade de um jornal, sempre arriscada a desagradar aos poderosos; de nada adiantaria o desprendimento de articulistas sérios e comedidos; de nada adiantaria o espanto diante das coisas que percebemos injustas; e de nada adiantaria nossa indignação, que é a última trincheira da fé pública.
Ou então o mundo e essa prefeitura é assim mesmo e só eu que ainda não percebi?
PX Silveira é vice-presidente do Instituto Pensarte e coordenador do Porto das Artes Fonte: Goiânia, 15 de maio de 2008, quinta-feira, edição nº 7496 DM - OPINIÃO
ESSA SAIU NO POPULAR, NO MAGAZINE, MAS DEVIA ESTAR NA PÁGINA POLICIAL, QUE FALTA DE VERGONHA!
"Sem grandesmudanças Representantes de entidades culturais avaliam que Doracino Naves vai dar continuidade à gestão de Kleber Adornona Secretaria Municipal de Cultura por Edson Wander para o jornal O POPULAR 13/05/2008.
A maioria dos dirigentes de entidades culturais de Goiânia ouvida pelo POPULAR fala em “continuidade” na indicação de Doracino Naves para a Secretaria Municipal de Cultura (Secult). Naves foi empossado na pasta na sexta-feira pelo prefeito Iris Rezende, numa solenidade conjunta de novos secretários no Paço Municipal.
Os dirigentes das entidades culturais da capital avaliam que a indicação era “natural” e “esperada”, comentaram a “identificação” de Naves com o ex-secretário Kleber Adorno e evitaram comentar a notícia publicada no sábado pelo POPULAR mostrando a ligação do novo secretário com projetos aprovados no ano passado pela Lei Municipal de Incentivo à Cultura, época em que ele presidia a comissão que selecionava esses projetos.
Naves participou de um documentário sobre a imprensa em Goiás como trabalho de final do curso de jornalismo, que ele concluiu recentemente na UCG. O documentário captou R$ 21 mil pela lei para ser realizado. Também no ano passado, dois projetos de patrocínio à igreja Ministério Comunidade Cristã também foram aprovados. Os projetos, no valor total de R$ 33 mil, destinavam-se à captação de patrocínio a um programa de TV (Raízes Jornalismo Cultural) cujo apresentador é o próprio Naves.
Ao POPULAR, o novo secretário negou haver conflito de interesse nos casos e disse que não foi o autor do projeto do documentário e que os patrocínios à igreja não foram concluídos por insucesso na captação. Ele também frisou que seu principal trabalho à frente da Secult “será continuar o grande trabalho que Kleber Adorno vinha executando na secretaria”.
Kleber Adorno deixou a pasta por sugestão do próprio prefeito para concorrer a uma vaga na Câmara de Vereadores. Aidenor Aires, presidente do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, vê com “otimismo” a troca de comando na secretaria. “Acho que era o nome esperado. Ele é identificado com o trabalho que vinha sendo feito por Kleber Adorno na secretaria e com o próprio prefeito. Vejo como otimismo a nomeação dele, uma ruptura nesse momento não seria bom”, disse Aires, que é integrante do Conselho Municipal de Cultura, cuja composição foi indicada em sua quase totalidade pelo prefeito e continua sendo alvo de uma ação no Ministério Público. Beto Leão, presidente da Associação Brasileira de Documentaristas (ABD – Seção Goiás) ressaltou o “importante trabalho” que Naves já desempenhou pela cultura na época em que foi presidente da Fundação Pedro Ludovico Teixeira (atual Agepel) e como vereador de Goiânia. “Sou amigo dele e acho que ele tem feito um trabalho importante pela cultura ao longo do tempo. Foi ele o autor de uma lei nos anos 80 que acabou abrindo caminho para a criação de eventos como o Festcine em Goiânia. Acho que ele fará um bom trabalho de continuidade da gestão do Kleber Adorno, como a criação do [Centro Municipal de Cultura] Goiânia Ouro”, afirmou Leão. A presidente da Associação de Amigos do Museu de Arte de Goiânia (Amag), Miriam Baeta, e o presidente da Fundação Otavinho Arantes, o cantor Xexeo, enfatizaram o estilo “conciliador” de Naves e acharam que ele foi “a melhor opção” na substituição. “É uma pessoa muito capacitada, muito íntegro e interessado no que faz. A secretaria vai ganhar muito com ele”, disse Miram Baeta, da Amag. Para Gilberto Correia, presidente da Associação dos Cantores e Compositores de Goiás (Asccom), a indicação de Naves era previsível e ele vai dar continuidade ao trabalho do ex-secretário. “Mesmo que queira, não terá tempo suficiente para imprimir alguma mudança.” No coro contrário à maioria dos dirigentes culturais, Eládio Garcia, presidente da Associação Goiana de Cinema e Vídeo (AGCV), é crítico à nomeação e fala em “continuísmo” ao invés de “continuidade”. “Temos um embate com toda a diretoria da secretaria já de muito tempo. A indicação dele não é a continuação, é o continuísmo do que o Kleber Adorno vinha fazendo, uma gestão autoritária e clientelista”, criticou.
Na mesma linha vai Norval Berbari, presidente da Federação de Teatro de Goiás (Feteg). “Ele \[Doracino\] já foi presidente da Fundação Pedro Ludovico Teixeira na época em que o Kleber Adorno foi secretário de Estado da Cultura, era então o braço direito do Kleber. Acho que era um nome natural para a secretaria agora e penso que vai continuar a mesma política que nós combatemos, essa coisa de atender às demandas culturais da cidade no balcão ao invés de implantar critérios democráticos de gestão da cultura”, disse Berbari.Ontem pela manhã, a assessoria da Secult organizou um café da manhã reunindo funcionários e produtores culturais da cidade para homenagear o novo secretário.
ESSA ENTREVISTA VALE A PENA A LEITURA!SAIU NO BLOG CHAPA BRANCA!
13/05/2008 11:21 Entrevista - Fernando Krebs ENTREVISTA EXCLUSIVA E GRAVADA! André Luiz - Infelizmente é impossível dizer que o caso da desapropriação da área onde está localizada o Pólo Empresarial Goiás, em Aparecida de Goiânia não teve precedentes na História do Brasil. Mas é claro e notório que se tratou de uma coisa “horrenda”. Gostaria que o senhor explicasse como seria o procedimento legal numa desapropriação de terras comandada pelo Governo.Fernando Krebs - A minha ação, especificamente, é sobre o caso do empréstimo de R$ 7 milhões. Ou seja, o vice-governador, Ademir Menezes, conseguiu a doação de um terreno para a esposa e filho, quem está na frente desse caso, especificamente, é meu colega de lá.André Luiz - Sim, mas para que possamos introduzir o assunto e deixar o leitor a par dos fatos, seria interessante que o senhor falasse do início do caso.(PEDE UMA MATÉRIA PUBLICADA NA FOLHA DE SÃO PAULO SOBRE O CASO À UM ASSESSOR E LÊ).Fernando Krebs – Os réus no processo são: o vice-governador, Ademir de Oliveira Menezes, Sônia Elias dos Santos Oliveira, esposa de Ademir, Henner Santos Menezes, filho do vice-governador, Loren Indústria e Comércio de Cosméticos Ltda, empresa do vice-governador, sua esposa e filho, Ridoval Darci Chiareloto, Secretário Estadual de Indústria e Comércio, José Taveira Rocha, Presidente da Agência de Fomento de Goiás S/A, Múcio Bonifácio Guimarães, Diretor de Operações da Agência Fomento de Goiás S/A e Nelson de Salles Guerra Guzzo, Diretor de Desenvolvimento e Projetos da Agência de Fomento de Goiás S/A. André Luiz – Um caso desse já não afastaria o vice-governador, Ademir Menezes do cargo que exerce?Fernando Krebs – Não... a gente pediu que não fosse efetivado o benefício dos R$ 7 milhões. Na liminar a gente pede a suspensão do benefício. André Luiz – Eu quero mesmo falar disso depois. Fernando Krebs – A gente pede a suspensão do contrato firmado entre a empresa e o Produzir. André Luiz – Pois é, mas não seria pouco só a suspensão do empréstimo?Fernando Krebs – É a suspensão de imediato. Ao final a gente pede a condenação (ao Ademir Menezes, especificamente) – perda da função pública, suspensão dos direitos políticos por até dez anos, pagamento de multa civil e proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário, na graduação que o juiz entenda necessária e suficiente à prevenção e repressão dos atos ímprobos (caso a lesão se configure dever ser acrescidos o ressarcimento integral do nado [incluindo juros legais e correção monetária a contar da data em que se consumou] e a perda dos bens e valores que ao final reste demonstrado tenham sido acrescidos ilicitamente ao patrimônio).André Luiz – E o senhor acha que isso vai acontecer?Fernando Krebs – Acho que isso... vão segurar a ação o máximo possível.André Luiz – E esse tipo de ação prescreve?Fernando Krebs – Não, não prescreve não, mas demora muito pra ser julgado em 1º grau, aí tem o julgamento em 2º grau. Mas aí tem aquela coisa, a pessoa vai mudando, até virar um “Zé ninguém” e pode mesmo ser condenado. PARA LER TODA A ENTREVISTA CLIK NO LINK ABAIXO E BOA LEITURA: http://www.chapabranca.blog-se.com.br/blog/conteudo/home.asp?idblog=15979
Se tivesse uma bola de cristal não teria conseguido prever que haveria uma confissão pública de beneficios, ilegais e imorais, na Lei de Incentivo à Cultura Municipal em Goiânia.
O uso da Lei em benefício próprio e de terceiros pelo presidente da CPC e diretor de Eventos Culturais da SECULT, a agora atual secretário de Cultura , pelas declarações do mesmo parecem ser algo bastante usual e normal. Mas não é.
É crime!Leia a matéria abaixo:
Novo auxiliar se beneficiou de incentivo
O novo secretário de Cultura de Goiânia, Doracino Naves dos Santos, participou de um projeto de documentário bancado pela Lei Municipal de Incentivo à Cultura, cuja comissão avaliadora ele presidia na época. Na lista de captação de patrocínio, outros dois projetos tinham o novo secretário como um dos beneficiários.
Esses dois projetos têm como favorecida a igreja Ministério Comunidade Cristã. Num total de R$ 33 mil, eles destinam-se à captação de patrocínio a um programa de TV (Raízes Jornalismo Cultural) cujo apresentador é o próprio Doracino. O documentário A Imprensa em Goiás foi autorizado a patrocínio no valor de R$ 21 mil. "Não levei vantagem nenhuma. No trabalho da UCG fui um dos participantes da produção, mas não fui o autor da inscrição do projeto.
E os projetos para a igreja foram aprovados mas não conseguiram captar", disse Doracino ontem. (Edson Wander) Fonte: Jornal O POPULAR 10/05/2008 .
Tem base uma coisa dessas? Não levou vantagem? Como que não? Diretamente benficiado em todos os projetos, e de quebra, dispunha de informação previlegiada, pois controlava totalmente a CPC.
E agora prefeito? Tudo vai ficar como se nada tivesse acontecido?
Enquanto isso por aqui, um belo convite, vamos comemorar o tempo da esperança .... Maio de 68, os jovens de ontem, os velhos de hoje, comemoram a tempo da esperança e da liberdade. Um contraponto à Goiânia, terra de gado e de pasto.
[08-05-2008] O pátio da Reitoria da Universidade Federal do Paraná (UFPR), em Curitiba, será palco de uma intensa atividade cultural no próximo dia 14 de maio, data que os intelectuais paranaenses comemorarão os 40 anos da rebelião estudantil que varreu o mundo e – não podia ser diferente – o Paraná e o Brasil.
Um dos coordenadores do evento José Ferreira Lopes, o Dr. Zequinha, militante do PCdoB e ex-preso político, explica o conceito “intelectual” empregado por ele: “Toda a nossa geração de 68 é intelectualizada pela academia ou pela organicidade e participação dos movimentos sociais”, opina Dr. Zequinha, que cita o presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva como “o principal representante dos intelectuais orgânicos no mundo”. “É um conceito gramsciniano”, referindo-se ao italiano Antonio Gramsci, filósofo, educador e militante político anti-fascista.
O médico Dr. Zequinha, ex-diretor da União Paranaense dos Estudantes (UPE), ficou imortalizado na foto de Edson Jansen (Prêmio Esso de Fotojornalismo de 1968), quando enfrentava a cavalaria do exército com um estilingue. O ex-estudante de medicina, quando questionado, afirma que “acertou o alvo” durante aquela perseguição no pátio da UFPR. “É muito emocionante voltarmos ao pátio da UFPR nas condições democráticas atuais”, diz Dr. Zequinha, ao frisar que o evento que ajudará a coordenar no próximo dia 14 “é para lembrar à sociedade as atrocidades que o regime autoritário cometeu contra a juventude e a uma geração inteira”. O evento “Maio de 68 – 40 anos depois” propõe valorizar o passado para construir o futuro. Por isso debaterá em três painéis as seguintes questões: 1) Juventude 68: Repercussões e seus Legados; 2) Anos 80: Democratização da Universidade e do Ensino; e 3) Movimento Estudantil Atual, Demandas e Perspectivas. A promoção do evento é da União Paranaense dos Estudantes (UPE), União Nacional dos Estudantes (UNE), União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES) e da União Paranaense dos Estudantes Secundaristas (UPES). A entrada será gratuita e não é preciso fazer inscrição antecipada. Serviço: “Maio de 68 – 40 anos depois” Data e horário: dia 14 de maio, quarta-feira, às 14 horas Local: pátio da Reitoria da Universidade Federal do Paraná (UFPR) (Rua Dr. Faivre, 405, Centro) Contatos: (41) 9911.1134 com José Ferreira Lopes (Dr. Zequinha). http://www.paranashop.com.br/colunas/colunas_n.php?op=notas&id=19941&PHPSESSID=42a9e695de8085e0d4b51085b59fe3b5
Ador(no)acinoDoracino Naves na Secretaria de Cultura de Goiânia significa que Iris continua crendo na política de Kleber Adorno. Que, demos braço a torcer, foi melhor que o esperado e merece qualificar a Câmara sendo vereador. http://www.hojenoticia.com.br/editoria_materia.php?id=16612
E essa saiu no DIÁRIO DA MANHÃ famoso DM em 2007. Mau cheiro da cultura Criada e instituída na administração do prefeito Pedro Wilson, a Lei Municipal de Cultura tem sido uma das alavancas da produção cultural goianiense. Perspicaz, a atual administração não só a manteve em pleno funcionamento, percebendo de imediato a sua importância, como também tratou de lhe dar maior divulgação.Mas a perspicácia não parou por aí. Tão logo assumiu, o novo secretário de Cultura tratou de podar as asas do conselho de análise dos projetos, retirando-lhe, de uma só vez, o caráter autônomo que o distinguia e a representatividade que o caracterizava. É mais um caso patente em que a perspicácia passa de mocinha à vilã, se manifestando em excesso a ponto de exceder-se e virar esperteza. E se é correto o dito que onde há fumaça sempre encontramos fogo, onde ele teria se camuflado, então?Eis que da fumaça alardeada pelas entidades representativas dos diversos segmentos da cultura goianiense, opondo-se ao novo dirigismo municipal, saltam agora as labaredas que nos atingem a olhos nus, sem quaisquer pudores. Para constatar seu furor, basta examinar o resultado e o processo em que se deu o último edital de seleção da lei, divulgado nesta semana.Muitos me perguntariam porque escrevo este artigo, já que um dos projetos aprovados trata exatamente da reedição do livro Conhecer Confaloni, prêmio de monografia de minha autoria, editado originalmente pela UCG. Pois eu respondo desde já.Definitivamente, não podemos compactuar quando a esperteza insiste em fugir do controle do bom senso para ameaçar não somente o bom funcionamento da referida lei como também sua própria existência.Mais que falar, os fatos gritam por eles mesmos. Haja ouvidos, por exemplo, para o segmento das artes plásticas, que expressa seu descontentamento pelo fato de não ter um único representante na comissão.Haja ouvidos, também, para o setor das artes cênicas, que, ainda travando um desigual embate judicial com essa secretaria – em que espera resguardar seus direitos –, se vê agora obrigado a engolir um “legítimo representante” que fora deslocado às pressas da área de música, sem mencionar sua condição de dublê de agente civil ao mesmo tempo que funcionário da mesma secretaria.Ouvidos doendo? Pois há mais coisas que crescem orquestradas do adubo que medra na Secretaria Municipal de Cultura de Goiânia. E quem haverá de velar por nós se não o Ministério Público? Consta que, da lista dos projetos recém contemplados pela seleção do edital municipal, nada menos que seis deles têm ligação direta ou menos direta, mas todas evidentes, com um diretor da mesma secretaria, ao que parece, co-responsável por conduzir e formular na surdina pública cada edição do edital.Sob a rubrica de “outras manifestações culturais”, foram estranhamente contempladas algumas entidades de caráter estritamente religioso, sejam editoras, produtoras e mesmo igrejas. E como se não bastasse esse desvio de natureza e funções, uma igreja (aprovada!) é a mesma que, em sua TV, apresenta um programa por ninguém menos que o próprio presidente da comissão de análise e citado diretor da mesma secretaria de Cultura.E não é só. Dois outros projetos (aprovado! aprovado!) contemplam a estagiária do referido programa (R$ 21 mil) e a empresa onde o mesmo programa é editado (R$ 20 mil).
Convenhamos, é mesmo muito ibope!Vale lembrar que, ao contrário do que acontece em outras leis de incentivo, ter um projeto aprovado por este edital representa dinheiro vivo para sua realização, pois o financiamento vem de forma direta do ISS e do IPTU do contribuinte municipal. O agravante, todos podem perceber, é que o mau uso dessa lei tão bem-vinda para o setor cultural poderá abrir caminho para que a Câmara dos Vereadores crie obstáculos para seu funcionamento, que, ano a ano, tem sido mantido graças a muito esforço e mobilização do setor nas horas certas e incertas.Por isso, queremos crer que, muito embora enfraquecido no aspecto moral por fatos ainda recentes que o levaram a ser citado à guisa de desvio de autoria no seu pretenso trabalho de tese apresentado a uma universidade, entre outros, esperamos que, mesmo assim, o secretário atual de Cultura municipal não decline de vez da sensatez e da conduta transparente que deve ter todo administrador público.Não são somente os tão falados recursos públicos que estão em questão, mas também a gestão do nosso capital social, de onde brota a esperança coletiva, que é a primeira a ser atingida quando fatos assim vêm à tona. Ao lesar o erário, o administrador público está também lesando a moral e a auto-estima do cidadão, seja ele produtor ou consumidor de cultura.O País está emporcalhado demais para que mais esse sacrifício da transparência e isenção públicas seja-nos imposto, dessa vez, sangrando no meio dos produtores culturais, mas atingindo toda a sociedade. Em última estância e se necessário for, sabemos que o insigne prefeito dessa cidade, sr. Iris Rezende, não permitirá que este ato seja sacramentado. De nossa parte, não podemos aturar que o mau cheiro que até agora recendia da praça nacional passe a recender também do nosso quintal. PX Silveira documentarista
E abaixo a lista dos projetos aprovados: SECRETARIA DE CULTURA DIVULGA RESULTADO DA LEI DE INCENTIVO À CULTURA 18/09/2007 - 14:38h
A Secrearia Municipal de Cultura divulgou ontem o resultado da segunda etapa da Lei Municipal de Incentivo à Cultura. A lei contempla 63 projetos das áreas de música, artes plásticas, artes cênicas e outras manifestações culturais. Confira abaixo a lista dos projetos:
Música:
Nº PROPONENTE SEGMENTO VALOR PROCESSO
1 Antonio Roldão de Telles Neto Música R$ 16.000,00 31832110 2 Bruno Rejan Silva Música R$ 14.000,00 31826161 3 Claudete Kochen Paiva Música R$ 16.000,00 31825865 4 Estela Mares Estival Música R$ 7.000,00 31818338 5 Eurico B. dos Santos Moreira Música R$ 13.000,00 31796431 6 Fabrício de Almeida Nobre Música R$ 30.000,00 31828368 7 Instituto Goiano do Terceiro Setor- IGTS Música R$ 20.000,00 31737052 8 Joana D’arc. Correa S. Oliveira Música R$ 18.000,00 31831903 9 Joaquim Thomaz Jayme Música R$ 20.000,00 31820294 10 José Carlos Santos Filho Música R$ 19.000,00 31832004 11 José Marques Gonçalves Música R$ 16.000,00 31832047 12 Maria Thereza de Oliveira Costa Paula Música R$ 19.000,00 31831491 13 Monstro Discos e Fitas Magnéticas do Brasil Ltda. Música R$ 10.380,00 31831679 14 Pablo Rogério Aires Lacerda Silva Música R$ 25.000,00 31825407 15 Renato Meireles Tavares Música R$ 6.740,00 31828881 16 Saulo Mendes Borges Música R$ 9.972,00 31814324 17 Willian Borges Sales Música R$ 20.000,00 31823838 Total R$ 280.092,00
Artes Cênicas:
1 Arilton Lopes Rocha Artes Cênicas R$ 12.000,00 31830532 2 Liomar Pereira de Jesus Artes Cênicas R$ 22.000,00 31817838 3 Luiz Carlos Ataide de Faria Artes Cênicas R$ 7.000,00 31825172 4 Murilo Garcez Henrique Artes Cênicas R$ 20.000,00 31817072 5 Quasar Cia de Dança Artes Cênicas R$ 25.000,00 31827426 6 Sandro Freitas de Araújo Artes Cênicas R$ 16.000,00 31818346 7 Teatro Exercício Artes Cênicas R$ 16.000,00 31830630 8 Tiago Moura Carneiro Artes Cênicas R$ 17.000,00 31825792 Total R$ 135.000,00
Literatura:
1 Ana Maria Cordeiro da Silva Literatura R$ 6.881,36 31804540 2 Associação Comercial e Industrial de Goiás-ACIEG Literatura R$ 25.000,00 31822718 3 Bruna Rafaela G. de Oliveira Reis Literatura R$ 14.000,00 31819083 4 Cânone Editoração Ltda. Literatura R$ 7.300,00 31812488 5 Cleusa Pereira de Miranda Literatura R$ 10.500,00 31807328 6 Diane Valdez Literatura R$ 6.750,00 31819326 7 Elias Bernardes Milagre Literatura R$ 6.626,66 31809631 8 Eurípedes da Silva Literatura R$ 9.000,00 31820693 9 Juliana de Paula Silva Literatura R$ 15.000,00 31822904 10 Osmar Pires Martins Júnior Literatura R$ 23.000,00 31828392 11 Sonja Maria Freitas Literatura R$ 10.000,00 31831806 12 UBE-União Brasileira de Escritores - Goiás Literatura R$ 28.000,00 31831784 Total R$ 162.058,02
Cinema e vídeo:
1 Andréia Gomes Monteiro Cinema e Vídeo R$ 21.000,00 31826748 2 Alyne Fratari Veloso Cinema e Vídeo R$ 20.230,00 31805139 3 Cara Vídeo Cinema e Vídeo R$ 20.000,00 31828325 4 Carlos César P. Souza Cinema e Vídeo R$ 25.000,00 31831687 5 Claudomilson Fernandes Braga Cinema e Vídeo R$ 7.000,00 31827680 6 Douglas A. Rocha Pinheiro Cinema e Vídeo R$ 12.000,00 31811653 7 Fábio Teófilo do Nascimento Cinema e Vídeo R$ 12.000,00 31825326 8 Hélio Henrique Neiva Quinan Cinema R$ 18.000,00 31831202 9 Maria Aparecida Abdala Cinema e Vídeo R$ 20.000,00 31817692 10 Miguel Jorge Cinema e Vídeo R$ 18.000,00 31736439 11 Rodolfo J. Ferreira do Prado Cinema e Vídeo R$ 16.000,00 31829623 Total R$ 189.230,00
Artes Plásticas:
1 Luiz Eduardo S. Carneiro Artes Plásticas R$ 10.000,00 31826799 2 José Omar Pereira Souto Artes Plásticas R$ 15.000,00 31829909 3 Ludmila de Abreu Potrich Artes Plásticas R$ 19.000,00 31816211 4 Sandro Torres Batista Artes Plásticas R$ 10.000,00 31794013 Total R$ 54.000,00
Cultura popular artesanato e folclore:
1 Célia Maria Freitas Antunes Artesanato/cultura popular R$ 5.000,00 31831814 2 Divina Maria Carlos Artesanato/cultura popular R$ 5.000,00 31824079 3 Hilton Peixoto Teixeira Filho Cultura popular R$ 5.000,00 31827639 4 Noletho Design Ltda. Cultura popular R$ 15.000,00 31831644 5 Vinícius Clementino Cirqueira Cultura popular R$ 5.129,51 31828465 Total R$ 35.129,51 Demais projetos:
1 RC Produções Demais projetos R$ 17.000,00 31832233 2 Editora e Produtora Fonte da Vida Demais projetos R$ 18.000,00 31832209 3 Ministério Comunidade Cristã Demais projetos R$ 15.000,00 31832195 4 Arte Brasil Produção Cultural Demais projetos R$ 28.143,54 31820243 5 Déborah Fernandes de Souza Demais projetos R$ 15.000,00 31832217 Total R$ 93.143,54
Enquanto em Niquelândia o MP trabalhou e mostrou que estava correto, denunciou, a polícia agiu, em Goiânia vai só comendo poeira. Êh, Goiânia!Terra da pamonha e da galinhada!
Prefeito e mais 15o são suspeitos de fraudes por Taís Lacerda O prefeito de Níquelândia, Ronan Rosa Batista (PTB), está sendo investigado em inquérito instaurado na Delegacia de Repressão a Crimes Contra a Administração Pública (Derccap) por superfaturamento em aluguel de carros e motos na Prefeitura. Segundo o delegado Celso Eusébio, responsável pelo caso, pelo menos 50 veículos, entre motos, carros de passeio, caminhonetes e ônibus foram arrendados pela administração municipal por valores até três vezes maiores que o preço de mercado de cada um. Os contratos tinham valores entre R$ 600 e R$ 10 mil ao mês. O rombo pode chegar a mais de R$ 6 milhões, conforme levantamento feito pelo Ministério Público (MP).“Uma caminhonete C-10, ano 77, cujo proprietário declarou que vale R$ 7 mil, foi alugada por R$ 20 mil ao ano” exemplificou Celso Eusébio. As empresas e-ram escolhidas através de carta-convite, onde são analisadas três concorrentes e vence a que tiver o menor preço. “Só que, neste caso, só tinha aparência de legalidade. Já havia um ajuste prévio de quem prestaria o serviço. As outras duas empresas declararam que pensaram estar atuando como testemunhas, não como licitantes”, explicou Eusébio.Conforme a denúncia feita pelo vereador Dulcídio Nunes Arantes (DEM), os vereadores Leontino Ferreira Pimentel (PMDB) e Adélio Antônio de Brito (PL), conhecido como Meio-quilo, seriam os responsáveis pela escolha dos donos dos veículos que seriam beneficiados com o aluguel superfaturado. “São 140 processos, onde estão envolvidas pelo menos 150 pessoas, que devem ser ouvidas só a partir do segundo semestre, porque analiso outros 300 processos que já têm depoimentos marcados até junho”, declarou o delegado.O prefeito Ronan Batista e os vereadores Leontino Pimentel e Adélio Brito serão indiciados criminalmente por formação de quadrilha, fraude de licitação e desvio de dinheiro público em proveito alheio. O Ministério Público, que investiga o caso desde outubro do ano passado, entrou com ação de improbidade administrativa, pedindo perda dos mandatos, funções públicas e direitos políticos por oito anos, além do ressarcimento do dinheiro ao erário público municipal.Abuso SexualO prefeito Ronan Batista foi denunciado há cerca de um ano, em maio do ano passado, como participante de uma rede de prostituição em Niquelândia, a 370 quilômetros de Goiânia. Ele e outros 24 suspeitos, entre eles um vereador, dois secretários municipais, e dois assessores da prefeitura são acusados de prostituir duas adolescentes, de 13 e 14 anos. No último dia 22 de abril, parlamentares da CPI da Pedofilia aprovaram requerimento convocando o prefeito para depor no Senado. http://www.hojenoticia.com.br/editoria_materia.php?id=16596
02/05/2008 10:45 c10) Maual Tabajara É o que parece que é o Tratado Geral de Administração Pública adotado pelo Prefeito Íris Rezende Machado da Perutama: cidade de Pedro. Mas como a Tupiramada (gente do país dos Tupi) não reclama, as coisas estão às badernas! O Teatro Goiânia Ouro não funciona e ainda tem um chorinho que é mais ilícito que o Marcola fora da cadeia acontecendo no Grande Hotel toda sexta-feira à noite, cujos vizinhos cansados de reclamar para os órgãos competentes, entrarão na justiça logo, logo!
02/05/2008 10:15 b10) Prefeitura de Goiânia! É uma coisa de louco! Jornais nenhum estão sabendo se contrapor à licitação do Transporte Coletivo Urbano de Goiânia. Este, está sendo maltratado até pelo Governador Alcides Rodrigues PP que deixará o governo como "Apagão" político, administrativo etc! Falcides Rodrigues, isto sim! Prometeu em campanha, e não cumpriu, manter os preços das passagens entre outras coisas. Jornais deveriam olhar para fora do Brasil e ver se a licitação foi publicada na Europa ou nos EUA. Certamente que não foi. Lá existe capital de sobra para deixar o transporte coletivo de Goiânia como primeiro mundo e o prefeito desprezou em favor de seus velhos conhecidos! Para o FG a licitação foi dirigida. Uma prova? As empresas que ganharam a licitação não disputaram entre si as linhas. Cada uma, e ela só, disputou as linhas que, no entender do FG, teria acertado antes com as colegas!will comentários(0 )
02/05/2008 09:55 a10) Prefeitura de Goiânia! Outro dia saiu no "O Popular" matéria sobre as obras que o Prefeito bigbangueiro Iris Rezende Machado PMDB está fazendo nesta capital. Chamei a atenção sobre o valor das obras e pelo visto não surtiu efeito. Então vou dar uma dica: A obra de revitalização do Bosque dos Buritis, Centro de Goiânia, está custando, segundo o jornal, R$ 1,7 mi que divididos pelo preço de uma casa popular que a prefeitura está fazendo, dariam para construir 83 moradias! Isto, baseado nos preços de construção de moradias feitas pela prefeitura, se fosse particular o número de moradias subiria a três dígitos! Depois o FG posta mais
Essa saiu no http://www.jornalx.com.br/ . Estou pasma! Gente, coitado do governador de Goiás, quando acordar vai estar preso por manter tais relações, isso mais o caso gautama, ainda vai dar merda!
Secretário de Comunicação tem contrato com governo Alcides
Empresa de Túlio Isac compra espaço em TV estatal, o que vai contra a ConstituiçãoEmpresa de Túlio também deve R$ 204 mil à Agecom, que dirige TV estatal Por Fabiana Pulcineli Hoje em O Popular Deputado estadual licenciado e recém-nomeado secretário Extraordinário de Comunicação, Túlio Isac (PSDB) é proprietário de uma empresa que tem contrato com o governo, por meio da Agência Goiana de Comunicação (Agecom). O contrato, que será investigado pelo Ministério Público Estadual, estaria em desacordo com o que determina a Constituição Federal.Na interpretação de juristas consultados pelo POPULAR, o artigo 54 impede que parlamentares tenham contrato com órgãos públicos. Segundo os especialistas, a condição de secretário equivale a de deputados e senadores e a situação ainda pode ser mais grave - poderia se encaixar também no descumprimento dos princípios de moralidade e impessoalidade.Túlio é sócio da empresa Top Produções e Publicidade Ltda., responsável pela produção do programa que ele mantém na Televisão Brasil Central, da Agecom. Ele compra o espaço na grade da TV para apresentar seu programa diário Cidade Esperança.Para a promotora Marlene Nunes Freitas Bueno, da Promotoria de Patrimônio Público, há elementos para a abertura de inquérito civil público para avaliar a legalidade do contrato. Segundo ela, o caso se encaixaria no inciso I do artigo 54, que abre exceção para a obediência a cláusulas uniformes.Leia a matéria completa clicando aqui.
Túlio Isac: 'Estou sem paz para trabalhar'
O secretário Extraordinário de Comunicação, Túlio Isac, não quis dar entrevista sobre a possível ilegalidade no contrato e as dívidas com a Agecom e atribuiu a reportagem à "perseguição e birra” contra ele. “Não estou tendo paz para trabalhar.”A reportagem propôs conversar pessoalmente com o secretário para apresentar documentos, mas ele não aceitou. “Sou totalmente legal, não tenho vantagens, sou tratado do mesmo jeito dos demais. Se eu não pagar, tiram meu programa do ar”, disse por telefone. “Não vou falar mais nada com vocês. Que a justiça me puna”, finalizou. Leia mais clicando aqui. Empresa de Túlio deve R$ 204 mil à AgecomEm fevereiro deste ano, a empresa da qual Túlio Isac é proprietário – Top Produções e Publicidade Ltda. – negociou parcelamento de dívida de R$ 204 mil com a Agecom. O POPULAR teve acesso a documentos que mostram que as cobranças vinham sendo feitas, pelo menos, desde dezembro de 2006.No dia 5 daquele mês, Túlio assinou documento confessando dívida de R$ 128 mil e se comprometendo a quitar o débito em 40 parcelas de R$ 3,64 mil – que somaria um total de R$ 145,6 mil. O documento alertava que o não-pagamento poderia acarretar a suspensão da cessão de espaço na TV e cobrança judicial.Em 29 de agosto de 2007, o despacho 0357 – da Gerência de Faturamento e Cobrança para a Diretoria Administrativa e Financeira da Agecom – informava que, após cobrança à empresa, “não houve interesse por parte do devedor em quitar o débito”.A negociação deste ano previa pagamento de 45 parcelas mensais de R$ 5,24 mil. Chefe da Diretoria Financeira, Maíres Moraes disse que só informaria se houve pagamento das parcelas e a dívida atual com autorização do presidente, Valterli Alves, que não foi encontrado pela reportagem. Ele não atendeu o celular. Postado por Eduardo Horácio em 26/04/08 às 03:47.
Sábado, Abril 26, 2008
Essa saiu no jornal HOJE. PT quer união documentada! Imaginem? Sem ser de papel passado não dá e a herança como fica depois? Com o PT só dá se for tudo nos conformes, namoro, bolinação, autorização do coronel, e diante do juiz. Sem isso nada feito!
Definitivamente, o PT perdeu a compostura. Primeiro por permitir que um bando de sem cargos, todos com processos e investigação no MP se apoderem da legenda para vende-lá e garantir a sobrevida dessa máfia. E por último, lista triplice. Onde pensam que estão? Na UNB?
É por essas e outras que a gente desacredita desse Goiás ! Será que nunca vai deixar de ser provincia?
Edição: 616 Data:26/04/2008 PT quer união com PMDB documentada Mirelle Irene O presidente interino do diretório metropolitano do PT, Cláudio Marques, disse ontem que o PMDB precisa oficializar, de fato, que vai ceder a vice aos petistas na chapa de Iris Rezende. “É importante para o PT a garantia de que há um compromisso”, afirma o dirigente, que substitui provisoriamente Luiz Alberto de Oliveira, que está fora do Brasil, visitando uma filha.Segundo Cláudio, após a decisão do último sábado, quando o PT confirmou no voto que não lançaria candidatura própria e que aceitaria indicar o vice do PMDB em Goiânia, o PMDB tem que fazer também movimentos que confirmem a união das duas legendas. “Só podemos discutir o nome do vice após a sinalização formal do PMDB de que não há outra articulação sendo feita”, avisa Marques. O petista diz que o PMDB deveria registrar em documento a aliança. Ele lembra que o atual vice-prefeito, Valdivino de Oliveira, não parou de articular para permanecer na chapa, mesmo após o resultado da votação dos delegados do PT que confirmou a aliança. “O PMDB tem que fazer um trabalho de unificação interna em torno da aliança com o PT”, cobra o dirigente petista. Ele explica que a exigência não é uma posição oficial do PT Goiânia, mas reflete o pensamento de muitos dentro da legenda. “Tenho conversado com várias forças do PT e percebo esse desejo”, revela. Marques adiantou que o PT vai marcar uma reunião com Iris nos próximos dias para entregar-lhe um documento formalizando o resultado do encontro do último dia 19, que sacramentou a autorização dos delegados a aliança.Oficialmente, a Executiva Municipal do PT se reúne na segunda-feira, dia 28, para encaminhar o processo de escolha do nome indicado pela legenda para compor com Iris e marcar o dia da votação interna sobre o assunto. “Também acertaremos a data para reunir o Diretório, o que deve acontecer em maio”, explica.LISTA TRÍPLICEPara o deputado Luis César Bueno, a melhor opção que o PT tem no processo de escolha do vice-candidato é apresentar uma lista de opções ao PMDB, para que o partido de Iris promova a escolha. “Estamos defendendo uma lista tríplice de nomes, opções indicadas pelo pelos delegados do PT”, explica. Para Bueno, isso evitaria um erro cometido pelo partido na eleição para governo 2006, quando houve uma imposição petista em torno do nome de Valdi Camárcio para compor a chapa de Maguito Vilela (PMDB), que não deu certo, corroendo a aliança da época. “Temos que evitar isso agora”, defende.Luis César descarta que tem grandes chances de ser o escolhido para compor com Iris. “O nome será consolidado pelos delegados. Terá que unificar o partido e ter um bom trânsito no PMDB”, analisa. REPRESENTANTE DE LULA REFORÇA OBJETIVOSOntem, em Goiânia, o secretário de Assuntos Institucionais do PT Nacional, Romênio Pereira, articulador institucional de alianças da legenda para 2008 e 2010, pôde deixar mais clara a tese nacional do PT no quesito das composições. O dirigente da Executiva Nacional e ex-vice-presidente da legenda, diz que o PT tem um projeto de ampliar a sustentação partidária do presidente Lula. “Estamos buscando reforçar as nossas instâncias partidárias em busca da vitória de todos os partidos que hoje dão sustentação ao presidente Lula”, disse. Ele também aproveitou para iniciar conversações com o prefeito Iris Rezende e com o governador Alcides Rodrigues sobre apoios políticos nas eleições. “Vim conversar com alguns filiados e dirigentes do partido e fazer uma visita de cortesia ao prefeito Iris Rezende e também ao governador Alcides”, explicou Pereira.Pereira, acompanhado pelo deputado Luis Cesar Bueno, visitou primeiro Iris Rezende, mais recente aliado do PT, que o recebeu em reunião a portas fechadas e não quis falar com a imprensa. Depois, durante coletiva na Assembléia Legislativa, o petista elogiou o prefeito e a aliança feita com o PT. “O PMDB está forte no governo Lula e tem sido solidário ao PT, tanto na Câmara como no Senado. O prefeito Iris foi um dos principais apoiadores do presidente Lula em sua reeleição. O presidente tem uma relação de muito carinho com o prefeito de Goiânia”, declarou. “Queria dar os parabéns ao PT e ao PMDB por isso que está acontecendo em Goiânia”, acrescentou Pereira.Pereira disse que a aliança com o PMDB não fez com que o PT perdesse sua característica de partido socialista. “Não é uma característica de Goiânia. Em vários municípios deste país nós tivemos adversários que hoje são aliados. Isso é natural da política”, explicou. “Quando o PT sai de candidatura própria, nós somos chamados de estreitos; quando a gente amplia nosso leque de aliança falam que caímos na vala comum, na mesmice dos outros partidos”, reclama. Para ele, o partido não está rachado na capital. “Não trabalho com a idéia de que o PT está rachado. Em decisões democráticas, ganhar com diferença de 1 ou de 100 já é uma vitória”, acredita. Pereira ressaltou que não veio a Goiânia para discutir nomes para a vice com o prefeito. “Isso não é responsabilidade minha. É responsabilidade dos filiados e dos militantes de Goiânia. O prefeito não fez nenhuma sugestão também”, disse. Segundo o dirigente, a escolha da vice deve ser um processo conjunto entre PT e PMDB. “É um movimento que envolve o PT, o PMDB e outras forças”, define. Romênio Pereira disse que, apesar de ainda não ter admitido oficialmente, é certo que o prefeito Íris dará a vice na chapa ao PT. “No meu entendimento, este envolvimento está muito claro para ele”, afirmou o petista. (M.I.) http://www.hojenoticia.com.br/editoria_materia.php?id=16379
Povinho sem noção esse de Anápolis! Mesmo distante, basta ler o noticiário on line para perceber que o cerrado goiano continua repleto. De CORRUPTOS! Dá a impressão que na colonização portuguesa deixaram nas terras cerradenses os tipos mais safados, do mais humilde ao governador, todos envolvidos em maracutaias!
Professor afastado do Conselho do Fundeb Decisão da Justiça foi dada para que o Ministério Público possa investigar irregularidades
por Marcos Vieira para o jornal do Estado de Goiás O juiz Sebastião José de Assis Neto, da Vara de Fazendas Públicas de Anápolis, deferiu liminar em ação proposta pelo Ministério Público (MP) determinando o afastamento do presidente do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), Manoel Inácio de Freitas Filho. Professor da rede municipal de ensino, Manoel fica fora do cargo de presidente do Fundeb por 120 dias até a investigação de irregularidades em sua gestão. A promotora de Justiça Sandra Mara Garbelini aponta na ação que Manoel Inácio estaria modificando unilateralmente as decisões colegiadas do Conselho sobre balancetes da Secretaria Municipal de Educação. Depois dos conselheiros considerarem irregulares as contas da administração municipal quanto à gestão do Fundeb no exercício de 2007, Manoel emitiu novo documento com a conclusão "regular com ressalvas". Ele assinou a nova decisão como presidente e se referiu aos demais conselheiros titulares como participantes. "Não existe urgência nem relevância em modificar decisão do conselho para, depois, submeter tal modificação ao referendamento pelo colegiado, já que, como se vê, a decisão pela irregularidade já havia sido tomada", diz o juiz na liminar. O MP aponta ainda que em reunião com a presença da então secretária municipal de Educação Marisa Espíndola e do assessor parlamentar José Escobar Cavalcante, Manoel Inácio teria pedido R$ 100 mil para modificar o parecer do Conselho do Fundeb. "Existe prova documental e testemunhal, carreada ao procedimento administrativo prévio, de que houve modificação do parecer e de que o requerido teria solicitado o pagamento de R$ 100 mil para tanto", informa o juiz Sebastião José de Assis Neto. O afastamento de Manoel Inácio tem como objetivo apurar essa denúncia de cobrança de valores para modificação de parecer, já que a Justiça entende que sua permanência no cargo prejudicaria as investigações. Ata do Conselho do Fundeb de 10 de abril de 2008 relata que os membros do órgão tiveram que se encontrar no prédio da merenda escolar, "pois a sede do Conselho se encontrava trancada devido à ausência do presidente, Manoel Inácio de Freitas Filho, que é responsável pela chave e está de posse de toda a documentação do Conselho e não foi localizado para ser comunicado sobre a reunião". Neste mesmo encontro os conselheiros decidiram, por unanimidade, que nenhuma reunião seria marcada, nenhuma análise de documentação seria feita e nenhuma atitude seria tomada até que o Ministério Público se manifestasse quanto ao requerimento feito pelo Conselho cobrando a investigação sobre o pedido de propina e a modificação de decisão sobre as contas da prefeitura relativa a 2007. "Percebe-se, portanto, que a permanência do requerido [Manoel Inácio] na presidência do Conselho do Fundeb vem atrapalhando não só o seu funcionamento como, também, o livre acesso dos conselheiros e do Ministério Público à documentação necessária para averiguação dos fatos", conclui o juiz da Vara de Fazendas Públicas. Em seguida ele cita decisão do Tribunal de Justiça (TJ) sobre caso parecido. O Jornal do Estado entrou em contato com Manoel Inácio na sexta-feira, dia 18. Ele afirmou que só se posicionaria sobre a liminar que o afastou da presidência do Conselho do Fundeb depois de ser notificado pela Justiça. Manoel disse ainda que já prestou depoimento ao MP sobre o caso. O que é Fundeb é o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação. O novo fundo foi criado para substituir o Fundef, lei aprovada em 1996 e vigente desde 1998. Enquanto o Fundef destina-se exclusivamente ao ensino fundamental, o Fundeb financia toda a Educação Básica. Ela envolve as etapas da educação infantil (creches para crianças de 0 a 3 anos e pré-escola para crianças de 4 a 6), do ensino fundamental e do ensino médio, além das modalidades: educação de jovens e adultos, educação indígena, educação profissional, educação do campo e educação especial – destinada a portadores de deficiências.
Sexta-feira, Abril 04, 2008
Quem diria, hem? O prefeito resolveu mudar o jogo na cultura em Goiânia, descartou as palhaçadas e os desvios de condutas ... infelizmente, mudar o nome do secretário sem mudar os paus mandados que ficaram de herança é o mesmo que nada. Pontos a serem resolvidos:
Gastos do FAC, quem gasta e com o quê? Continuam pagando as drupinhas sertanejas empresariadas pelo diretor financeiro da SECULT com recursos do FAC?
Lei de incentivo. Irá o presidente da CPC devolver os recursos que pegou irregularmente da Lei, usando laranja para aprovar projeto próprios?
Chorinho . Até quando continuaram a ratear a grana e a colocar "ambulantes", para trabalhar para a assessora de imprensa da SECULT? Cadê os editais para contração de prestadores de serviços?
MAG . Com ou sem falso diretor?
Perseguição à servidores. Irá continuar?
Cine Ouro. Quem pagou a reforma?
Ausência de dialogo com a categoria. Diálogo só com aqueles que decidiram frenquentar o balcão da SECULT.
Esqueci de alguma coisa? No tempo que estava em Goiânia essa a lista básica de denuncias públicas.
Mas como diz o Will a questão agora é esperar para ver e tomara que a cultura goianiense não tenha que ficar esperando muito.
Improbidade tira mandato em Anápolis Jonathan Jayme De Anápolis para o Jornal O POPULAR 25/03/2008 O vereador de Anápolis Amilton Batista (PTB) foi condenado por improbidade administrativa, pela comarca local, na tarde de ontem. Ele foi denunciado pelo Ministério Público (MP) por contratar uma funcionária fantasma na gestão passada, o que teria causado desvio de R$ 35.850 da Câmara Municipal. O petebista foi punido com a perda da função pública, dos direitos políticos por oito anos, além de ter de pagar multa e ressarcir integralmente as folhas recebidas em nome de terceiros. Segundo a denúncia do MP, Batista contratou Marly Ferreira Chaves para trabalhar em seu gabinete entre abril de 1996 e março de 2001. Na ação consta que, nesta última data, a servidora teria se mudado para a Espanha, mas continuou inserida na folha de pagamento da Casa. DepoimentoEm depoimento à Justiça, dia 14 de janeiro, a ex-servidora, confirmou que se mudou para a Europa, mas ponderou que uma irmã tomou o posto na Câmara. De acordo com Marly, a parente não recebia o contracheque porque trabalhava como se fosse a própria.Procurado pela reportagem, Amilton Batista não quis comentar a decisão da Justiça. “Não vou me pronunciar porque não fui comunicado oficialmente pela Justiça”, respondeu.
Obra onde menino morreu havia sido supervisionada por fiscal, diz testemunha - ( 14/02/2008 ) (Notícia acessada: 184 vezes.) Em depoimento prestado hoje (14) ao juízo da 12ª Vara Criminal de Goiânia, o servente Vilmar Alves de Souza, arrolado pela defesa na ação penal movida contra o engenheiro Bruno Cézar Gordo pela morte do garoto Wemerson Rodrigues Bernardes, de 7 anos, disse que o bloco de concreto que provocou a morte da vítima foi construído sob a supervisão e aprovação de um engenheiro-fiscal da prefeitura. Vilmar atuou como encarregado da construção da quadra de esportes da Escola Municipal José Carlos Pimenta, situada na Rodovia GO-080, Km 20, distrito de Vila Rica, onde o fato ocorreu. Segundo ele, a obra foi assinada por três engenheiros, incluindo Bruno, que era sócio da empresa Escom – Engenharia, Construção e Comércio Ltda, contratada para executá-la. “Participei da construção do início ao fim”, comentou, garantindo que após a construção do bloco que sustentaria a placa de inauguração da quadra, o fiscal da Prefeitura que acompanhou e até ajudou a orientar a execução dele, aprovou a forma como foi feito e instalado. Bruno é acusado de ter provocado a morte de Wemerson porque teria planejado a construção do bloco de forma negligente, imprudente e alheia aos padrões técnicos exigidos. No dia do fato, por volta das 17 horas, Wemerson estava tendo aulas de educação física quando tentou escalar o bloco, momento em que a estrutura caiu sobre seu corpo. Levado ao Hospital Sagrado Coração de Jesus, nas redondezas, o menino foi transferido logo em seguida ao Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo), onde morreu duas horas depois, em decorrências de traumatismo craniano. De acordo com o Ministério Público (MP), Wemerson morreu porque o bloco – em suas dimensões – foi construído fora da norma técnica de segurança, vez que muito pesado, e instalado negligentemente na mureta da quadra, encostado lateralmente num pilar metálico, sem qualquer amarra. No depoimento, Vilmar contestou a denúncia nesta parte, dizendo que o bloco foi devidamente amarrado. (Patrícia Papini) http://www.tj.go.gov.br/noticias/index.php?Pg=LerNot&Id=4485
Órgão Especial recebe denúncia contra deputado - ( 13/02/2008 ) (Notícia acessada: 372 vezes.) Por maioria de votos, o Órgão Especial do Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO) seguiu voto do desembargador-relator Huygens Bandeira de Melo e recebeu hoje (13) denúncia contra o ex-presidente da Assembléia Legislativa de Goiás (AL), deputado estadual Samuel Guilsimar Almeida. A acusação é de que ele deixou de fornecer uma lista de servidores da Casa, além da recusa de prestar informações sobre possíveis casos de nepotismo. A denúncia, segundo o Ministério Público de Goiás (MP-GO), foi instituída com inquérito civil público que teve como objetivo de apurar o quantitativo e as atribuições dos cargos de provimento em comissão e de funções gratificadas existentes no Estado de Goiás, assim como o possível exercício de cargos, empregos e funções por parentes, cônjuges e companheiros de servidores e membros do MP, Tribunais de Contas do Estado e dos Municípios, e dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. Com o intuito de instruir o procedimento investigatório, conforme relatado na denúncia, o MP requisitou a Samuel Almeida, então presidente da Assembléia Legislativa, uma listagem completa de todos os servidores que tivessem relação de parentesco até o terceiro grau com o governador, vice-governador, secretários, presidentes de agência e autarquias, bem como dos ocupantes de cargos de direção nas instituições da administração direta e indireta. Em suas alegações, o MP informou que requereu ainda, por meio de novos ofícios, o fornecimento de informações relativas a casos específicos de nepotismo, levados ao seu conhecimento por intermédio do denominado "disque-nepotismo". No entanto, de acordo com o MP, o deputado não atendeu às suas solicitações e limitou-se a informar que cumpria as determinações da Lei Estadual nº 13.145/97. Em seu voto-vista, o desembargador Charife Oscar Abrão, que teve entendimento divergente, argumentou que simples informações sobre eventual relação de parentesco do Legislativo estadual com autoridades administrativas ou agentes políticos, que pudessem configurar supostos casos de nepotismo, não constituem dados técnicos indispensáveis à propositura de ação civil pública. Também ressaltou que denúncias anônimas de nepotismo, coletadas por meio do "disque-nepotismo" é uma prática repudiada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para instauração de procedimento de cunho criminal. (Myrelle Motta
"O artigo acima foi publicado hoje no jornal Diário da Manhã e reflete bem o cinismo de determinados gestores públicos. Não costumo ler esse tipo de lixo, mas, esse vale a leitura, pois explica bem como é a unidade pensante de um grande intelectual goiano."
Só ela mesmo para se referir ao dito cujo como grande intelectual goiano, no máximo, e assim mesmo, forçando a barra, um discipulo que não deu certo de Maquiavel!
Enquanto isso, lá no fim do mundo, um político retoma seu cargo. Inocentado. Imagina se isso existe? "Em mais uma decisão inédita, o Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia (TRE-RO), reconheceu, ontem, que errou ao cassar o mandato do vereador Lourival Pereira de Oliveira (PV), de Buritis, por infidelidade partidária. O julgamento foi anulado, determinando a recondução do político ao cargo. " http://noticias.terra.com.br/brasil/interna/0,,OI2264962-EI7896,00.html
Sexta-feira, Janeiro 11, 2008
Essa foi boa! O problema não é Goiânia, mas o PMDB, vejam que outro prefeito que não é o de Goiânia também tem secretários com curriculos SUJOS!
O troco De José Américo (Agetop), para Adib Elias (PMDB): “Quem tem dois auxiliares presos, suspeitos de fraudes na prefeitura, não pode dar conselhos ao Estado.”
Fonte: Giro - O POPULAR
UM CIDADÃO ESTÁ ACORDADO EM GOIÂNIA !
Vereador denunciado "O prefeito Iris Rezende convidou o vereador Luciano Pedroso, com pendências judiciais, para assumir a Secretaria de Governo do Município. Podem dizer que ele ainda não foi considerado culpado, mas basta estar em suspeição para que uma pessoa se torne inidônea para um cargo público, até que prove sua inocência. Será que conseguiremos um dia mudar estes procedimentos tão maléficos para um país? José Alberto Bernardino da CostaSetor Oeste – Goiânia "
PREFEITO NOMEIA MAIS UM SECRETÁRIO COM FICHA SUJA. ATÉ PARECE QUE TER FICHA SUJA É PRÉ REQUISITO PARA ASSUMIR O COMANDO DE SECRETARIAS MUNICIPAIS EM GOIÂNIA. ACORDA GOIÂNIA!
Edição: 526 Data:11/01/2008 Sob denúncias, Pedroso assume no Paço por Venceslau Pimentel Indiciado pela Polícia Civil pelos crimes de peculato e improbidade administrativa e nepotismos, o vereador Luciano Pedroso (PMDB) assumiu ontem a Secretaria Municipal de Governo no lugar de Jairo Cunha Bastos.Após dar posse ao vereador, no 6º andar do Paço, o prefeito Iris Rezende (PMDB) comentou o caso. Disse que não pode pré-julgar ninguém, e lembrou que também já fora vítima de injúria e difamação. “Não seria justo deixar de aproveitar valores por ações ou por qualquer processo existente na Justiça. Temos de esperar a decisão da Justiça”, defendeu o prefeito.Processos judiciais à parte, Iris disse que escolheu Pedroso pelas qualidades dele como vereador e especialista em Direito Administrativo. “Estou certo de que para minha administração será um acréscimo para o projeto que desenvolvemos”. Para o prefeito, a presença de representantes dos mais diversos segmentos da sociedade na solenidade de posse é uma demonstração de que o vereador “é pessoa que usufrui de muito respeito e tem seu valor reconhecido pela comunidade goianiense”.Iris avaliou que o fato de Pedroso ser um vereador polêmico é resultado de uma procura pelo acerto na defesa de suas posições, “mas, sobretudo, pelo espírito público de que é dotado”. No início de 2006, a Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público do Ministério Público Estadual instaurou inquérito para apurar denúncias de que o vereador teria contratado parentes na Câmara de Goiânia ou indicado para cargos na Prefeitura, totalizando 30 pessoas. Ele também foi acusado de se apropriar de salários de funcionários de seu gabinete. Pelos dois supostos crimes, Pedroso foi indiciado pela Delegacia de Crimes contra a Administração Pública.O episódio mais recente envolvendo Pedroso foi registrado no fim do ano passado, quando o vereador foi flagrado em Buenos Aires, para onde viajou para participar do Congresso Brasileiro de Administração Municipal, organizado pelo Instituto Brasileiro de Apoio aos Municípios (Ibram) – o evento acabou não sendo realizado. A presidência da Câmara negou que tenha pago diárias ao vereador. “Goiânia não sabe que ele (o vereador) é pessoa requisitada pelo Brasil inteiro para participar de conferências, congressos e seminários a respeito de administração pública no Direito Administrativo”, destacou Iris Rezende.Indagado sobre as denúncias, o vereador se limitou a atacar o seu desafeto, o deputado Cláudio Meirelles (PR), ex-presidente da Câmara, mas sem citá-lo. “Não existe processo de improbidade respaldado por uma pessoa que não tem credibilidade nenhuma”, atacou, acrescentado que todas as denúncias são improcedentes.Segundo ele, o fato de “colecionar” denúncias não vai atrapalhar o seu trabalho à frente da Secretaria de Governo. Na vaga de Pedroso assume o suplente Edson Automóveis (PSDB), já que o também tucano Abinair Vargas abriu mão do mandato tampão. REELEIÇÃO Como já manifestou interesse em disputar a reeleição em 2008 – ele soma cinco mandatos –, Luciano Pedroso deve permanecer na Secretaria de Governo até abril. O prefeito disse estar ciente disso. “Consta de seu projeto a reeleição, mas que ele pode desistir. Seja 30, 60, 90 ou 120 dias que ele permanecer na pasta, indiscutivelmente vai valorizar a minha administração”, afirmou o prefeito.O vereador disse que o projeto eleitoral fica para um segundo momento. “Nossa missão agora é colaborar e contribuir com o desenvolvimento de Goiânia. Eleições ficam para o momento oportuno”. No entanto, Pedroso pode não disputar a reeleição, pois o PPS recorreu à Justiça Eleitoral para pedir o seu mandato por ter deixado o partido depois do prazo estabelecido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Fonte: http://www.hojenoticia.com.br/editoria_materia.php?id=14379
O prefeito Pires mostra mais uma vez que escolhe os auxiliares a dedo. O mais novo cotado para SECRETARIA DE GOVERNO é reu de processo de improbidade administrativa e de quebra investigado por nepotismo. Belo curriculo, hem Prefeito? Goiânia MERECE!
PAÇO MUNICIPAL Pedroso assume Secretaria de Governo Carlos Eduardo Reche Na quarta alteração na composição do primeiro time do Paço Municipal em pouco mais de três meses, o prefeito Iris Rezende (PMDB) convidou ontem o vereador Luciano Pedroso (PMDB) a assumir a Secretaria de Governo (Segov) no lugar de Jairo da Cunha Bastos, que ocupava interinamente o posto. O novo auxiliar, que toma posse na quinta-feira, é réu de processos na Justiça por peculato e improbidade administrativa. Para a cadeira de Pedroso na Câmara de Goiânia vai Edson Vieira da Silva (PR), conhecido como Edson Automóveis. Ambos disputaram a eleição de 2004 pela coligação PSDB-PP-PPS, mas trocaram de partido. Pelo resultado da eleição, a vaga seria do pastor evangélico Abinair Vargas, mas ele abriu mão do mandato. Abinair é irmão do deputado estadual Samuel Almeida (PSDB), que teve denúncia de desvio de R$ 500 mil em salários de funcionários fantasmas da Assembléia Legislativa acatada em dezembro pelo Tribunal de Justiça. Pedroso disse à reportagem que a participação no governo não inviabiliza seu projeto de reeleição. Mas o vereador corre o risco de ter o mandato cassado pela Justiça Eleitoral, porque trocou o PPS – partido pelo qual se elegeu – pelo PMDB em setembro, em discordância com as novas regras de fidelidade partidária. Resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) estabeleceu o dia 27 de março como data-limite para as trocas de partidos para pré-candidatos ao Legislativo. Se mantiver a decisão de concorrer à reeleição, Pedroso terá de deixar a Segov no dia 4 de abril, menos de três meses após a posse. A legislação eleitoral prevê, para esses casos, a regra da desicompatibilização: para ter o direito de concorrer a mais quatro anos na Câmara, o vereador tem de deixar o cargo no Executivo seis meses antes do pleito. Interlocutores do vereador, no entanto, dizem que ele ainda não decidiu se concorrerá de fato à reeleição. A escolha de Pedroso para o posto que era ocupado por Jairo ocorre exatos 20 dias após reportagem do POPULAR revelar nomeações de três parentes de vereadores para a Câmara Técnica de Planejamento do Plano Diretor. O ex-secretário, que é funcionário de carreira da Prefeitura, havia endossado tecnicamente as escolhas, mas o Ministério Público caracterizou a prática como nepotismo cruzado. O prefeito teve de recuar e demitir os parentes e cumprir a regra da proporcionalidade de nomeações de efetivos e comissionados nos 16 cargos do órgão. Troca-trocaPedroso é o 11º auxiliar de primeiro escalão nomeado no Paço desde o fim de setembro, quando Iris deu posse a oito novos secretários e presidentes de órgãos como resultado da reforma na estrutura administrativa. Um deles foi o vereador Antônio Uchôa (PR), que menos de dez dias depois deixou a Secretaria de Obras alegando divergências com o suplente Mário Ghannam. As últimas nomeações foram de Euler Morais (PSC), na Secretaria de Turismo, e Dário Paiva Neto (PSL), na Assessoria Especial. Em abril de 2006, o Ministério Público Estadual (MP-GO) abriu inquérito para investigar denúncia de contratação de 30 parentes na Câmara e no Estado. Contra Pedroso também pesa a acusação de peculato, apropriação de salários de servidores fantasmas. Em fevereiro de 2006, o vereador foi indiciado pela Polícia Civil pelo crime de peculato e improbidade administrativa. As investigações foram encaminhadas à Justiça. Além de afirmar que deixou a vida pública para se dedicar ao trabalho da Assembléia de Deus do Setor Fama, onde é pastor, Abinair também atribuiu a decisão de abrir do mão do mandato ao curto período em que Pedroso deve ficar no cargo. Ainda que não concorra à reeleição, o vereador fica no posto até dezembro deste ano, quando termina o mandato de Iris. “Sou o próximo secretário de Governo, quem sabe o futuro também”, brincou, numa referência a um suposto segundo mandato do prefeito, que deve disputar a reeleição. Pedroso esteve pela manhã com Iris para acertar os detalhes do ingresso do vereador na Segov. Do gabienete de Iris, no 5º andar do Paço, eles telefonaram para Abinair para falar da abertura da vaga na Câmara. O suplente agradeceu e comunicou que não aceitaria o posto. Logo em seguida, se encontrou com Edson Automóveis, na Assembléia de Deus da Fama, para informar-lhe da decisão. Procurado pela reportagem para comentar a desistência de Abinair, Edson se mostrou surpreso. “Então está certo mesmo, é para logo?”, perguntou. “Que bênção, que maravilha isso”, disse, ao ser informado que Pedroso tomaria posse na quinta-feira. Ao falar sobre a troca do PSDB pelo PR, ele negou que sua ida para a Câmara tenha sido articulada pelo presidente regional republicano, deputado federal Sandro Mabel. Fonte: Jornal O POPULAR 08/01/08
"No primeiro dia útil do ano, a AMMA – Agencia Municipal de Meio Ambiente e o Zoológico de Goiânia organizaram uma operação de guerra na selva para capturar os gatos do Bosque dos Buritis.Desde o dia 28 de dezembro, fantasiada de Rambo, a bióloga da AMMA tenta com ajuda da PM, Batalhão Florestal e o Zoológico capturar cerca de 50 gatos. Por sua vez, indiferentes, os felinos passeiam pelo bosque, sem se importarem muito com as guloseimas que colocam nas gaiolas. Bem alimentados, e em bom estado de saúde, pouco se interessam pelo que lhes oferecido."
recolheu mesas, cadeiras, barris de chopp, que segundo, noticiou a assessora de imprensa da SECULT significavam patrocinio para pagamentos dos músicos? Para pagar músicos é preciso patrocinador? Para pagar a assessora de imprensa da SECULT, a prefeitura pode?
Vai que o Prefeito acordou para o que acontece na SECULT? Avisei que ia dar merda!
Quarta-feira, Dezembro 19, 2007
É isso ai, no Brasil temos jornalistas e jornalistas. Os de Goiás jamais perderão seus empregos pelos motivos que levaram a jornalista Salete Lemos perder o seu. Aliás, minto, perdem sim, mas por que, as vezes usam roupas pretas, para protestar. É claro, pelos próprios salários. Pelo povo? Jamais!
E sem contar uns e outras que vivem de mamar nas tetas do governo e tornam o espaço público, área de sustentação, um meio de vida, afinal bancar amantes, velhos e alquebrados, exige coragem e disposição, além de grana, muita grana. Êta, nós, sô!
SALETE LEMOS Jornalista fala a VERDADE e... é demitida da TV CULTURA. Impressionante! Isto só demonstra, mais uma vez, que a VERDADE NÃO DEVE APARECER enem pode ser COMENTADA NESTE PAÍS.Como se percebe a VERDADE É DURA, os BANCOS enganaram todo mundo,conforme os vídeos em anexo, para AMPLA DIVULGAÇÃO!A Jornalista SALETE LEMOS deve receber os CUMPRIMENTOS de todos pela suaCORAGEM e PATRIOTISMO.Com isto ela não se ABATERÁ e continuará com sua RETIDÃO e INTEGRIDADE.O povo brasileiro precisa de pessoas como ela! Que não tem medo de falar. ATENÇÃO : A apresentadora SALETE LEMOS, foi DESPEDIDA da TV Cultura no mês de julho de 2007. Enviado por Bosco - Designer do bem viver.
04/12/2007 : - POLÍTICA Renan é absolvido pela segunda vez no Senado
Exatamente dois meses e 22 dias após ser absolvido do primeiro processo de cassação, o senador Renan Calheiros (PMDB-AL) saiu mais uma vez vitorioso do plenário do Senado Federal. Novamente, nesta terça-feira (4), os colegas do parlamentar alagoano julgaram, em votação secreta, improcedente a denúncia na qual Renan é acusado de quebrar o decoro por conta da suposta sociedade por meio de "laranjas" (terceiros) em duas emissoras de rádio e em um jornal no Estado de Alagoas. No primeiro processo, em que Renan era acusado de pagar despesas pessoais com recursos do lobista Cláudio Gontijo, da construtora Mendes Junior, o senador foi absolvido com o apoio de 40 senadores e de outros seis que se abstiveram, e, portanto, favoreceram Renan. Trinta e cinco senadores, naquela ocasião, votaram pela cassação. Para que um senador fique sem mandato é necessário o apoio de 41 de 81 senadores da Casa. Como a votação é secreta, o presidente interino, Tião Viana (PT-AC), também participou da votação. A diferença, neste caso, foi que a sessão foi televisionada e aberta ao público. A votação prosseguiu secreta, apesar de tramitarem na Câmara e no Senado, desde 2001, propostas que terminam com esta modalidade de voto em processos de cassação. A decisão, no entanto, não afasta a possibilidade de que Renan Calheiros tenha, mais uma vez, que enfrentar o plenário. Ele ainda responde por três outros processos de cassação. O relator do processo julgado nesta terça, Jefferson Péres (PDT-AM), admite, no entanto, que o placar desta terça é defintivo. "A decisão está tomada em relação a todos os processos. Ele será absolvido dos outros também", disse Péres. 'Pior dos cenários'O líder do PSB no Senado, Renato Casagrande (PSB-ES) disse, por volta das 15h desta terça-feira (4), que uma nova absolvição do senador Renan Calheiros seria o "pior dos cenários", uma vez que representaria a repetição do erro ocorrido em setembro deste ano. Naquele mês, o então presidente do Senado conseguiu evitar a perda de seu mandato por 40 votos pela absolvição, 35 pela cassação e 6 abstenções. "O pior dos cenários é a repetição do erro que já foi cometido na primeira vez [em setembro]. É uma pedrada na cabeça do Senado", disse ele. Casagrande avaliou, porém, que a situação é muito mais "amena" nesta terça-feira (4) do que foi há dois meses atrás. "Esse debate permanente sobre o mesmo assunto [cassação de Renan] acabou cansando e colocando o debate em um plano inferior, mais ameno", avaliou o líder do PSB. 'Estou vendo'O então presidente licenciado do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), chegou por volta das 15h30 à Casa. Ele limitou-se a dizer aos jornalistas que provaria sua inocência. "A minha expectativa é a de sempre: eu trago a verdade e tenho a absoluta convicção de que serei inocentado, absolvido pelo Senado Federal." Usando o elevador privativo dos parlamentares, Renan dirigiu-se diretamente ao plenário. Já no plenário, perguntado se renunciaria ou não à presidência da Casa, ele disse: "Estou vendo para decidir o que vou fazer", disse. Menos de 30 minutos depois, no entanto, durante um discurso, Renan renunciou à presidência da Casa. A renúncia aconteceu após seis meses de denúncias e de duas licenças em decorrência dos processos de cassação a que responde no Conselho de Ética do Senado. Renan renunciou durante um discurso em plenário antes da votação da representação número três, impetrada pelo PSDB e Democratas, por conta da suposta sociedade de Renan, através de "laranjas" (terceiros), com o usineiro João Lyra em duas emissoras de rádio e em um jornal no estado de Alagoas. Renan nega as acusações. A renúncia fez parte da estratégia do peemedebista para ser absolvido em plenário, na votação secreta desta terça-feira. AcusaçõesNo primeiro, o ex-presidente da Casa é acusado de participar de um suposto esquema de arrecadação ilegal de dinheiro em ministérios comandados pelo PMDB. O relator da representação, impetrada pelo PSOL, é o senador Almeida Lima (PMDB-SE). Em outro caso, ainda sem relator, Renan é alvo da acusação de espionar colegas de Senado, favoráveis a sua cassação. Estariam sendo espionados, conforme a denúncia apresentada pelo PSDB e pelo Democratas, os senadores Demóstenes Torres (DEM-GO) e Marconi Perillo (PSDB-GO). O último, inclusive, renovou a denúncia em reportagem da revista "Veja" desse final de semana, mas adicionou que, entre os "arapongas", estariam servidores da polícia do Senado. Além de Renan, a Polícia Legislativa nega as acusações. Em mais uma representação, travada pela Mesa Diretora e ainda longe de uma investigação, o peemedebista é acusado de liberar emendas para a construção de casas em Murici (AL), cidade natal de Renan, cuja construtora seria fantasma. SucessãoO presidente interino do Senado, Tião Viana (PT-AC), anunciou, na tarde desta terça-feira (4), que reunirá os líderes partidários na próxima terça-feira (11) para tratar da sucessão de Renan Calheiros (PMDB-AL), que renunciou ao posto nesta tarde. Na reunião, parlamentares decidirão a data da eleição do novo presidente da Casa, que deve ser do próprio PMDB. O anúncio foi feito logo após a leitura da carta de renúncia por Renan Calheiros. "Este é um assunto para o partido. Nós vamos nos reunir para tratar do novo p